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domingo, 6 de novembro de 2011

As Constelações


Aos olhos dos nossos antepassados, parecia-lhes que as estrelas se agrupavam no céu, formando determinados desenhos. Assim, vários povos foram designando esses conjuntos de estrelas, utilizando nomes de animais, ou figuras mitológicas. Foram também sendo associadas a essas figuras, algumas lendas.
Diz-se que as constelações surgiram na antiguidade para ajudar a identificar as estações do ano. Por exemplo, a constelação do Escorpião é típica do inverno do hemisfério sul, já que em junho ela é visível durante toda a noite. Alguns historiadores suspeitam que muitos dos mitos associados às constelações foram inventados para ajudar os agricultores a saber quando deveriam plantar ou colher. 
 
 
 
 Uma constelação é um grupo de estrelas, que parecem estar próximas umas das outras, ligadas por traços imaginários, que formam determinados desenhos no céu.
Ursa Maior, Ursa Menor, Cassiopeia ou Andrómeda são algumas das constelações mais conhecidas, que podemos localizar no céu, no hemisfério norte.
 Se estiveres no hemisfério Sul, verás outras constelações, como por exemplo, o Cruzeiro do Sul, Triângulo Austral, Pavão ou Centauro.
As constelações não são verdadeiros grupos de estrelas, porque as estrelas que formam as constelações apenas parecem estar agrupadas, quando são vistas a partir da Terra (Se observasses a partir de um outro planeta, já não as conseguirias ver!).
 Isto acontece porque na realidade, as estrelas de uma constelação encontram-se a distâncias muito diferentes da Terra, mas nós vêmo-las projectadas na esfera celeste, como se estivessem todas à mesma distância de nós.
 



São conhecidas 88 constelações, que podem ser classificadas em:
  • Boreais ? São vistas apenas o hemisfério norte.
  • Austrais ? São vistas apenas no hemisfério sul.
  • Zodiacais - São vistas na sua maioria nos dois hemisférios.
De acordo com um estudo apresentado e publicado pelo Observatório Astronómico de Lisboa, eis a lista de constelações, correctamente denominadas em Português (Europeu):
 
 
Constelações no Hemisfério Norte
 
 
No hemisfério Norte podes encontrar: 
Andrómeda, Cocheiro, Boieiro, Girafa, Cães de caça, Cão Menor, Cassiopeia, Cefeu, Cabeleira de Berenice, Coroa Boreal, Cisne, Golfinho, Dragão, Potro (Cavalinho), Hércules, Lagartixa, Leão Menor, Lira, Lince, Pégaso, Perceu, Flecha (Sete), Triângulo, Ursa Maior, Ursa Menor e Raposinho.
 
 
Constelações no Hemisfério Sul
 
 
No hemisfério Sul, podes encontrar: 
Máquina-Pneumática, Ave-do-Paraíso, A Águia, O Altar, Cinzel, Cão Maior, Quilha, Centauro, Baleia, Camaleão, Compasso, Pomba, Coroa Austral, Corvo, Taça, Cruzeiro do Sul, Espadarte, Erídano, Fornalha, Grou, Relógio, Hidra Fémea, Hidra Macho, Índio, Lebre, Lobo, Montanha da Mesa, Microscópio, Unicórnio, Mosca, Régua, Octante, Serpentário, Orionte, Pavão, Fénix, Pintor, Peixe Austral, Popa (Ré), Bússola, Retículo, Escultor, Escudo de Sobieski, Serpente, Sextante. Telescópio, Triângulo Austral, Tucano, Vela e Peixe Voador.
 
 
Constelações na zona Equatorial
 
 
Na zona equatorial podes encontrar:
Carneiro, Aquário, Caranguejo,Capricórnio, Gémeos, Leão, Balança, Peixes, Sagitário, Escorpião, Touro e Virgem.
Fonte:explicatorium.com

A MAGIA DA NATUREZA PÁSSAROS

belissimo video ( força da natureza)

Aurora Boreal e Austral as Maravilhas da Natureza (aurora borealis & aur...

A Caridade



No dia 1º de novembro de 1868, na reunião da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec utilizou parte do seu discurso de abertura para falar sobre caridade. Suas palavras foram registradas na Revista Espírita de dezembro do mesmo ano. Vejamos:
"A caridade é a alma do Espiritismo: ela resume todos os deveres do homem para consigo mesmo e para com os seus semelhantes; é porque pode se dizer que não há verdadeiro Espírita sem caridade.
Mas a caridade é ainda uma dessas palavras de sentido múltiplo, da qual é necessário bem compreender toda a importância; e se os Espíritos não cessam de pregá-la e de defini-la, é que, provavelmente, reconhecem que isto é ainda necessário.
O campo da caridade é muito vasto; ele compreende duas grandes divisões que, por falta de termos especiais, podem designar-se pelas palavras: Caridade beneficente e caridade benevolente. Compreende-se facilmente a primeira, que é naturalmente proporcional aos recursos materiais dos quais se dispõe; mas a segunda está ao alcance de todo o mundo, do mais pobre como do mais rico. Se a beneficência é forçosamente limitada, nenhuma outra senão a vontade pode pôr limites à benevolência.



O que é preciso, pois, para praticar a caridade benevolente? Amar seu próximo como a si mesmo: ora, amando-se ao seu próximo quanto a si mesmo, se o amará muito; se agirá para com outrem como se gosta que os outros ajam para conosco, não se desejará nem se fará mal a ninguém, porque não gostaríamos que no-lo fizessem.
Amar seu próximo é, pois, abjurar todo sentimento de ódio, de animosidade, de rancor, de inveja, de ciúme, de vingança, em uma palavra, todo desejo e todo pensamento de prejudicar; é perdoar os seus inimigos e restituir o bem onde haja o mal; é ser indulgente para com as imperfeições de seus semelhantes e não procurar a palha no olho de seu vizinho, então que não se vê a trave que está no seu; é ocultar ou desculpar as faltas de outrem, em lugar de se comprazer em pô-las em relevo pelo espírito de denegrir; é ainda não se fazer valer às custas dos outros; de não procurar esmagar ninguém sob o peso de sua superioridade; de não desprezar ninguém por orgulho. Eis a verdadeira caridade benevolente, a caridade prática, sem a qual a caridade é uma palavra vã; é caridade do verdadeiro espírita como do verdadeiro cristão; aquela sem a qual aquele que diz: fora da caridade não há salvação, pronuncia a sua própria condenação, neste mundo tão bem quanto no outro".
Fonte:osmossoros.com.br
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