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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Camille Flamarion


Camille Flamarion, um espírita de grande cultura e erudição, viveu entre os séc. XIX e XX na França, tendo sido grande amigo de Allan kardec. Ele foi um homem brilhante, interessado nas mais variadas ciências, estudioso desde pequeno e que soube como poucos aproveitar o tempo de forma produtiva.
Camille Flammarion nasceu em 1842 na França. Foi o mais velho de uma família de quatro filhos, e passou uma infância dura e com poucos recursos. Entretanto, desde muito jovem revelou qualidades excepcionais. Queixava-se constantemente que não conseguia fazer um décimo daquilo que planejava.

Aos quatro anos de idade já sabia ler, aos quatro e meio sabia escrever e aos cinco já conhecia princípios de gramática e aritmética.
Para que ele seguisse a carreira eclesiástica, puseram-no a aprender latim com um vigário. Aí Flammarion conheceu o Novo Testamento e a Oratória.

O padre falava da beleza da ciência, da Astronomia e o jovem Flammarion lhe bebia as palavras.
Mais tarde, Camille foi trabalhar como aprendiz de gravador. Assim, ele pretendia pagar seus estudos na matemática, na língua inglesa e no latim. Queria obter o bacharelado e por isso estudava sozinho à noite. Como sempre foi humilde e nem sempre tinha como comprar velas, estudava ao clarão da lua, após 15 a 16 h diárias de trabalho.
Ingressou na Escola de Desenho dos frades da Igreja de São Roque, e, tendo os domingos livres, naturalmente tratou de ocupá-los.




 

Passou a assistir nesses dias às conferências feitas pelo abade sobre Astronomia. Com o tempo, juntou forças com seus colegas para difundir seus estudos de ciências, literatura e desenho, o que era um programa um tanto ambicioso.
Aos 16 anos de idade, Camille escreveu "Cosmogonia Universal", um livro de quinhentas páginas. Antes já havia escrito uma outra obra menor, "O Mundo antes da Aparição dos Homens".

Assim era a vida de Camille Flamarion: estudar muito, trabalhar em exagero e nunca se sentir no direito de descansar.
Um belo domingo, ele desmaiou durante uma missa, o que lhe foi muito providencial. O médico, a visitá-lo, viu sobre sua cabeceira os manuscritos do seu livro sobre Cosmogonia e, impressionado, colocou-o no Observatório de Paris como aluno de Astronomia, entretanto, lá o jovem Camille sofreu com as perseguições do diretor, que não agüentava um rapaz tão novo acompanhá-lo em estudos tão profundos.
Camille saiu do Observatório aos 20 anos, continuou com mais liberdade os seus estudos, sempre apaixonado por entender o Universo. Publicou no mesmo ano a obra "Pluralidade dos Mundos Habitados", atraindo a atenção da comunidade de estudiosos.
Para conhecer a direção das correntes aéreas, realizou, aos 26 anos, alguns voos aerostáticas. Dois anos depois, ele publicou um tratado sobre a rotação dos corpos celestes e a gravidade.

 


Pela publicação de outra obra, "Astronomia Popular", foi premiado pela Academia Francesa, aos 38 anos.
Espírita convicto, amigo pessoal e dedicado de Allan Kardec, foi ele o escolhido para fazer a prece durante o enterro do Codificador do Espiritismo, na ocasião em que este desencarnou.
As obras deixadas por Camille, de uma forma geral, falam sobre o postulado espírita da pluralidade dos mundos habitados: "Os Mundos Imaginários e os Mundos Reais", "As Maravilhas Celestes", "Deus na Natureza", "Contemplações Científicas", "Narrações do Infinito", "Sonhos Estelares", "A Morte e seus Mistérios" entre muitas outras.

Impressionante a energia deste homem, que desencarnou após uma vida de intensa produção aos 83 anos de idade, também na França.
pesquisado por: Augusto Rezende.
Fonte:rezendeaugustoespiritismo.blogspot.com

Mistérios:O Deserto do Sahara



O Deserto do Saara ou Deserto do Sara e Deserto do Sahara  (em árabe: الصحراء الكبرى, aṣ-ṣaḥrā´ al-koubra) é o maior deserto quente do mundo, e oficialmente é o segundo maior deserto da Terra, logo após da Antártica, pois esta última também é um deserto. Localizado no Norte da África, tem uma área total de 9 065 000 km², sendo sua área equiparável à da Europa (10 400 000 km²) e à área dos Estados Unidos, e maior que a área de muitos países continentais tais como Brasil, Austrália e Índia. O nome Saara é uma transliteração da palavra árabe صحراء, que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Saara.
Os seres humanos vivem na extremidade do deserto há quase 500 mil anos. Durante a última glaciação, o deserto do Saara foi mais úmido (como o Leste africano) do que é agora, e já possuiu densas florestas tropicais. Seu clima era tão diferente que recentes estudos revelaram que o Rio Nilo corria antigamente para o Oceano Atlântico em vez de desaguar no Mar Mediterrâneo. Uma mudança de poucos graus  no eixo de rotação terrestre causou, há cerca de 10 mil anos, uma grande transformação climática gerando o Saara. Essa alteração, segundo alguns cientistas, gerou as condições necessárias à formação da civilização egípcia quando obrigou pessoas que já haviam desenvolvido formas de vida sedentárias (agricultura e pastoreio) e tradições históricas (civilização) a se deslocarem para o leito atual do Rio Nilo. O deserto é rico em história, e diversos fósseis de dinossauros e outros animais bem como resquícios de diversas civilizações já foram encontrados ali. O Saara moderno geralmente é isento de vegetação, exceto no vale do Nilo, em poucos oásis, e em algumas montanhas nele dispersas.


O deserto do Saara, no qual se distinguem dois trechos, um dominado por dunas arenosas e denominado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas, compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Saara.
A área do deserto também inclui parte das bacias do Rio Nilo e do Rio Senegal, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas e o Vulcão Tibesti, pequenos desertos como o Deserto da Líbia, Ténéré, Depressão do Qatar e Erg Chebbi, o lago Chade, e os oásis Bahariya, Ghardaïa e Timimoun. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a oeste, a cordilheira do Atlas e o Mar Mediterrâneo a norte, o Mar Vermelho a leste e o vale do Rio Níger a sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, a África do Norte e Sub-Saariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semi-árida de savana chamada Sahel, e ao sul de Sahel encontra-se o Sudão.



Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos por Frank White, que correspondem a zonas climáticas (por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey). O limite norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira (nos oasis) e com o limite sul do esparto, uma poácea típica do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta (linha de igual precipitação anual) dos 100 mm. A sul, o Saara limita com o Sahel, uma cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende através de toda a África. Aí o limite é definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite norte do Cenchrus biflorus, uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoeta de 150 mm. Este valor é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia muito de um ano a outro.
O clima da região que compreende hoje o Saara sofreu enormes variações, indo várias vezes do seco ao úmido durante os últimos cem mil anos chegando a mais de 50 graus e muito seco as 1 hora da tarde onde chega 53 graus celsius. Durante a última Era do Gelo, o Saara era maior do que é hoje, estendendo para o sul além de seus limites atuais. O fim da idade de gelo trouxe épocas melhores ao Saara no período compreendido entre aproximadamente 8000 a.C. a 6000 a.C., isto devido a área de baixa pressão que acompanhou o desmoronar do manto de gelo ao norte.
Quando a Era do Gelo se foi, a parte norte do Saara secou. Entretanto, não muito tempo depois, monções trouxeram chuva ao Saara, neutralizando a tendência de desertificação do Saara na parte sul.
Sabe-se que ar sobre o planeta Terra move-se por convecção de forma a redestribuir a energia pelo planeta, e ascensões de ar, puxando no ar úmido do oceano, causam geralmente chuvas em determinadas regiões. Paradoxalmente, o Saara estava mais úmido quando recebeu mais insolação no verão. Por sua vez, todas as mudanças na insolação são causadas por mudanças na geofísica da Terra..
Ao redor de 2500 a.C., as monções recuaram para o sul onde está hoje,que conduziram a desertificação do Saara. O deserto está atualmente árido na forma que o conhecemos hoje há aproximadamente 13.000 anos. Estas circunstâncias são responsáveis para o que foi chamado de Teoria da Bomba do Saara.
O Saara é conhecido por ter um dos climas mais áridos do mundo. O vento que vem do nordeste, prevalece e pode por várias vezes fazer com que a areia dê forma a "furacões". As precipitações, muito raras mas não desconhecidas, acontecem ocasionalmente nas zonas de beira-mar ao norte e ao sul, e o deserto recebe aproximadamente 25 cm de chuva em um ano. As chuvas acontecem muito raramente, geralmente torrenciais após os longos períodos secos, que podem durar anos.


Dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara. Por causa das suas habilidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, um dromedário é o animal favorito dos nômades. O Leiurus quinquestriatus é um tipo de escorpião do Saara que pode alcançar 10 cm. Ele possui o agitoxina e scyllatoxina, que são venenos tóxicos que levam a morte na maioria dos casos. O varano, cujo nome científico é varanidae, é um tipo de lagarto que se encontra facilmente. Cerastes é um tipo de cobra que tem em média 50 cm no comprimento que tem proeminências que lembram um par de chifres. Muito ativo à noite, encontra-se geralmente enterrada na areia com somente seus olhos visíveis. As mordidas destas cobras são dolorosas, mas raramente fatais. Há também o Feneco, um onívoro. Há o Dassie, cujo primeiro fóssil encontrado remonta a 40 milhões de ano atrás. O avestruz é nativo da África, mas tornaram-se raros porque foram migrados para outros países. O adax é um grande antílope branco, e é hoje uma espécie ameaçada. Muito adaptado ao deserto, pode sobreviver por até um ano sem água. A chita do Saara vive no Niger, Mali e Chad.
Fonte:Wikipedia

A Flor de Lótus


Mais que uma planta, um símbolo sagrado

“Lótus, planta aquática da família das ninfeáceas. É conhecida também por lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-índia e é nativa do sudeste da Ásia, mormente Japão, Filipinas e Índia. Possui flores brancas e em geral é cultivada com fins de ornamentação. A espécie foi empregada pelos antigos na fabricação de pão e uma espécie de bebida. Segundo estudiosos, servia como alimento ao povo da Líbia. De acordo com algumas lendas gregas seu suco teria a propriedade de gerar nos estrangeiros a vontade de permanecer na terra e não regressar. Na África setentrional existia um povo que se alimentava desta planta. É identificada em nossa cultura brasileira como vitória-régia (também da família das Ninfáceas) nativa das regiões amazonenses. Algumas espécies florescem na região do Mato Grosso e nas Guianas.

 

A planta cobre as planícies alagadas do oriente do Egito à China e é uma paixão asiática cultivada desde tempos remotos. É venerada em todo o mundo por milhões de pessoas que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual. Chegou ao ocidente no século IV antes de Cristo. Presenteados pelos egípcios, foram os gregos os primeiros a conhecê-la. A flor espalhou-se pelo restante da Europa, onde foi apreciada por sua beleza, particularmente pelos pintores. A história conta que certos povos da América Central já a conheciam. Sacerdotes do México, por exemplo, embriagavam-se com o efeito alucinógeno produzido por um extrato da planta pouco antes dos primeiros espanhóis pisarem na América. No Brasil, o lótus foi trazido pelos japoneses no século de XX. 

                                        

 

Mas a fama da flor de lótus transcende o âmbito espiritual e seu fascínio atinge também os estudiosos da botânica. Há muito tempo que estes especialistas tentam desvendar alguns enigmas que a planta segreda. Pesquisadores da universidade de Adelaide na Austrália, por exemplo, estudam uma estranha característica da flor: assim como os seres humanos, ela é capaz de manter sua temperatura em torno de 35 graus. Esse sistema de auto-regulação de calor, compreensível em organismos complexos, como ocorre com os mamíferos, continua inexplicável para a ciência. 

 

 

 Ainda outros cientistas do instituto botânico da universidade de Bonn, na Alemanha, estudam outra curiosidade do lótus: suas folhas são auto-limpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeiras. Devido a isto consideram-na potencialmente útil para ser aplicada na limpeza doméstica e afins.Entretanto, apesar de sua unânime beleza, sua utilidade polivalente – especialmente na esfera medicinal, das curiosidades que suscita, e das lendas que inspirou, indubitavelmente sua representatividade destaca-se no plano metafísico.

(Por Antonio Senhorinho Monteiro )

Mundo Antigo:A Civilização Assíria


Localizados na região mesopotâmica, os assírios constituem uma das várias civilizações que aparecem entre os rios Tigre e Eufrates. A formação desse império aconteceu graças ao amplo desenvolvimento de uma cultura visivelmente voltada para a guerra. Saque, destruição e massacre eram táticas comuns que asseguravam a supremacia dos assírios contra os outros povos guerreiros da região.
Além da truculência, o exército assírio era composto por uma avançada tecnologia bélica que os colocavam em vantagem sobre os demais povos. O uso dos cavalos garantia o rápido abatimento de vários inimigos no campo de batalha. Ao mesmo tempo, a infantaria era composta por uma ampla hierarquia de guerreiros que exerciam funções que tornavam a força militar assíria bastante ágil.
O tom violento da dominação assíria foi capaz de provocar a subordinação de várias populações encontradas ao longo da região mesopotâmica. Contudo, essa cultura baseada no terror e opressão, não teve condições suficientes para suportar as várias revoltas que aconteciam contra este povo. Não por acaso, em 612 a.C., os caldeus e medos conseguiram derrotar as forças do império assírio.
Sob essas novas condições, aconteceu o processo de consolidação do chamado Segundo Império Babilônico, que se estende de 612 a 539 a.C.. O auge desse novo império se desenrola no governo de Nabucodonosor, reconhecido por suas várias obras públicas, como a Torre de Babel e os suntuosos Jardins Suspensos da Babilônia, uma das mais populares construções de todo o mundo antigo.
Umas poucas menções na Bíblia, referências esparsas em autores gregos, era tudo o que se sabia da Assíria até o séc. 19. As grandes escavações empreendidas a partir de 1840 e a decifração de numerosas inscrições (só a biblioteca de Assurbanipal, de Nínive, forneceu 22 mil tábulas gravadas) permitiram reconstruir, com certa minúcia, o passado desse grande império. Restam zonas de sombras. 



As listas assírias de reis, como a de Khorsabad, encontrada em 1932-1933, ou as de oficiais epônimos (o primeiro ano de um reinado recebia o nome do rei; os seguintes, o de algum dignitário), são, todas, imcompletas e inexatas, quando não fantasiosas. As sumérias, por exemplo, a Dmuzi, de Badtibira, de 28.800 anos de reinado; a Enmenduranna, de Sipar, 72.000.


Tais numeros são inaceitáveis, quer se trate de anos solares, quer lunares; ademais os cronologistas não estão de acordo quanto à data em que os anos solares substituíram os lunares na Mesopotâmia. Acresce que certos reis cujos nomes chegaram até nós em estelas ou outros monumentos não constam de qualquer relação dinástica. O próprio conceito de dinastia é moderno e não se aplica com exatidão ao caso da Assíria, onde nem sempre houve sucessão contínua, no sentido tradicional, e nem sempre a sucessão se fez de pai para filho. A realeza parece ter passado, em certas épocas, de cidades para cidades. Em outras, várias dinastias coexistiram e houve centros simultâneos de poder. Assim, reis aparentemente distanciados no tempo foram, de fato, contemporâneos.
  A rigor,na Assíria, rei era o deus local, de que o prìncipe não passava de representante ou vigário, isto é, o que fazia as suas vezes. Não é uniforme a terminologia empregada, nem é nítida a diferença entre os títulos assírios de luggal (rei) e ensi (governador). Às vezes, o ensi é um preposto do luggar, às vezes o lugar insiste em usar o título de ensi, ou por motivo religioso (reservar o título maior para a divindade, a que pertence de direito), ou por motivo político (não ferir a susceptibilidade da população, como aconteceu cada vez que a Babilônia foi conquistada).

Fonte:historiadomundo.com.br

A Numerologia



A Numerologia é uma das mais antigas ciências esotéricas e estuda a influência dos números. Segundo ela, cada número ou valor numérico é dotado de certas características ou qualidades próprias e indicaria tendências de acontecimentos ou de personalidade.
O filósofo grego Pitágoras é considerado por alguns o pai da numerologia.
Na realidade os números acompanham a humanidade desde a pré-história, e neles, residem símbolos que nos permitem entender a verdadeira natureza do cosmos.
A numerologia esotérica é a arte e a ciência de compreender o significado espiritual e a progressão ordenada de toda manifestação. Cada palavra ou nome vibra conforme um número, e cada número tem seu significado interno.
Os números estão presentes na maior parte das atividades e das preocupações de nossa vida cotidiana. Somos movidos a ordens e números: RG, CIC, telefone, número de casa, chapa de carro, celular, conta corrente…
É por meio de uma interpretação correta de cálculos matemáticos simples que entramos em contato com o nosso ser mais profundo, podendo mudar aspectos de nossa vida, criando novos paradigmas.
A numerologia é uma ciência precisa e um instrumento poderoso que auxilia no autoconhecimento. Um mapa numerológico nos guia como uma bússola para o caminho que devemos seguir em nossa vida, mostrando nossas dificuldades, esclarecendo e resolvendo nossas dúvidas.
Dessa forma aprendemos a melhor maneira de entender e direcionar nossa vida, corrigindo erros, controlando impulsos, agindo com mais equilíbrio e compreendendo melhor às pessoas que estão ao nosso redor.
Teremos acesso também às aptidões e tendências de nossa personalidade, permitindo assim uma vida mais tranqüila e equilibrada.
Cada número traz em si um significado simbólico, e é esse simbolismo que permite transformar letras em números e interpretar palavras a partir dos conteúdos numéricos. Aprendendo a essência do simbolismo de cada número, será possível interpretar seus números pessoais.


 
Apresento um roteiro básico sobre os principais significados dos números de 1 a 9, incluindo os números mestres, 11 e 22.

- O 1 é o início, a força, a liderança, a individualidade, a independência. Ele representa o ímpeto que leva à realização. Eu Sou! Eu faço! É a unidade, Deus; e também o Eu, a personalidade individual do ser humano.
Características positivas: individualidade, espírito de liderança, criatividade, atividade, ambição, audácia, ousadia, autoconfiança, positividade, pioneirismo, persistência.
Características negativas: egocentrismo, autoritarismo, repressão, fracasso.

- O 2 é a associação, a dualidade, a cooperação, a amabilidade. É o complemento do 1, da mesma maneira que a mulher complementa o homem. É facilmente adaptável, mas pode tornar-se indeciso. Mediador, pacificador, o que busca a conciliação, o equilíbrio entre forças opostas. Representa a mãe, a que gera. Paciente e sensível, busca sempre a união.
Características positivas: espírito de colaboração, modéstia, paciência, solidariedade, receptividade, atenção, diplomacia, emoção, amabilidade.
Características negativas: timidez, medo, indecisão, necessidade de união, dependência.

- O 3 é a expressão, a comunicação, a criação. É o produto da união de 1 e 2. É a frutificação, a trindade, a multiplicidade. Representa o relacionamento com o mundo exterior, a interação social. Extrovertido, dono de um grande magnetismo pessoal, promove o desenvolvimento de todos ao seu redor, irradiando sempre alegria e entusiasmo. Sua criatividade ilimitada faz com que tudo pareça possível. É a expressão do sucesso, da sorte, da fertilidade e da beleza.
Características positivas: otimismo, talento, bom gosto, comunicação, cordialidade, sociabilidade.
Características negativas: exibicionismo, superficialidade, espírito fofoqueiro, mentira, conflitos, solidão.
- O 4 é a ação, a estabilidade, a firmeza, a segurança e o conservadorismo. É o símbolo da lei e da ordem, a manifestação do lado racional. Se por um lado é a limitação e a dureza, por outro simboliza a segurança, a estabilidade, os esforços premiados. Está relacionado com o mundo material, com o senso prático, a autodisciplina.
Características positivas: praticidade, disciplina, lealdade, organização, franqueza, espírito construtor, cautela, trabalho, resistência, amor à tradição.
Características negativas: rigidez, conformismo, avareza, apego ao passado.

- O 5 é a liberdade, a evolução, a curiosidade, a aventura. É a versatilidade através da busca de liberdade para se lançar em direção a novas oportunidades. Possuem espírito aventureiro, um magnetismo pessoal, gostam de se pôr em movimento e adoram viagens. Provocam mudanças por onde passam e também as aceitam com a mesma facilidade que as promovem. Introduzem a idéia de movimento, de velocidade e de tempo que acaba com a estabilidade, a determinação e a ordem limitada do 4. Simbolizam a revolução sem a qual a transformação e a evolução não seriam possíveis. É o número da transformação. O 5 é o transgressor.
Características positivas: entusiasmo, espírito empreendedor e aventureiro, versatilidade, liberdade, sensualidade, viagens, mudanças.
Características negativas: irresponsabilidade, inquietação, infidelidade, falta de objetivo, ímpeto que não leva a nada.

- O 6 é a harmonia, o equilíbrio, a verdade, a justiça. Representam as responsabilidades sociais e familiares. Deseja casar-se, ter um companheiro, uma família. Emanam vibrações artísticas e domésticas. Buscam um lar feliz e o sentir-se útil a uma comunidade.
Características positivas: espírito conciliador, generosidade, estabilidade, idealismo, preocupação com o lar e a comunidade, companheirismo.
Características negativas: acomodação, espírito de mártir, complicações no casamento, cobranças excessivas.

- O 7 é a análise, a investigação lógica, o misticismo e a reflexão. Relaciona-se à sabedoria, ao momento de reflexão acerca do que já conhecemos, buscando as verdadeiras respostas e não as que nos foram dadas. É o número da perfeição, integra os dois mundos e é considerado símbolo da totalidade do Universo em transformação.
Características positivas: sabedoria, tranqüilidade, introspecção, intuição, poder de análise, meticulosidade, lógica, investigação.
Características negativas: desligamento, melancolia, perda do sentido da vida, falta de objetivos.

- O 8 é o poder, a responsabilidade, a riqueza material, o reconhecimento. Depois de encontrar o real significado de sua vida, é hora de pôr-se em movimento e conquistar o que é seu de direito, inclusive – e principalmente – o lado material das coisas, o poder e o prestígio. É o início de uma nova vida, a regeneração, o renascimento, a renovação. O 8 saberá executar seus planos pautado por um senso ético e de justiça apurado, o que resultará no merecido enriquecimento.
Características positivas: poder, eficiência, prestígio, riqueza, sucesso, perseverança, perspicácia, saber, compreensão, autoridade, justiça, verdade.
Características negativas: ambição excessiva, sede de poder, materialismo desenfreado, intolerância, arrogância, desonestidade.

- O 9 é a realização, a universalidade, a abnegação, a compaixão. Representa a realização total do homem, com todas as aspirações atendidas e seus desejos satisfeitos. É capaz de se dedicar ao amor universal, incondicional, está em busca da perfeição. É o número da grande sabedoria e poder espiritual, já que contém a experiência de todos os números anteriores. Representa a plenitude espiritual. Associa-se à totalidade e à conclusão.
Características positivas: amor universal, paciência, tolerância, fé, generosidade.
Características negativas: sacrifício, fracasso, solidão, fim, fanatismo, decepção.


Vou acrescentar abaixo mais dois números considerados Números Mestres. Seu papel fundamental é realçar as características positivas ou negativas do número a que podem ser reduzidos. Dentre eles os mais estudados são o 11 e o 22 e são considerados inspiradores, criativos, deixando marcas na humanidade.

- O 11 é o idealismo, a intuição, o perfeccionismo, a clarividência e a colaboração. É um número de forte magnetismo e caracteriza as pessoas idealistas, inspiradoras, inventivas, capazes de iluminar o mundo através de idéias elevadas. O 11 também caracteriza uma pessoa com dons de mediunidade ou voltadas ao ocultismo. É o número da espiritualidade.
Características positivas: idealismo, intuição, poderes extra-sensoriais, simpatia, paciência, humanitarismo, misticismo.
Características negativas: fanatismo, desorientação, cinismo, falsa superioridade, desonestidade, mesquinhez, preguiça.

- O 22 é o trabalho, a construção, o otimismo, o poder. Caracteriza o construtor, pois usa seu raciocínio brilhante para transformar em realidade as necessidades, impulsos e ambições dos outros.
Características positivas: espírito empreendedor, raciocínio lógico apurado, lealdade, perspicácia, otimismo, generosidade.
Características negativas: cinismo, vaidade exagerada, pessimismo, não conclusão de seus projetos, complexo de inferioridade.
Mostrando o relacionamento entre os números e a vida como acabei de fazer, estou proporcionando a vocês encontrarem muitas respostas para suas vivências interiores.
Compreendam que a vida deverá ser vivida intensamente, com o objetivo de alcançarmos todas as coisas que viemos fazer, mas para isso devemos ter a coragem para ver que ela é extremamente excitante.

Fiquem na luz.

CARMEN ARABELA
Fonte:carmenarabelablog.wordpress.com
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