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sábado, 26 de novembro de 2011

A Cidade de Agartha


A palavra Agharta é de origem budista. Refere-se ao Mundo Subterrâneo ou Império, em cuja existência todos os verdadeiros budistas acreditam fervorosamente. Eles também acreditam que este Mundo Subterrâneo tem milhões de habitantes e muitas cidades, todas sob o supremo domínio de Shamballah, a capital do mundo subterrâneo, onde reside o Chefe Supremo deste Império, conhecido no Oriente como Rei do Mundo. Acredita-se que deu ordens ao Dalai Lama do Tibete, que era o seu representante terrestre e que suas mensagens eram transmitidas através de certos túneis que ligam o Mundo Subterrâneo ao Tibete. 


Túneis misteriosos e semelhantes existem no Brasil. O Brasil, no Ocidente, e o Tibete, no Oriente, parecem ser as duas partes da Terra onde os contatos entre o Mundo Subterrâneo e a superfície podem ser mais facilmente estabelecidos, devido à existência destes túneis. Nicholas Roerich, o famoso artista, filósofo e explorador russo, que viajou extensivamente pelo Oriente Distante, assevera que Lhasa, a capital do Tibete, era ligada por um túnel a Shamballah, a capital do império subterrâneo de Agharta. A entrada deste túnel era guardada por lamas que juraram conservar secreta a sua real localização, por ordem do Dalai Lama. Acredita-se que um túnel semelhante ligava as câmaras secretas da base da Pirâmide de Gizeh com o Mundo Subterrâneo, por intermédio do qual os faraós mantinham contato com os deuses ou super-homens do mundo sob a terra.

 

As várias estátuas gigantescas dos primeiros deuses e reis egípcios, bem como as de Buda, encontrados no Oriente, representam super-homens subterrâneos que vieram à superfície auxiliar a espécie humana. São geralmente representados como assexuados. Eram emissários de Agharta, o paraíso subterrâneo, que é a meta desejada por todos osverdadeiros budistas. 
As tradições budistas estabelecem que Agharta foi colonizada, pela primeira vez, há milhares de anos, quando um santo homem conduziu uma tribo, que desapareceu sob a Terra. Supõe-se que os ciganos vieram de Agharta, o que explica o seu desassossego.na superfície da Terra e suas viagens constantes em busca de sua pátria perdida. Isto faz lembrar de Noé, que era realmente um atlante que salvou um grupo merecedor, antes do dilúvio que submergiu Atlântida. Acredita-se que trouxe este grupo para um alto planalto brasileiro, onde se estabeleceu em cidades subterrâneas, interligadas por túneis com a superfície, a fim de escapar do envenenamento pelas precipitações radioativas produzidas pela guerra nuclear dos atlantes, que trouxe a inundação que submergiu seu continente. 
Acredita-se que a civilização subterrânea de Agharta representa uma continuação da civilização atlante, que, tendo se convencido da futilidade da guerra, permaneceu desde então num estado de paz permanente, fazendo progressos científicos estupendos, jamais interrompidos pela recorrência das guerras, como a nossa civilização da super fície o tem sido. Sua civilização tem muitos milhares de anos de idade (Atlântida afundou há cerca de 11.500 anos atrás),enquanto a nossa é muito jovem, com apenas uns poucos séculos de idade.

 

Os cientistas do mundo subterrâneo são capazes de aproveitar forças naturais das quais nada sabemos, como demonstrado pelos seus discos voadores, que são operados por uma nova e desconhecida fonte de energia, mais sutil que a energia atômica. Ossendowski assevera que o Império de Agharta consiste de uma rede subterrânea de cidades, interligadas por túneis, através dos quais os veículos passem a velocidades tremendas, tanto sob a Terra como sob o oceano.  
Estes povos vivem sob o reinado benigno de um governo universal, chefiado pelo Rei do Mundo. São os descendentes dos habitantes dos continentes perdidos de Lemúria e Atlântida, bem como da raça perfeita e original dos Hyperboreos, a raça dos deuses. 
Durante várias épocas da história, os super-homens ou deuses de Agharta vieram à superfície ensinar a espécie humana e salvá-la de guerras, catástrofes e destruição. A vinda dos discos voadores, logo depois da primeira explosão atômica em Hiroshima, representa uma outra de tais visitas, porém desta vez os próprios deuses não apareceram entre os homens, enviando-lhes os seus emissários. 
O épico indu Ramaiana descreve Rama como um dos tais emissários de Agharta, vindo num veículo aéreo que era, provavelmente, um disco voador. 
Fonte:mortesubita.org

Caridade, A Meta


Guarda, na mente, que a caridade em teus atos deve ser a luz que vence a sombra. Enquanto não compreendas que a caridade é sempre a bênção maior para quem a realiza, ligando o benfeitor ao necessitado, estarás na fase primária da virtude por excelência.
Poderás repartir moedas, a mãos-cheias; todavia, se não mantiveres o sentimento da amizade em relação ao carente, não terás logrado alcançar a essência da caridade.
Repartirás tecidos e agasalhos com os desnudos; no entanto, se lhes não ofertares compreensão e afabilidade, permanecerás na filantropia.
Atenderás aos enfermos com medicação valiosa; entretanto, se não adicionares ao gesto a gentileza fraternal, estarás apenas desincumbindo-te de um mister de pequena monta.
Ofertarás o pão aos esfaimados; contudo, se os não ergueres com palavras de bondade, não alcançaste o sentido real da caridade.
Distribuirás haveres e coisas com os desafortunados do caminho; não obstante, sem o calor do teu envolvimento emocional em relação a eles, não atingiste o fulcro da virtude superior.
A caridade é algo maior do que o simples ato de dar.
Certamente, a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente, qual combustível que permite o brilho da fé, na ação beneficente.
A caridade material preenche os espaços abertos pela miséria sócio-econômica, visíveis em toda parte.
Além deles, há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que renteiam contigo e esperam pela luz libertadora do teu gesto.
A indulgência, em relação aos ingratos e agressivos;
a compaixão, diante dos presunçosos e perversos;
a tolerância, em favor dos ofensores;
a humildade, quando desafiado ao duelo da insensatez;
a piedade, dirigida ao opressor e déspota;
a oração intercessória, pelo adversário;
a paciência enobrecida, face às provocações e à irritabilidade dos outros;
a educação, que rompe as algemas da estupidez e da maldade que se agasalham nas furnas da ignorância gerando a delinqüência e a loucura...
A caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho.
Exercendo-a, recorda também da caridade em relação a ti mesmo.
Jesus, convivendo com os homens, lecionou exemplificando todas as modalidades da caridade, permanecendo até hoje como o protótipo mais perfeito que se conhece, tornando-a a luz do gesto, que vence a sombra do mal, através da ação do amor.
Caridade, pois, eis a meta.
* * *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Vigilância.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Irmã Dulce,exemplo de Amor Divino



Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente - tinha 70% da capacidade respiratória comprometida - não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé.Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, professor da Faculdade de Odontologia, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, ao nascer em 26 de maio de 1914 em Salvador, Irmã Dulce recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. O bebê veio ao mundo na rua São José de Baixo, 36, no bairro do Barbalho, na freguesia de Santo Antônio Além do Carmo. A menina Maria Rita foi uma criança cheia de alegria, adorava brincar de boneca, empinar arraia e tinha especial predileção pelo futebol - era torcedora do Esporte Clube Ypiranga, time formado pela classe trabalhadora e excluídos sociais que foi o primeiro a romper com o perfil elitista do esporte baiano no início do século XX.Aos sete anos, em 1921, perde sua mãe Dulce, que tinha apenas 26 anos. No ano seguinte, junto com seus irmãos Augusto e Dulce (a querida Dulcinha), faz a primeira comunhão, na Igreja de Santo Antônio Além do Carmo.A sua vocação para trabalhar em benefício da população carente teve a influência direta da família, uma herança do pai que ela levou adiante, com o apoio decisivo da irmã, Dulcinha.
 
Irmã Dulce junto com Madre Tereza
 
 Aos 13 anos, o destemor e o senso de justiça, traços marcantes revelados quando ainda era muito novinha, faziam com que ela acolhesse mendigos e doentes, transformando a casa da família, na Rua da Independência, 61, no bairro de Nazaré, num centro de atendimento. É nessa época, em que sua casa ficou conhecida como ‘A Portaria de São Francisco’, tal o número de carentes que se aglomeravam à porta, que ela manifesta pela primeira vez o desejo de se dedicar à vida religiosa, após visitar com uma tia áreas onde habitavam pessoas pobres.Em 8 de fevereiro de 1933, logo após a sua formatura como professora,Maria Rita entrava para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Pouco mais de um ano depois, em 15 de agosto de 1934, era ordenada freira, aos 20 anos de idade, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe.A primeira missão de Irmã Dulce como freira foi ensinar em um colégio mantido pela sua congregação no bairro da Massaranduba, na Cidade Baixa, em Salvador. Mas, o seu pensamento estava voltado para o trabalho com os pobres. Já em 1935, dava assistência à comunidade pobre de Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe. Nessa mesma época, começa a atender também os operários que eram numerosos naquele bairro, criando um posto médico e fundando, em 1936, a União Operária São Francisco – primeira organização operária católica do estado, que depois deu origem ao Círculo Operário da Bahia. Em 1937, funda, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, o Círculo Operário da Bahia, mantido com a arrecadação de três cinemas que ambos haviam construído através de doações - o Cine Roma, o Cine Plataforma e o Cine São Caetano. Em maio de 1939, Irmã Dulce inaugurava o Colégio Santo Antônio, escola pública voltada para operários e filhos de operários, no bairro da Massaranduba.Nesse mesmo ano, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar doentes que recolhia nas ruas. Expulsa do lugar, ela peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários lugares. Por fim, em 1949, Irmã Dulce ocupa um galinheiro ao lado do convento, após autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes. A iniciativa deu origem à tradição propagada há décadas pelo povo baiano de que a freira construiu o maior hospital da Bahia a partir de um simples galinheiro. Já em 1959, é instalada oficialmente a Associação Obras Sociais Irmã Dulce e no ano seguinte é inaugurado o Albergue Santo Antônio.
 
 
O incentivo para construir a sua obra, Irmã Dulce teve do povo baiano, de brasileiros dos diversos estados e de personalidades internacionais. Em 1988, ela foi indicada pelo então presidente da República, José Sarney, com o apoio da Rainha Sílvia, da Suécia, para o Prêmio Nobel da Paz. Oito anos antes, no dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa João Paulo II, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra.Os dois voltariam a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Sumo Pontífice ao Brasil. João Paulo II fez questão de quebrar o rigor da sua agenda e foi ao Convento Santo Antônio visitar Irmã Dulce, já bastante debilitada, no seu leito de enferma. Cinco meses depois da visita do Papa, os baianos chorariam a morte do Anjo Bom. No velório, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, políticos, empresários, artistas, se misturavam a dor das milhares de pessoas simples, anônimas. Muitas delas, identificadas com o que poderíamos chamar do último nível da escala social, justamente para quem Irmã Dulce dedicou a sua obra.
Fonte:minhaprece.com

Feng Shui:O Poder do Sal



A palavra Sal vem do grego hals e halos, que tanto significa sal como mar. Da mesma raiz se deriva a palavra halita, dada ao cloreto de sódio encontrado em depósitos naturais, que é o sal gema.

Platão falava que “o Sal é uma substância cara aos Deuses”

Antigamente, sacerdotes usavam o sal para afastar os demônios. No Egito Antigo, o sal foi considerado um produto sagrado e era oferecido aos Deuses. Os romanos consideravam o sal um símbolo de sabedoria, e por isso usavam-no num ritual aos recém-nascidos, derramavam sal sobre eles para que nunca faltasse a sabedoria.
Gregos e romanos, para agradar deuses do lar, faziam sacrifícios de animais. Era comum por sal na cabeça do animal sacrificado, para purificar a casa. Também para os hebreus o sal era elemento de purificação, assim como os cristãos, que no batismo colocavam sal nos lábios de recém-nascidos.
Na Idade Média o sal era usado para afastar os maus espíritos, os demônios e as bruxas das casas, jogando sal nas portas, janelas e chaminés. Na obra de Leonardo da Vinci A Última Ceia retrata um saleiro derrubado diante de Judas e apontando na sua direção. Nesta época dizia-se que alguém que entornasse sal deveria pegar um punhado do que foi derramado e lançá-lo para trás do ombro esquerdo, lado que representava o mal.
Os árabes citam recomendações de Maomé: “começar pelo sal e terminar com o sal; porque o sal cura numerosos males”. No Marrocos coloca-se sal nos lugares escuros para espantar os maus espíritos. No Laos e Sião, as mulheres grávidas lavam-se diariamente com água e sal para proteger-se contra as maldições. Nos países Nórdicos, o sal e coloca junto ao berço das crianças, para protegê-las.
No Havaí, a pessoa que volta de um funeral joga sal sobre ela mesma, para afastar maus espíritos não venham com ela do enterro. Os japoneses têm o costume de deitar sal na soleira da porta de suas casas depois de alguém não desejado ou negativo ter saído.
Nos dias atuais, o sal continua sendo muito usado por vários povos com muita força mística. É usado no esoterismo e bruxaria para afastar as energias ruins e os maus espíritos. O sal grosso e o sal marinho são muito usados para eliminar a energia negativa de ambientes e das pessoas. O sal tem a propriedade de atrair a os íons negativos dos ambientes e das pessoas.
Residências e empresas que têm a energia negativa sofrem um desequilíbrio energético que atua negativamente nos ambientes e energia das pessoas. É muito comum esta energia negativa ficar concentrada nos cantos dos ambientes e na porta de entrada principal do imóvel.




 O sal é um potente elemento no combate das energias em conjunto com outros elementos. Veja algumas formas de usar o sal no equilíbrio, proteção e purificação da sua casa:
- Coloque atrás da porta de entrada de cada ambiente da casa ou empresa um copinho plástico de café cheio de sal. O sal irá absorver as más energias deste ambiente. Trocar o copo com sal uma vez por semana.
- Coloque atrás da porta de entrada principal dos ambientes um copo de vidro americano com água e uma medida de dedo de sal. A combinação de água com sal é um poderoso catalisador de más energias. Trocar a água com sal uma vez por semana.
- Coloque atrás da porta de entrada principal dos ambientes um copo de vidro americano com água, uma medida de dedo de sal e um pedaço de carvão vegetal. A combinação de água, sal e carvão é um poderoso catalisador de más energias. O carvão fica boiando no topo do copo. Trocar a água com sal toda vez que o carvão afundar.
- Coloque nos ambientes principais o seguinte “enfeite energético”: numa peça de vidro coloque sal grosso até a borda. Por cima coloque dentes de alho, pimenta vermelha, cristal de quartzo branco e turmalina preta. Esta pilha irá absorver as más energias nos ambientes. Trocar o enfeite a casa 30 dias. Jogue fora o alho, pimenta e sal. Lave bem as pedras e o vidro.
- Uma vez por mês lave o chão do imóvel com uma mistura de água com sal. Coloque num balde de 10 litros água comum e uma colher de sal. Acrescente uma tampa de anil liquido e uma colher de sopa de alfazema. Passe um pano no chão mergulhado nesta mistura do fundo do imóvel para frente. Termine na porta de entrada. Isto irá eliminar as más energias e deixará os ambientes mais calmos.





 Cuidando de você – O banho com água e sal

Vamos nos limpar agora. O banho de sal grosso é o chamado “descarrego” das más energias que acumulamos no dia a dia. É recomendado para eliminar as toxinas, porque o sal anula o excesso de energia e limpar a sua aura. Na hora de tomar seu banho, prepare a solução de água com sal para a limpeza. Num balde coloque um litro de água morna e uma colher de açúcar de sal. Misture bem ate que vire salmoura. Comece por tomar o seu banho normal. Em seguida, tome um segundo banho de chuveiro para retirar o excesso de sal. Faça esta limpeza uma vez por mês.
Também pode jogar a água com sal direto no corpo do pescoço para baixo. Nunca jogue na cabeça.
Outra alternativa é usar o sal grosso junto com o sabonete na hora de ensaboar. No final retire o excesso de sal tomando uma boa “chuveirada”.
Faça estes banhos quando sentir vontade ou quando sentir cansaço. Há muitas formas de usar o sal para equilíbrio físico e dos ambientes. Use com regularidade e boas energias!
Fonte:fengshuieboasenergias.blog.terra.com.br

As Sibilas


O tão famoso Templo de Apolo tinha a seu serviço jovens gregas que eram escolhidas de famílias ricas para prestar culto ao deus Apolo e atuar como intermédio no oráculo. Eram as profetisas do templo. As também chamadas Sibilas.
Do dicionário, a definição para sibila é bruxa, mulher sábia e sacerdotisa. Embora as mais famosas fossem as que prestavam culto ao deus Apolo, existiram sibilas também em outras civilizações. como as persa, libanesa, hebraica, délfica, etrusca, etc.
 

As Sibilas na história:
 
 
Na Pérsia existiu uma profetisa chamada Sibilina Babilónica, e ela profetizou os feitos de Alexandre O Grande. Na Líbia, havia uma Sibila de Amon, que num templo de Amon, ( Zeus), que aconselhou Alexandre O Grande aquando da sua conquista do Egito. No templo de Apolo, em Delfos, também existia uma Sibila de grande poder, procurada por pessoas de todo o mundo.
Em Roma, existiu também uma Sibila Etrusca, que foi consultada por César. Existiu também um Livro Sibilino, um conjunto de oráculos provindos da Sibila de Cumas, compilado pelo Rei Tarquinio 534 a.C. - 509 a.C..
A sibila de Cumas era natural da jónia, ( Turquia), e o seu dom profético revelou-se desde o seu nascimento. A sibila de Cumas profetizava as suas revelações em versos.
A ela estão ligadas profecias de inestimável valor e surpreendente veracidade, sobre a grande mudança que sofreu o império romano, assim como sobre o nascimento de Jesus e o Cristianismo.
 
 
 
 
As sibilas praticavam as artes da adivinhação através do contacto com espíritos, fazendo-a através de diversos métodos. Alguns deles ainda hoje são conhecidos: piromancia, necromancia, leituras de pêndulos e varas, incorporação, etc
Na antiguidade, o dom da adivinhação era visto como uma capacidade divina, que alguns possuíam. Essas pessoas que tinham o dom de contactar com os espíritos, usavam diversos rituais como forma de invocar as divindades e também de receber delas as respostas ás suas questões. A mancia, é o termo Grego que exprime a capacidade de prever o futuro com recurso á comunicação com o mundo espiritual.
As Sibilas , ( também conhecidas por Pitias ou Pitonisas), consultavam Apolo usando métodos de incorporação, e o seu templo principal situava-se em Delfos,; Afrodite era consultada pelas suas profetizas na ilha de Chipre, onde se situava o templo de Pafos, através de meios necromânticos, usando as entranhas e os fígados de vitimas sacrificiais; A Deusa Atena era consultada atraves de um oráculo de ossos e conchas; O deus Asclépio, ( responsável por lendárias curas inexplicáveis milagres no campo da saúde), possuía o seu Templo em Tebas, e era consultado por incubação, ou seja, atraves dos sonhos.
Fonte:circulandomagia.blogspot.com
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