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segunda-feira, 13 de junho de 2011

A Tela Búdica



Trecho do livro ESTUDOS ESPIRITUALISTAS de Ramatís -
www.consciencial.org <http://www.consciencial.org>
A Tela Búdica é uma válvula-filtro bioenergético-consciencial que controla o fluxo de influência e comunicação entre os chacras e seus respectivos parachacras.
Também chamado de Tela Atômica, Tela Etérica, porém o nome Tela Búdica não é propício, pois se refere a Buda ou algo búdico (iluminado). Então aconselhamos utilizar o termo TELA
ETÉRICA.
Por meio de excesso de esforço do praticante, uma forma de viver desequilibrada através de vícios, promiscuidades, viciação mental, essa tela pode ser avariada, trazendo conseqüências negativas aos parachacras, a ricochetearem aos chacras. Ela regula qualidade e quantidade das energias em diversos níveis de sutileza e densidade.
Quando pensamos em um filtro, logo imaginamos algo simples, como uma peneira, um filtro para café, mas quanto à Tela Etérica, não é tão simples assim. Como filtro regulador interdimensional, ela deixa passar bioenergias em um nível de sutileza e bloqueia outros níveis. A Tela Etérica está relacionada com o nível de consciência do indivíduo, da paranormalidade e de sua inter-relação kármica (seu karma pessoal ou egokarma).
Quais são os mantras dos parachacras?
De forma mais comum, iogues e parapsíquicos trabalham com o lado bioenergético dos chacras. Este potencial é chamado no ocidente de PSI, parapsíquico ou paranormal. É importante, mas não é o fim, apenas o meio (ferramenta) para um desenvolvimento espiritual mais sutil. Desenvolvimento parapsíquico não é o mesmo que desenvolvimento espiritual. Como já dissemos o meio não é o fim.
Muitos paranormais que desenvolveram estes dons efetuam coisas impressionantes, mas vazios de espiritualidade(sem qualquer serviço útil a outrem), sem competência de levar informação, esclarecimento e discernimento consciencial às pessoas. É o lado yang, relativo ao poder, ao paranormal, siddhis, físico-etérico ou o antigo e atraente fenômeno.
Nos diagramas de chacras hindus (geralmente muito ornamentados) veremos que há bijamantras escritos em sânscrito e também divindades protetoras desenhadas, com seus nomes. Muito além de mero misticismo e religiosidade, estas divindades são mantras de ativação e desenvolvimento do lado espiritual dos chacras e se referem à manifestação yin, doce e sutil da divindade (feminino). No caso, chacras do corpo astral (psicossoma), ou seja, dos parachacras.
Estes parachacras não são ativáveis pelos bijamantras, que são mais conhecidos e de vibração mais densa. A vibração dos parachacras é muito mais sutil (elevada, alta) e só respondem a uma ressonância mais sensível a atmosfera espiritual (sintonia fina), uma vez que estão um nível de densidade acima.

Discípulos de Ramakrishna, yogue do final do século XIX, chamavam estas “divindades mântricas” ativadoras dos parachacras de ”mãezinhas espirituais” dos chacras.
Para cada chacra e seu respectivo parachacra, há um bijamantra e um paramantra (mantra sutil destinado ao parachacra) com exceção apenas do coronário, que por sua natureza altamente elevada e transcendental, não é mais sensível aos bijamantras e paramantras. Ele é a união do “céu” com a ”terra”, o “eu” com o “todo” e não comporta mais dualidade ou divisão.
 Fonte:akhen777.wordpress.com

Antonio Sayão



Nasceu na cidade do Rio de Janeiro a 12 de abril de 1829 e retornou à Espiritualidade no dia 31 de março de 1903, próximo a completar 74 anos de idade
Pioneiríssimo trabalhador do Espiritismo no Rio de Janeiro, quiçá do Brasil, foi um dos fundadores do Grupo dos Humildes, depois Grupo Ismael da Federação Espírita Brasileira, do qual foi diretor. Sayão tornou-se espírita no ano de 1878 e como autêntico trabalhador e colaborador de Jesus e Ismael, começou de imediato nas atividades, destacando-se entre os grandes pioneiros do Espiritismo. Foi o Grupo Ismael, verdadeira fortaleza moral, que levantou o ânimo dos trabalhadores da FEB e conseguiu fazê-la a Casa Máter do Espiritismo no Brasil, arregimentando homens da envergadura moral de Bittencourt Sampaio, Bezerra de Menezes, Ewerton Quadros, Dias da Cruz e tantos outros baluartes da Boa Nova. A vida de Sayão foi um exemplo de amor e trabalho. Escritor, Jornalista, Pregador, dedicado à assistência aos necessitados e itimorato propagador da Doutrina. 
Fonte:aprendizdeespirita.blogspot.com

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Xamanismo



O Xamã

O xamã, não se autoproclama. Ele é chamado para suas tarefas espirituais, passa por treinamentos e então é reconhecido pelas pessoas de sua comunidade.
Nos primórdios da humanidade, os seres humanos, sentiam-se frágeis perante as forças da natureza e temiam aqueles que não pertenciam aos seus clãs, animais, etc. Para suprir essas carências, surge o xamã como um "organizador do caos" para despertar a consciência. Assim eles recorriam àquele que era concebido como um guerreiro que atuava com armas espirituais, que faziam a ponte entre o mundo dos homens e espíritos.
A palavra xamã tem sua raiz na Sibéria, vinda da palavra "saman", aparentado com o termo sânscrito "sramana" que significa: inspirado pelos espíritos.

O xamã pode ser homem ou mulher.

O termo xamã foi adotado, pela antropologia, para se referir a pessoas de uma grande variedade de culturas não ocidentais, que antes eram conhecidas como : bruxo, feiticeiro, curandeiro, mago, mágico, vidente, sacerdote, pajé, homem da medicina, o terapeuta, o conselheiro, o contador de estórias, o líder espiritual e outros.
Defini-se o xamanismo como um conjunto de crenças ancestrais que estabelecem contato com uma realidade oculta, ou estados especiais (alterados) de consciência, a fim de obter conhecimento, poder, equilíbrio saúde para si mesmo e para as pessoas
O xamã, não se autoproclama. Ele é chamado para suas tarefas espirituais, passa por treinamentos e então é reconhecido pelas pessoas de sua comunidade. A iniciação tem um fundamento nas bênçãos recebidas pelos instrutores que passam uma espécie de "autorização espiritual" para conduzir cerimônias. Isso é honrar o conhecimento e não usurpar, e nem banalizar o processo de iniciação espiritual. Trata-se de um sacerdócio. É uma missão de utilidade pública.
Parte-se de um princípio que neste mundo nada é dado de presente, tem que ser aprendido. Tudo é troca. Aquele que tem por destino ser xamã experimenta um certo mal estar, um certo tédio pela vida, tédio de viver num mundo demasiadamente seguro, sensibilidade voltada para o misticismo e para as forças do inconsciente.
Sua vocação é demonstrada por perturbações no comportamento ( loucura controlada), vem também por transmissão hereditária, por decisão pessoal onde passa por provas (jejuns, recolhimentos, sacrifícios corporais...) ou é eleito pelo clã. Iniciado pelos espíritos tem uma vivencia de morte simbólica para posterior ressureição. Permanece dias em locais isolados sem falar, comer, e, quase sem respirar. Geralmente conta em suas provas, ao regressar de sua viagens que seus ossos foram arrancados, sua carne raspada, tem a cabeça decepada, isto é o coma iniciático. Ele deve morrer em seu corpo terrestre para renascer em corpo astral. Esqueletos de pessoas, pássaros ou animais, são alguns dos ornamentos dos siberianos. Simboliza o tempo do nascimento do xamã - meio homem - meio animal. 
Muitas iniciações também envolvem atravesssar brasas ( Manchus), nadar sobre o gelo, beber sangue (goldos). Entre os Iacutes, no alto de uma montanha, com o mestre no território das doenças, ensina-se a reconhecer a doença e curá-las. Para cada parte do corpo ele cospé na boca do outro, que deve engolir o seu cuspe para diagnosticar a doença. Os Buriatas faziam a purificação pela água 
(batismo) com plantas aromáticas e algumas gotas de sangue de bode, para invocar os ancestrais.
Segundo Mircea Eliade uma pessoa torna-se xamã por:

1) vocação espontânea (chamamento ou eleição)
2) transmissão hereditária da profissão xamânica
3) por decisão pessoal ou, mais raramente pela vontade do clã. 

Mas independentemente do método de seleção, um xamã só é reconhecido como tal no fim de uma dupla instrução: 

1) de ordem extática (sonhos, visões, transes, etc.) e
2) de ordem tradicional (técnicas xamânicas, nomes e funções dos espíritos, mitologia e genealogia do clã, linguagem secreta, etc.). É sobretudo a síndrome da vocação mística que nos interessa. O futuro xamã singulariza-se por um comportamento estranho; procura a solidão, torna-se sonhador, adora vaguear nos bosques ou lugares desertos, tem visões, canta durante o sono, etc

 Faziam também parte das iniciações o calor (tenda do suor) e com plantas de poder, que proporcionavam o arrebatamento místico, viagens astris etc. Parte-se de um princípio que neste mundo nada é dado de presente, tem que ser aprendido.Aquele que tem por destino ser xamã experimenta um certo mal estar, um certo tédio pela vida, tédio de viver num mundo demasiadamente seguro, sensibilidade voltada para o misticismo e para as forças do inconsciente. 
Trata-se de um sacerdócio. Muitas pessoas querem ser xamãs sem conhecerem as obrigações inerentes a essa função, a entrega. É uma missão de utilidade pública. Várias pessoas se denominam, mas o que determina é o trabalho espiritual. Tem gente que se denomina ator político, técnico de futebol, terapeuta, professor. Tem gente que se denomina espiritualista. Tem gente que se denomina Pai-de-Santo. Enfim, no xamanismo também!
Atualmente existem muitas pessoas que se autodenominam xamãs, que no final das contas aprenderam alguns conceitos, mas nunca foram numa floresta, nunca foram a estados profundos de consciência, não estão inseridos numa comunidade espiritual, mas estão dando aulas.
É uma iniciação séria e não uma prática que se aprende em um final de semana. Um xamã transformou a sua vida, conseguiu a sua cura através de profundos processos de morte e renascimento, lidou com perdas, enfrentou entidades, enfrentou sua própria sombra, e obteve o conhecimento essencial e o reconhecimento de seus instrutores para poder compartilhar com os outros. Lembro também que xamanismo não é só praticas de rituais e cerimônias, e sim uma forma de vida, uma nova visão do mundo, que se aplica, primeiramente no condutor. 



São anos de preparação. Está além dos rituais é um jeito de viver .Ser um xamã é abraçar um sacerdócio, não é um trabalho somente terapêutico, é uma caridade de alto risco, é assumir uma responsabilidade com o Universo de viver em harmonia com a natureza, de ajudar o próximo, de transformar o ambiente em que vive, de ser aparelho de transformações nas pessoas que dele se aproximam. Uma mudança radical, profunda, verdadeira. Ser xamã não é uma profissão, é um dom.
Ninguém, entretanto, precisa ser um xamã para praticar xamanismo. Você pode ir à missa, sem se tornar um padre. Ser xamã Implica em iniciações e transformações de profundo significado que visam preparar o aprendiz para ajudar o próximo, e passar a sua vida nisso. Não são todos os que estão preparados para abrirem suas vidas para se dedicarem verdadeiramente ao outro. Não se aprende a ser xamã em salões de espaços esotéricos. Neles você encontrará as práticas xamânicas, que lhe colocarão em contato com a egrégora, isto, se o condutor for realmente um iniciado e não um oportunista que nunca se entregou a processos de morte e transformação e só fez o caminho das flores sem tocar nos espinhos. No xamanismo também aprendemos a lidar com o Mundo da ilusão.
Perante a sociedade atual em que vivemos é a mesma coisa. Não basta ter conhecimentos médicos, se a sociedade não dá um diploma não é possível exercer a medicina de forma legal. Não basta ter conhecimento sobre as emoções, se não receber um diploma, ou melhor, se não há uma formatura, é possível ser conselheiro, mas não psicólogo ou psiquiatra. Tudo que é sério requer um ritual de passagem, uma iniciação.
Os xamãs carregam o conhecimento espiritual e da vida, passados oralmente, lembrando a sabedoria dos antepassados. Eles conduzem os ritos de passagem, encorajam a comunidade para enfrentar os desafios, aglutinam a consciência comunitária, criando uma identidade grupal. O xamã é um especialista do Sagrado. Ele é capaz de mover-se entre os diversos estados de consciência. O xamã é uma pessoa que trabalha em Estado Alterado de Consciência ( estado extático, transe, estado transcendente - onde a pessoa percebe uma "realidade incomum".) e deve conhecer os métodos básicos para realizar esse trabalho. Os xamãs são grandes conhecedores da floresta e das propriedades das plantas .
O xamã é o especialista do invisível. 
Fonte:Xamanismo.com.br 

Abdruschin



Abdruschin foi o pseudônimo de origem árabe adotado pelo autor Oscar Ernst Bernhardt para assinar suas obras literárias de cunho espiritualista. Em árabe, "Abd-ru-shin" significa "Filho da Luz".Nascido a 18 de abril de 1875 em Bischofswerda, Saxônia, tinha nacionalidade alemã. Faleceu a 6 de dezembro de 1941 em Kipsdorf, Erzgebirge.Antes de escrever a obra Na Luz da Verdade, viajou durante muitos anos, vindo a conhecer diversos países do Oriente, América do Norte e Europa.Escreveu a obra Na Luz da Verdade ao longo do período entre 1923 e 1929.Procurava evitar a atenção sobre sua própria pessoa, insistindo sempre em direcioná-la para o conteúdo de sua obra. Justificava isso com a frase: "Ouro é ouro, nas mãos de um príncipe ou nas de um mendigo".




 A Obra


Na Luz da Verdade, a Mensagem do Graal, é uma coleção em três volumes, traduzidos para a língua portuguesa a partir da obra original em alemão, "Im Lichte Der Wahrheit", escrita por Abdruschin.Esclarece a finalidade da existência do ser humano. Mostra o caminho que este deve seguir, se quiser livrar-se do emaranhado atual de conceituações e crenças humanas falsas, para colocar-se finalmente em harmonia com as leis perfeitas e imutáveis que regem tudo na Criação.Esclarecendo assim completamente a própria Criação, sem permitir uma lacuna sequer, revela tudo o que até então era considerado segredo ou mistério.Traz com isso alegria e esperança a todos os pesquisadores sinceros já cansados e desanimados de suas buscas anteriores, não importa o ponto em que se encontrem no seu caminho.




O teor da obra, de tão amplo e profundo, somente poderá ser assimilado por aqueles que ainda mantêm viva em si a chama interior da busca sincera pela Verdade. Isso é condicionado propositalmente pelo autor, que exige sempre o esforço pessoal na aplicação prática, em exata conformidade com seus ensinamentos. Somente assim a criatura humana poderá haurir dos valores eternos que a Mensagem do Graal apresenta.A obra Na Luz da Verdade é editada em português pela Ordem do Graal na Terra, entidade sem fins lucrativos, sediada na cidade de Embu, estado de São Paulo, que se dedica à divulgação de seus ensinamentos. Edita em português mais de vinte outros títulos relacionados ao assunto, como literatura colateral, sendo alguns editados também em outros idiomas.
Fonte:huna.com.br

A Energia Tântrica




Origem da expressão

A palavra "tantra" é composta por duas raízes acústicas: "tan" e "tra". "Tan" significa expansão e "Tra" libertação.
Tal denominação tem as suas raízes em fatores históricos muito sutis, pois esta filosofia comportamental, durante a época medieval, foi severamente reprimida na India Hinduista, fortemente espiritualizada. Esta era a forma como os seguidores desta filosofia a viam. Libertadora, mas mantida em segredo (na escuridão).
Dispondo de imensos significados e interpretações, mais ou menos corretos, tais como teia, trama ou entretecido. Tantra pode ser interpretado, mais correctamente, como algo que é regulado por regras gerais.

 Descrição

Tantra é uma filosofia hindu muito antiga cuja natureza comportamental mais lhe faz delinear, tendo por características: matriarcal, sensorial, naturalista e desrepressora , também é o Tantra um complexo sistema de descrição da realidade objetiva tornando-o assim uma ciência prática e aplicável, sendo a base do pensamento de um povo muito muito antigo que até hoje faz ecoar sua influência sobre a sociedade contemporânea.
Nas sociedades primitivas não-guerreiras, na qual a cultura não era centrada na guerra, a mulher era fortemente exaltada e até mesmo endeusada, na medida em que dava vida a outros seres humanos. Dai, a qualidade matriarcal. A partir dessa qualidade desdobra-se a qualidade sensorial ("a mãe dá à luz pelo seu ventre e alimenta o filho pelo seu seio") e a desrepressora, tendo que a mãe é sempre mais carinhosa e liberal que o pai, pelo facto de o filho ter nascido do seu corpo e a própria natureza, normalmente, ter o macho de mais agressivo .
Baseado quase inteiramente no culto de Shiva e Shakti, o tantra visualiza o Brahman definitivo como Param Shiva, manifesto através da união de Shiva (a força ativa, masculina, de Shiva) e Shakti (a força passiva, feminina, de sua esposa, conhecida também como Kali, Durga, Parvati e outras).
Está centrado no desenvolvimento e despertar da kundaliní, a "serpente" de energia ígnea, de natureza biológica e manifestação sexual, situada na base da espinha que ascende através dos chakras até se obter a união entre Shiva e Shakti, também conhecida como samadhi.
No Tantra, ao contrário da maioria das filosofias espiritualistas, se vê o corpo não como um obstáculo mas como um meio para o conhecimento, para o Tantra, todo o complexo humano é vivo e possui consciência independente da consciência central e por isso mesmo é merecedor de atenção, respeito e reconhecimento, para tanto, usa mantras (vocalização de sons e ultra sons em sânscrito), yantras (figuras geométricas, desde simples a complexas, como mandalas, por exemplo, que representam as diversas formas de Shakti) e rituais que incluem formas de meditação.


Os dois ramos

Segundo alguns autores o tantra é composto por dois ramos denominados a "mão esquerda" e a "mão direita". Embora o objectivo geral dos dois seja o mesmo, os processos utilizados diferem. A "mão esquerda" está ligada muitas vezes à procura de poderes ocultos e à extroversão de energia psíquica sob forma de capacidades supra-normais. A "mão direita" está ligada à canalização de toda a energia para a elevação espiritual do ser humano. Este é também conhecido como Vidya Tantra ou tantra do conhecimento e a mão esquerda como Avidya Tantra. O tantra correctamente praticado acelera rapidamente o progresso espiritual do ser humano. Apesar disso o tantra é muitas vezes encarado com desconfiança devido a certos aspectos do avidya tantra. É bem conhecido o fato de que o Budismo Tântrico sempre enfatiza a necessidade de supervisão por um orientador de confiança.

 Influência no ocidente

Alega-se que o tantra teve forte influência no ocidente nas ciências ocultas. Diversos ramos do ocultismo contemporâneo, particularmente os que se dizem gnósticos ensinam alguma versão de "sexo sagrado"..
Muito da linguagem sexual encontrada na alquimia supostamente tem sua origem em tradições orientais relacionadas com o Tantra.
Particularmente a linha thelemita, fundada pelo polêmico mago e ocultista do início do século XX, Aleister Crowley, alega ter levado essa influência ao seu maior extremo e se apresenta como um tantra ocidentalizado.
Outra linha tântrica, que pode ser chamada de Tradição da Mão Direita, foi muito difundida, Arnold Krumm-Heller e Samael Aun Weor. Para eles, o Tantra teria como "braço mágico" certas práticas que canalizariam a energia sexual para o Despertar da Consciência Espiritual.
Fonte:Wikipedia
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