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sábado, 22 de janeiro de 2011

As Fotos Kirlian


Segundo o que a história nos conta, teria sido Semyon Davidovitch Kirlian, em 1939, na cidade de Krasnodar, na ex-União Soviética, o primeiro homem a construir uma máquina de fotografia Kirlian no mundo.
Porém, na realidade, a primeira máquina de eletrofotografia foi construída no Brasil, por volta de 1912, pelo gaúcho e padre Landel de Moura. Quem for a Porto Alegre poderá visitar até mesmo o museu dedicado a esta pessoa.
O que ocorreu foi que, por ele ser um padre, subordinado à Igreja Católica, não podia divulgar suas descobertas, e a máquina de eletrofotografia, que ele inventou, não pode nem mesmo ser patenteada ou divulgada ao mundo.

Como a máquina que ele havia inventado fotografava e revelava algo que, para a Igreja não coadunava muito com a sua doutrina, os planos originais e a própria máquina criada pelo Pe. Landeu foram confiscados por ela e atualmente encontram-se em local “ignorado”. 

Uma máquina de fotografia Kirlian ou eletrofotografia possui a condição de captar impressões sutis do nosso corpo etérico. O corpo etérico seria o mapa energético do nosso corpo físico. Nele estariam presentes todos os orgãos e sistemas presentes no nosso corpo material, só que aqui de forma energética, assim como os canais de meridianos.
A máquina Kirlian é capaz de gerar uma voltagem extremamente alta (da ordem de alguns milhares), porém com uma amperagem baixa, causando com isso, à volta de qualquer corpo, o chamado efeito corona, que seria um halo luminoso visível de coloração azul esverdeado. Porém, quando este campo elétrico entra em contato com o campo eletromagnético do nosso corpo etérico, ele é alterado e consegue captar impressões sutis deste corpo, registrando cores e formas completamente diferentes das usualmente vistas no simples efeito corona, conhecido pelos técnicos em eletrônica.
Este tipo de fotografia é conhecida como fotografia da aura, ou do campo energético ou bioelétrico (o corpo etérico). Pela análise de uma fotografia Kirlian, é possível diagnosticar uma série de problemas, antes mesmo de que eles cheguem a se manifestar fisicamente.
Em nível da saúde, podem ser feitos diagnósticos de infecções, intoxicações, inflamações, processos degenerativos, prováveis distúrbios nos diversos órgãos e sistemas e até casos de câncer.
Para cada dedo analisa-se um meridiano correspondente, que possui terminação nele.
Quanto à análise da parte emocional e psicológica da pessoa, é possível diagnosticar casos de depressão, angústia, tristeza, raiva, ciúme, além de ser possível observar estados alterados de consciência, mediunidade ou paranor-malidade e energias intrusas.








O diagnóstico pode ser feito através da fotografia dos dedos das mãos, da mão toda ou da foto do corpo inteiro.
No caso do diagnóstico mais comum, que é feito através dos dedos, quando surge uma coloração verde dentro da polpa dos dedos, há indícios que aquela pessoa possui tendência a fobias ou à síndrome do pânico.
Fraturas de cor escura, também na polpa dos dedos, indicam câncer. Estados depressivos são vistos quando as linhas áuricas falham e surge uma abertura grande de um ou dos dois lados da foto. 

A paranormalidade de uma pessoa pode ser observada na forma de cor laranja distribuída por toda a polpa e aura do dedo ou na forma de pequenas meia luas nas extremidades superior e inferior dos dedos. 
Uma análise mais profunda, para um diagnóstico, é feita tirando fotos dos dez dedos das mãos. Porém uma única foto do dedo anular ou indicador, por exemplo, pode revelar muitas coisas, principalmente em nível emocional.
Atualmente na Rússia, assim como em Portugal, existem hospitais que trabalham com o diagnóstico Kirlian junto aos pacientes, e isso tem sido de grande valia para diagnosticar doenças e casos clínicos desconhecidos.
Observa-se uma grande melhora nas linhas da aura, inclusive seu fechamento quando aberta, à medida que se faz um tratamento e lentamente vai alcançando-se a cura. Este tratamento pode ser feito através do reequilíbrio alimentar, da fitoterapia, florais, homeopatia e mesmo através do Reiki ou da acupuntura.

Fonte:guardiaesdaluz.com.br











Krishna

KRISHNA, um dos avatares de Vishnu, é um dos mais famosos e fascinantes personagens da Mitologia Hindu. Eis a história de seu nascimento:
Há muito tempo viveu, em Mathura, um rei perverso e ambicioso chamado Kamsa. Ele saqueou e explorou seu reino como bem quis, e tudo que se via em seu governo era injustiça. Certo dia, ecoou uma profecia divina, vinda dos céus, que dizia: “Kamsa! Seu fim está próximo! O oitavo filho de Devaki, sua irmã, será o causador de sua morte”. Kamsa enfureceu-se com a predição, e aprisionou tanto sua irmã como o marido desta, Vasudeva. Assim, ele passou a matar todos os filhos que nasciam do casal. Mas, quando nasceu a oitava criança, à meia-noite, os céus rugiram e o deus Vishnu ordenou a Vasudeva que levasse a criança para o outro lado do rio Yamuna, onde ficava a vila de Gokul. Lá, ele trocaria a criança com a filha de Yasoda, que nascera no mesmo momento. Vasudeva acomodou a criança em uma cesta e, quando se dirigiu às portas da prisão, encontrou-as abertas, como por mágica. Chegando ao rio, viu que as águas se dividiam para ele, de modo que passou andando pelo próprio leito do rio. Ao chegar na vila, Vasudeva fez a troca com Yasoda, voltando logo depois para a prisão. Como o bebê chorava e gritava a toda altura, logo Kamsa acordou. Seguindo alegremente para as masmorras, o perverso rei tomou a criança, erguendo-a no ar. Mas, nesse mesmo instante, o bebê, que era a encarnação da própria Devi, começou a rir, dizendo: “Kamsa, teu verdadeiro inimigo ainda está vivo. O filho de Devaki está vivo e em seu devido tempo voltará para te matar”; e então, desapareceu. Kamsa estava muito enfurecido, e começou uma matança de todos os garotos recém-nascidos do reino. Implantou-se um estado de terror sem medidas.




Krishna levou uma vida alegre e cheia de aventuras amorosas em Gokul. Amou muitas gopis (pastoras, mulheres e filhas dos vaqueiros), e nenhuma delas resistia a seu charme quando ele tocava sua maviosa flauta. Entre todas as gopis, havia uma que era especial para Krishna, Rhada. São várias as histórias do amor entre Krishna e Rhada. Krishna também foi uma criança muito travessa, que constantemente aborrecia Yasoda, como é descrito nos dohas (poemas) de Mirabai, devoto de Krishna.
Krishna nasceu para eliminar tudo que traz o mal ao mundo. São inúmeras as histórias de sua bravura, mesmo quando criança. Muitas delas estão relacionadas com as tentativas de Kansa em matar Krishna, depois que o rei o descobrira vivendo em Gokul.
Quando Krishna tornou-se adulto, deixou a paradisíaca Gokul e sua idílicas aventuras com as Gopis, partindo em sua missão de matar Kamsa. Quando finalmente cumpriu a tarefa, instalou-se me Dwaraka, junto com seu irmão Balarama, e aprendeu as tradicionais artes da luta, incluindo o arco-e-flecha. Posteriormente, Krishna arbitrou a lendária batalha entre os Pandavas e os Kauravas, no Mahabharata. Durante a guerra houve o famoso episódio – conhecido por Bhagvad Gita – em que Krishna discursou para Arjuna em pleno campo de batalha.



       Fonte:templodoconhecimento.com

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mistérios:Os Vedas


Denominam-se Vedas os quatro textos, escritos em sânscrito por volta de 1500 a.C., que formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do hinduísmo, que representam a mais antiga literatura de qualquer língua indo-europeia. A palavra Veda, em sânscrito, da raiz विद् vid- (reconstruída como sendo derivada do Proto-Indo-Europeu weid-) que significa conhecer, escreve-se वेद veda no alfabeto devanágari e significa "conhecimento". É a forma guna da raiz vid- acrescida do sufixo nominal -a.
São estes os quatro Vedas:
Ordem Nome Grafia
em sânscrito
Significado Conteúdo
(composto tatpurusha de)
1
2
3
4
Rigveda
Yajurveda
Samaveda
Atarvaveda
ऋग्वेदः
यजुर्वेदः
सामवेदः
अथर्ववेदः
"veda dos hinos"
"veda do sacrifício"
"veda dos cantos rituais"
--
ṛc - (hino) e veda
yajus - (sacrifício) e veda. Foco em liturgia, rituais e sacrifício.
sāman- (canto ritual) e veda
atharvān (um tipo de sacerdote) e veda
Muitos historiadores consideram os Vedas os textos sobreviventes mais antigos. Estima-se que as partes mais novas dos vedas datam a aproximadamente 500 a.C.; o texto mais antigo (Rigveda) encontrado é, atualmente, datado a aproximadamente 1500 a.C., mas a maioria dos indólogos concordam com a possibilidade de que uma longa tradição oral existiu antes que os Vedas fossem escritos. Representam o mais antigo estrato de literatura indiana e, de acordo com estudantes modernos, são escritos em uma forma de linguagem que evoluiu no sânscrito. Eles consideram o uso do sânscrito védico como a linguagem dos textos um anacronismo, embora seja geralmente aceita.
Os vedas consistem de vários tipos de textos, todos datando aos tempos antigos. O núcleo é formado pelos Mantras que representam hinos, orações, encantações, mágicas e fórmulas rituais, encantos etc. Os hinos e orações são endereçados a uma grande quantidade de deuses (e algumas deusas), dos quais importantes membros são Rudra, Varuna, Indra, Agni etc. Os mantras são suplementados por textos relativos aos rituais sacrificiais nos quais esses mantras são utilizados e também textos explorando os aspectos filosóficos da tradição ritual, narrativas etc.
A tradição hindu considera os vedas incriados, eternos e que são revelados a sábios (Rishis). Orishi Krishna Dwaipayana, melhor conhecido como Veda VyasaVyasa significando "editor" ou "compilador" – supostamente distribuiu esta massa de hinos nos quatro livros dos Vedas, sendo cada livro supervisionado por um de seus discípulos. Paila organizou os hinos do Rig Veda. Aqueles que eram cantados durante cerimônias religiosas e sociais foram compilados por Vaishampayana com o título de Yajus mantra Samhita (ver Iajurveda). Jaimini é dito de ter coletado hinos que eram fixados a música e melodia — "Saman" (ver Sama-Veda). A quarta coleção de hinos e cantos conhecida como Atharva Samhita foi colecionada por Sumanta.

Sarawati

Filosofias e seitas que desenvolveram-se no subcontinente indiano tiveram diferentes posições nos Vedas. No budismo e no jainismo, a autoridade do Veda é repudiada, e ambos desenvolveram-se em religiões separadas. As seitas que não rejeitaram explicitamente os Vedas continuaram seguidores do Sanatana Dharma, que é conhecido, nos tempos modernos, como hinduísmo.
Posteriormente, no hinduísmo, os Vedas ocuparam uma posição exaltada. São considerados shruti, ou seja, revelação, e a casta brâmaneica baseada nos Vedas forma uma importante parte da vida religiosa hindu nos dias de hoje. Vedanta, Ioga, Tantra, e até mesmo Bhakti consideram os Vedas uma revelação.
Nos dharmashastras, o estudo dos Vedas foi considerado um dever religioso dos três altos varnas (Brâmanes, Xatrias e Vaixás). Mulheres e Sudias não precisavam nem podiam estudar o Veda (isso começou a acontecer só na idade Védica ou Sutra posterior, porque numerosas evidências sugerem que todos os humanos eram igualmente permitidos a estudar os Vedas, e muitos "autores" védicos eram mulheres). Elaborar métodos para preservar o texto (aprendendo de cor e não escrevendo), disciplinas subsidiárias (Vedanga) etc., foram desenvolvidos nas escolas védicas. No décimo quarto século, Sayana escreveu célebres comentários sobre os textos védicos.
Nos tempos modernos, estudos védicos são cruciais para a compreensão da linguística Indo-Européia, como também na história indiana antiga.
Muitas formas de hinduísmo encorajam os mantras védicos a serem interpretados das formas mais liberais e filosóficas possíveis, diferentemente de variedades notáveis das religiões Abraâmicas (relativo ao Tanakh, à Bíblia e ao Corão). De fato, uma interpretação não-literal dos mantras é desencorajada, e até mesmo as três camadas de comentários (Brahmanas, Aranyakas, e Upanishads), que formam uma parte integral da literatura shruti, na verdade interpretam os aparentemente politeístas, ritualísticos e altamente complexos Samhitas em uma forma filosófica e metafórica para explicar os conceitos "ocultos" de Deus (Ishwara), o Ser Supremo (Brâman) e a alma ou o ego (Atman). Também, muitos hindus acreditam que o próprio som dos mantras védicos é purificador ao ambiente e à mente humana.
Fonte:Wikipédia

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mundo Antigo:Egito


Quando se fala no Egito da Antiguidade, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, as múmias e artefatos dos museus, os templos e a atmosfera de aventura que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós, que a literatura e o cinema nos mostram como sempre presentes nas expedições arqueológicas.
No entanto muito já se sabe a respeito do modo de vida, da estrutura social, da estrutura econômica, das relações políticas do Egito faraônico. Mas muitas vezes a circulação dessas informações fica restrita ao meio acadêmico ou a umas poucas centenas de pesquisadores dedicados. Infelizmente há muitas coisas que não chegam a público, propiciando a formulação de idéias fantasiosas que não são comprováveis, engrossando um extenso hall de crenças sobre a cultura egípcia, difícil de ser combatido.
No decorrer de mais de três mil anos, o Egito passou por períodos de grande brilho, mas também de declínio e de oscilações políticas. A história egípcia costuma ser dividida em:

- Período pré-dinástico
- Período dinástico 



Período pré-dinástico (5000 - 3200 a.C)
Desde 5000 a.C, o Egito era habitado por povos que viviam em clãs, chamados nomos. Estes nomos eram independentes uns dos outros, mas cooperavam entre si quando tinham problemas em comum. Essas relações evoluíram e levaram a formação de dois reinos independentes:

Reino do Baixo Egito --> união dos nomos do Norte
Reino do Alto Egito --> união dos nomos do Sul

Por volta de 3220 a.C., esses dois reinos foram unificados por Menés, que se tornou o primeiro faraó, o governante absoluto do Egito, considerado um verdadeiro Deus na Terra. O faraó usava uma coroa dupla para demonstrar que era o rei do Alto e Baixo Egito. Menés fundou, assim, a primeira dinastia de faraós, finalizando o período Pré-dinastico.

Período dinástico (3200 - 1085 a.C)
Foi durante o período dinástico que se deu o crescimento territorial, econômico e militar do Egito. Este período é dividido em:

Antigo Império (3200 - 2423 a.C)

Durante o Antigo Império, os faraós conquistaram enormes poderes no campo religioso, militar e administrativo. Essa época foi conhecida como a época das pirâmides. O primeiro a criar uma pirâmide foi o rei Djezer e seu arquiteto Imhotep, em Sakara.
Mais tarde um outro faraó, Snefer, inspirado nessa pirâmide construiu três pirâmides, porque só a ultima tinha condições de abrigar a múmia do rei. O filho (Kufu ou Keops), o neto (Quefrem) e o bisneto (Mikerinos) de Snefer construíram as magníficas pirâmides de Gizé. A família da 5ª dinastia talvez tenha sido a família mais poderosa de toda a historia do Egito.
A sociedade era dividida em funcionários que auxiliavam o faraó e uma imensa legião de trabalhadores pobres, que se dedicavam à agricultura, ás construções e arcavam com pesados tributos. No Antigo Império, a capital do Egito foi, primeiro, a cidade de Tinis; depois, a de Mênfis. Por volta de 2400 a.C., O Império Egípcio foi abalado por uma série de revoltas lideradas pelos administradores de províncias. O objetivo destas era enfraquecer a autoridade do faraó. Com a autoridade enfraquecida, o poder do faraó declinou, a sociedade egípcia desorganizou-se e o Egito viveu um período de distúrbios e guerra civil. 



Médio Império (2160 - 1730 a.C.)

Representantes da nobreza de Tebas conseguiram reunir forças para acabar com as revoltas que abalavam o Egito. Essa cidade acabou tornando-se a capital do Império Egípcio. Dela surgiram novos faraós que governaram o império nos séculos seguintes. Durante o Médio Império, o Egito atingiu certa estabilidade política, crescimento econômico e florescimento artístico. Isso impulsionou a ampliação das fronteiras, levando a conquista militar da Núbia. Por volta de 1750 a.C., o Egito foi invadido pelos hicsos (povo nômade vindo do Oriente Médio), que se mostraram superiores aos egípcios em termos de técnicas militares. Dessa forma os invasores conseguiram dominar a região norte do Egito e estabelecer a capital em Ávaris. Assim permaneceram por, aproximadamente, 170 anos.


Novo Império (1500 - 1085 a.C.)

Novamente a nobreza de Tebas reuniu forças e conseguiu expulsar os hicsos, restabelecendo a unidade política do Egito. Iniciou-se, então, o Novo Império. Usando técnicas militares aprendidas com os hicsos, os faraós organizaram exércitos permanentes, lançando-os em guerras de conquistas. Assim, invadiram territórios do Oriente Médio, dominando cidades como Jerusalém, Damsco, Assur e Babilônia. Os povos dominados eram obrigados a pagar tributos ao faraó em forma de ouro, escravos, alimentos, artesanato etc. Nessa época é que existiu os faraós mais famosos, como Hatchepsut, Akenaton, Ramsés - O Grande, entre outros. A Rainha Hatchepsut governou o Egito, mesmo sendo uma mulher, e não foi um mal governo: ela construiu maravilhosos monumentos que são muito conhecidos hoje em dia, mas depois de morta seu nome foi apagado. Os egípcios não gostava da idéia de terem sidos governados por uma mulher. Ramsés, O Grande além de ter sido um grande guerreiro foi um grande construtor, foi ele que construiu os templos em Abu Simbel, ele é até citado na bíblia, na historia de Moisés ele seria o faraó que se recusou a soltar o "povo de Moisés". Akenaton foi um grande revolucionário, ele implantou o monoteísmo, fazendo todos acreditarem apenas em Aton o deus Sol. Ele também mudou a capital do Egito de Tebas para El-amarna. Mas depois seu filho, Tutankamon voltou a antiga capital do Egito. Tutankamon se tornou famoso por sua tumba encontrada intacta. Ele tinha 9 anos quando virou faraó e morreu aos 18.
A partir de 1167 a.C., o Império Egípcio foi agitado por revoltas populares, entrando em período de decadência. A maioria da população era sobrecarregada de impostos e afundava em crescente pobreza. Enquanto isso, o faraó e sua família, os chefes militares e os sacerdotes exibiam luxo, riqueza e poder. 





Decadência do Egito

Depois do século XII a.C., o Egito foi sucessivamente invadido por diversos povos. Em 670 a.C., os assírios conquistaram o Egito, dominando-o por oito anos. Após liberta-se dos assírios, o Egito começou uma fase de recuperação econômica e brilho cultural conhecida com renascença saíta. Essa fase recebeu esse nome porque a recuperação egípcia foi impulsionada pelos soberanos da cidade de Sais. A prosperidade, porém, durou pouco. Em 525 a.C., os persas conquistaram o Egito. Quase dois séculos depois vieram os macedônicos, comandados por Alexandre Magno, e derrotaram os persas. Finalmente, retirando Cleópata do trono de faraó, o Egito foi dominado pelos romanos, que governaram por 600 anos, até a conquista Árabe.

Fonte:historiadomundo.com.br

Saint Germain


Este maravilhoso Ser que conhecemos como SAINT GERMAIN realizou a Sua ascensão no ano de 1684. Muitas e muitas vezes Ele aceitou novas encarnações e esforçou-se muito em estimular nos homens de diversos povos, neste planeta, o desejo de Liberdade, pois que é a LIBERDADE o seu dom especial. Foi confiada a Ele, na qualidade de Mestre Ascensionado, a custódia do já iniciado ciclo de dois mil anos da Era da Liberdade. Assim como Jesus possuía a custódia do anterior ciclo de Dispensação Crística, o Mestre Ascensionado Saint Germain usufrui a preferência, o privilégio e a responsabilidade de TRAZER A LIBERDADE no presente ciclo, a toda criatura - seja homem, ser elemental ou anjo prisioneiro. Chegará um tempo em que não mais haverá velhice, doença, pobreza ou males de qualquer natureza; nem mais haverá a chamada morte.
    Os ensinamentos editados pela "Ponte Para a Liberdade" contêm a orientação e indicação dos Mestres Ascensionados para melhor compreensão e aplicação do Fogo Sagrado, a fim de que todos possam obter a Liberdade do espírito, da emoção, do corpo físico e libertação das recordações. Estando os quatro corpos inferiores, definitivamente, purificados e harmonizados, e com isto em verdade "Libertados", o indivíduo estará, portanto, em condições de ser um Mestre Ascensionado ao final de sua encarnação; estará LIVRE PARA SEMPRE! Todas as Ascensionadas Legiões Celestiais ofereceram a Saint Germain seu auxílio para a solução desta gigantesca obra e Ele aceita qualquer cooperação de cada corrente de vida que está à procura de mais Luz e Liberdade.
    Desde a época de Sua Ascensão, no ano de 1684, Saint Germain prepara-se para ser o Chohan do Sétimo Raio. No ano de 1786, recebeu o cargo da Bem-Amada Mestra Ascensionada Kuan Yin e, desde então, até o dia 1o de maio de 1954, Ele se dedica à preparação da imensa responsabilidade de Diretor Cósmico para o iniciado ciclo. Este abençoado Ascensionado Mestre pede, nesta Hora Cósmica, por preces, apelos, orações, dedicação e auxílio de todos os que O amem, Ele que sempre viveu para servir a Vida. Chegou agora o Grande e propício momento para trazer à Terra Seu presente de Liberdade.

Em cada dois mil anos, a Terra entra em contato com um novo raio. A Roda Cósmica necessita, para uma completa rotação, de quatorze mil anos. Cada Chohan que é escolhido como representante do novo raio é COROADO como AUTORIDADE CÓSMICA, para continuar a evolução deste planeta e seus povos dentro este lapso de tempo.
    O Sexto Raio, que estava sob a orientação do Mestre Jesus, terminou seu ciclo no dia 1o de janeiro de 1954. Depois de um tempo transitório (poucos meses), começou, oficialmente, a Irradiação Cósmica do Sétimo Raio. O período de 1930 até 1954 é visto como a atividade do caminho preparatório semelhante ao trabalho antecipado de "João Batista".
No dia 1o de maio de 1954, celebrou-se em Shamballa a cerimônia festiva da transmissão da coroa, cetro, espada e manto do Chohan retirante (Mestre Jesus) ao novo Chohan, Mestre Saint Germain.
    O símbolo da autoridade, COROA, veio à Terra sobre a cabeça do Arcanjo Miguel, com os primeiros homens, que encarnaram sobre o planeta e, desde então, vem sendo usada sucessivamente pelos Chohans dos Sete Raios, por transferência a cada um deles, quando já decorridos 2.000 anos. Completara-se, portanto, 14.000 anos desde que o último Chohan do Sétimo Raio usou essa Coroa, transferida que fora de seu predecessor - o Chohan do Sexto Raio, que por sua vez, a recebera do quinto, prosseguindo desse modo a seqüência dos Chohans e seus Raios até o primeiro deles, no início do ciclo de 14.000 anos.
O próprio Bem-Amado Mestre Jesus colocou nas mãos de Saint Germain o cetro da autoridade, investindo-o de poder sobre a evolução de todos os anjos, homens e seres elementais na presente Era, ao ser iniciado o novo ciclo de dois mil anos. O Maha Chohan entregou-Lhe a espada simbólica que representa o poder do Espírito Santo. O primeiro gesto de Saint Germain: colocou a coroa sobre a cabeça de Sua Chama Gêmea, Deusa da Justiça e da Oportunidade, a Bem-Amada PÓRTIA.
    Cada membro da hierarquia aproximou-se na correspondente ordem de categoria e todos, genuflexos, prestaram juramento perante o Novo Rei, Saint Germain, trazendo-Lhe as bênçãos de suas próprias emanações de vida. Anjos e seres elementais seguiram este exemplo, irradiando suas vibrações em direção ao reino humano e sobre todos os Seres que estavam cientes deste grande acontecimento cósmico.

O Grande Mestre Ascensionado SAINT GERMAIN é o Ser que dirige os dois mil anos já iniciados da ERA DA LIBERDADE. Sua gigantesca missão é LIBERTAR todos os viventes, com também a Terra, e isto será realizado por meio do Fogo Violeta. Separadamente e em grupos, os homens apelam desejando dissolver toda criação inferior que obscurecer a luz dos homens.
    Se apelais pela vossa Presença Divina "EU SOU" e ao Mestre Ascensionado Saint Germain para chamejar o Fogo Violeta através de vós, ele começará a afastar todas as criações negativas em vossos corpos do sentimento, do pensamento, etérico e físico; ireis constatar uma acentuada leveza e expansão em vossos sentimentos, uma notável clareza em vossos sentidos e mudança em vosso corpo. Alguns discípulos vêem esta chama violeta quando apelam por auxílio em seus círculos de vida; outros a sentem. Mesmo que vós não a vejais, ela está operando. Parece ser invisível, mas chegamos a ver as coisas mais importantes da vida? Não são visíveis aos nossos olhos a vida, a eletricidade, o amor, o ódio, a guerra (os efeitos de guerra: ódio, vingança, tristezas, dor etc.) e a paz.; no entanto, são bem reais; podemos, em qualquer caso, ver os seus efeitos. O uso diário da vivente Chama Violeta pode afastar muita coisa que está acontecendo em vosso mundo. Mas, talvez deva ser esclarecido que, quando empregais sinceramente o Fogo Violeta e "acontecem" pequenos efeitos - isto não quer dizer que a Chama não faça a obra completa; significa que vossas CRIAÇÕES HUMANAS vêm à luz antes que as tenhais dissolvido.
    Sobre isto, alguém, em certa ocasião, disse: Assemelha-se a uma escada "rolante" trazendo ao mundo atual a ação das forças do passado. Vosso trabalho é usar, suficientemente, a Chama Violeta para que tais FORÇAS PERMANEÇAM INERTES OU SEJAM DISSOLVIDAS ANTES QUE POSSAM AGIR. Quando a Chama age, é com se explodisse uma porção de vossas criações humanas e então ficásseis livres de determinas qualidades inferiores.
    Procurai agir sempre com crescente entusiasmo, para dissolver-se rapidamente, tão depressa quanto possível, o que se apresenta na superfície de vossa vida diária.



ALGUMAS ENCARNAÇÕES DO MESTRE SAINT GERMAIN

    - Rei da Cidade de Ouro, capital de uma antiga civilização, que floresceu há mais de 50.000 anos, onde hoje encontra-se o Saara.
    - Sumo Sacerdote do Templo da Chama Violeta em Atlântida.
    - Profeta Samuel. Preparou e ungiu David como rei de Israel.
    - José, escolhido do Espírito Santo como pai de Jesus.
    - Mago Merlin, amigo e conselheiro do rei Artur que criou a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda que tinha como grande objetivo a procura do Santo Graal.
    - Roger Bacon, alquimista do século XIII, considerado precursor da ciência moderna.
    - Cristóvão Colombo, grande navegador que, superando a ignorância e o medo infundado dos europeus, descobriu a América, a Terra da Liberdade.
    - Francis Bacon, filósofo inglês do século XVII. Um dos fundadores da Franco-Maçonaria. Possivelmente, também autor das peças literárias de Shakespeare.
    - Tendo alcançado sua Ascensão em 1º de maio de 1684, Saint Germain obteve a permissão do Conselho Cármico de retornar ao mundo num corpo físico, assombrando a Europa nos séculos XVIII e XIX, como o Conde de Saint Germain.
 Fonte:naveluz.arq.br
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