Conhece -te a Ti mesmo !



WELCOMES

Seguidores

Seja Bem Vindo!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Ectoplasma



  O Ectoplasma é geralmente conhecido como um plasma de origem psíquica, que se exsuda principalmente do médium de efeitos físicos, e algo dos outros médiuns.
Trata-se de substância delicadíssima que, situa-se entre o perispírito e o corpo físico. Embora seja algo disforme, é dotada de forte vitalidade, por cujo motivo serve de alavanca para interligar os planos físico e espiritual.
Historicamente o ectoplasma tem sido identificado como algo que é produzido pelo ser humano que, em determinadas condições, pode liberá-lo, produzindo fenômenos diversos.
O Ectoplasma é de difícil manipulação, é pegajoso, não se molda facilmente, por isso exige treinamento e técnicas para que os espíritos se utilizem deste fluido.
Não é o espírito que se materializa e sim o ectoplasma que se adere a forma do perispírito do espírito.

Pode ocorrer materialização sob o efeito da luz branca mas é necessário ter muito ectoplasma (em abundância), também é difícil tirar-se foto com flash de materialização, porque no momento do flash há interferência.
 Não é o ectoplasma puro que exala do médium que é usado diretamente nas materializações, é necessário combiná-lo com outros fluidos (espirituais, físicos (kundalini-material , líquido nervoso + líquidos
do corpo do médium e da natureza) ou seja na materialização é utilizado ectoplasma elaborado.



A presença de apenas uma pessoa incrédula no ambiente dificulta ou até impede a aderência do ectoplasma no perispírito do espírito.
 Todos os estudos feitos, sobre as materializações de espíritos e os chamados “efeitos físicos”, demonstram que esses fenômenos ocorrem somente na presença de pessoas que podem fornecer ectoplasma.
Isto leva à óbvia conclusão de que os espíritos não “produzem” ectoplasma. Eles apenas podem manipulá-lo.
Uma observação mais cuidadosa leva, inclusive, à conclusão de que esta “manipulação” somente pode ocorrer com a conivência, consciente ou “inconsciente” dos encarnados que fornecem o ectoplasma.

 Se assim, não fosse, esses fenômenos ocorreriam com tal freqüência e intensidade, no cotidiano da humanidade, que os desencarnados passariam a participar diretamente do mundo dos encarnados.
Deste modo, pode-se deduzir que o ectoplasma é um atributo do corpo físico, portanto da matéria, uma vez que o corpo humano é material, embora seja controlado pelo espírito nele encarnado.




 
O que se pode admitir que aconteça é que, os espíritos encarnados, em contato com a matéria (corpo), durante a encarnação, manipulam-na (a matéria) de tal modo a produzirem o que chamamos de ectoplasma.
Essa produção se daria, de modo automático e inconsciente, desde a concepção até o desencarne.
Segundo André Luiz, o ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispirítica, assim como um produto de emanações da alma pelo filtro do corpo (duplo etérico), e é recurso peculiar não somente ao homem, mas a todas as formas da Natureza.
 Este tipo de raciocínio indica, novamente, a existência de outra matéria, “paralela” à que conhecemos e
o ectoplasma seria constituído por esta matéria.
Esta matéria seria coexistente com a matéria conhecida, porém, de uma densidade muito menor.

Fonte:espiritualismo.hostmach.com.br

Swedenborg


Emanuel Von Swedenborg, nascido em Estocolmo a 29 de janeiro de 1688, filho de um bispo da Igreja luterana sueca, viveu na austera atmosfera evangélica alguns anos de sua vida. Foi profundo estudioso da Bíblia.
Estudou em Upsala e visitou a Alemanha, a França, a Holanda e a Inglaterra, a fim de ampliar seus extensos conhecimentos de matemática, mecânica, astronomia, geologia, mineralogia.
Aos 22 anos publicou um volume de versos latinos e aos 28 foi nomeado assessor de minas do governo sueco. Versátil, tanto quanto Leonardo da Vinci, criou engenhos mecânicos para transportar barcos por terra, analisou a economia da moeda corrente, a produção e o custo do álcool , a aplicação do sistema decimal, a relação entre importações e exportações e a economia nacional.
Próximo aos 30 anos, voltou-se para a paleontologia, a geologia, o estudo dos fósseis e chegou a desenvolver uma avançada teoria sobre a expansão nebular, para explicar a origem do sistema solar. Dedicou-se também aos estudos da Medicina e da Fisiologia. Era hábil em latim, grego, inglês, além de sua língua pátria e chegou a estudar hebraico, a fim de empreender uma reinterpretação do Velho e do Novo Testamento.


A primeira parte de sua vida foi notadamente voltada para o intelecto. Contudo, embora ainda menino tivesse visões, foi em abril de 1744 que se iniciou uma nova etapa, a da investigação em busca de conhecimentos sobre a alma humana relacionada com Deus e o universo numa estrutura da idéia cristã.
Conforme suas palavras, "...O mundo dos Espíritos, do céu e do inferno, abriu-se convincentemente para mim, e aí encontrei muitas pessoas de meu conhecimento e de todas as condições. Desde então diariamente o Senhor abria os olhos de meu Espírito para ver, perfeitamente desperto, o que se passava no outro mundo e para conversar, em plena consciência, com anjos e Espíritos."
Considerado como um dos precursores das idéias espíritas, em suas obras "Céu e Inferno", "A nova Jerusalém" e "Arcana Caelestia" descreveu o processo da morte e o mundo do além, detalhando sua estrutura. Falou de casas onde viviam famílias, templos onde praticavam os cultos, auditórios onde se reuniam para fins sociais. Descreveu várias esferas, representando os graus de luminosidade e de felicidade dos espíritos. Afirmou não existirem anjos e demônios, mas simplesmente seres humanos, saídos da carne e em estado retardatário, ou altamente desenvolvidos. Descartou a possibilidade da existência de penas eternas. 
 Fonte:autoresespiritasclassicos.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A Terra,na escala espiritual dos Mundos



Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na Casa de meu Pai;
se assim não fora, eu vo-lo teria dito (João 14:1-2).

A casa do Pai é o Universo todo, e as diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, oferecendo aos Espíritos estações apropriadas ao cumprimento de um prolongado processo evolutivo. Os diversos mundos possuem condições muito diferentes uns dos outros, no tocante ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes, pois nem todos desfrutam do mesmo grau de progresso, existem mundos inferiores à Terra, tanto física como moralmente, outros estão no mesmo nível e outros lhe são mais, ou menos, superiores em todos os aspectos.
Os Espíritos, ao longo do seu processo evolutivo, habitam as diferentes moradas da Casa do Pai, tendo como ponto inicial o estado de simplicidade e ignorância; caminham através de uma escala bastante prolongada, possuindo como meta a angelitude, nos mundos que já atingiram um grau superior de evolução, as condições da vida moral são muito diferentes daquelas que se verificam na Terra.
O corpo nada tem da materialidade terrena e não está, por isso mesmo, sujeito às necessidades, às enfermidades e às deteriorações oriundas da prevalência da matéria, a menor densidade específica torna mais fácil a locomoção. A Doutrina Espírita propicia aos homens uma visão bem mais clara e ampla do Universo, fazendo com que eles descortinem novos horizontes, animando-os da certeza da imortalidade da alma e do futuro radiante e grandioso que os aguarda. Embora seja tarefa sumamente difícil fazer uma classificação absoluta dos mundos, os Espíritos estabeleceram uma escala com cinco categorias distintas:

V
MUNDOS DIVINOS OU CELESTES Onde moram os Espíritos purificados e o bem reina plenamente.
IV
MUNDOS FELIZES Onde o bem predomina sobre o mal
III
MUNDO DE REGENERAÇÃO Onde as almas que ainda têm algo a expiar adquirem novas forças, repousando das fadigas da luta.
II
MUNDO DE EXPIAÇÃO E PROVA Onde o mal predomina.
I
MUNDO PRIMITIVO Onde se verificam as primeiras encarnações da alma humana.

A Terra está situada na faixa dos mundos de expiações e de provas, nela ainda predominando o mal; entretanto, afirmam os Espíritos Benfeitores que, futuramente, ela ascenderá à categoria de mundo de regeneração. Espíritos que habitam os mundos mais adiantados podem reencarnar na Terra para o desempenho de determinadas missões. Os apóstolos de Jesus, sem sombra de dúvida, eram Espíritos de elevada hierarquia, que aqui vieram com a missão grandiosa de acompanhar o Mestre no seu sublime messiado.
Espíritos elevados que eram, encarnaram num mundo denso, onde predominava a maldade; eles sentiram-se deslocados e por isso, Jesus lhes disse: "Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim", acrescentando logo a seguir: "Há muitas moradas na Casa de meu Pai, se assim não fosse eu vos teria dito" (João 14:1-2). Como se pressentindo que aqueles homens se sentiriam desprotegidos e desemparados após a sua partida para as regiões celestiais, o Mestre lhes acenou com a afirmativa de que "Ele iria na frente para lhes preparar o lugar".
Isso naturalmente, para lhes demonstrar que, dada a elevação de seus Espíritos, eles não eram deste mundo e a eles estavam reservadas moradas nas regiões mais sublimes, este ensinamento de Jesus não era exclusivamente destinado aos apóstolos, mas extensível a todas as criaturas.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Diversas categorias de mundos habitados Destino da Terra
Progressão dos mundos Mundos de expiações e provas
Mundos regeneradores Mundos superiores e inferiores

Fonte:comunidadeespirita.com.br

O Umbral


 O Umbral é uma região do astral inferior, um zona obscura onde habitam espíritos desencarnados endividados, perturbados, desequilibrados e revoltados de toda espécie. A palavra difundiu-se muito e equivale ao inferno e purgatório dos católicos.
O umbral é uma faixa de freqüência vibratória a que se ligam os espíritos desequilibrados, cujos interesses, desejos, pensamentos e sentimentos têm afinidade.
De acordo com a Lei da Afinidade – uma das leis universais –, os espíritos se atraem por afinidade daquilo que pensam e sentem. Isso ocorre tanto no mundo espiritual quanto no mundo terreno.
Por conta disso, no umbral há regiões onde os espíritos se agrupam por afinidade, formando regiões vibratórias específicas, como o Vale dos suicidas, dos drogados, dos que sofrem de distúrbios psíquicos, de desequilíbrios sexuais, etc.


 
Há regiões também no umbral onde abortados e aborteiros vivem lado a lado na faixa vibratória de seus atos.
No entanto, apesar de toda perturbação e desequilíbrio dos habitantes das trevas, há disciplina, organização e hierarquia no umbral cujas lideranças são constituídas de seres inteligentes que arquitetam muito bem seus métodos visando atingir seus propósitos – prejudicar seus semelhantes encarnados e/ou desencarnados.

 

Não obstante isso, o umbral é necessário para o bem do próprio espírito desencarnado, para que o mesmo possa se libertar de energias tóxicas e, quando for resgatado das trevas e encaminhado ao Astral Superior, ao plano espiritual de Luz, não venha a desequilibrar o seu ambiente saudável.
É importante esclarecer também que o umbral não é um local de punição ou banimento, mas uma região para tratamento, onde os espíritos profundamente desequilibrados encontram um meio para suas aprendizagens e curas.
Fonte:somostodosum.ig.com.br

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Shankara Acharya



Sri Shankara é considerado um dos grandes mestres da tradição de Advaita (não-dual) Vedanta. Ele nasceu em Kaladi, no estado de kerala, no sul da Índia e viveu no século VIII de nossa Era.Tornou-se um Sadhu (renunciante),partindo de casa muito jovem. Estudou sob a orientação do mestre Govindapada, que vivia às margens do rio Narmada, no oeste da Índia, e viajou a pé por todo o país, como era costume na época. Devemos a Bhagavan Shankara a forma escrita da tradição do ensinamento dos Vedas, que atravessou os séculos e chegou até os nossos dias, intacta em sua essência. Ele não somente conseguiu transmitir o ensinamento em forma escrita num estilo muito agradável e profundo, como escreveu também comentários sobre esse ensinamento. São os comentários de Shankara que formam a base para a tradição do ensinamento conhecido como Vedanta. Podem ter havido outros comentários escritos sobre o ensinamento, mas foram os de Sri Shankara que permaneceram e foram seguidos por todos aqueles que vieram depois dele.
 

   É dito que Sri Shankara morreu aos trinta e dois anos, no norte da Índia, perto de Badrinath. Ele não foi o iniciador de Advaita Vedanta, mas sim um dos elos dessa antiga tradição de ensino. Não criou nada novo, mas tratou de questões contemporâneas do ponto de vista do ensinamento, o que fez dele um grande mestre e símbolo do próprio conhecimento que transmitiu.

   Quatro foram seus principais discípulos – Sureshvara, Padmapada, Totaka e Hastamalaka. Sri Shankara fundou quatro centros de estudos nos quatro cantos da Índia, e em cada um desses estabeleceu um de seus discípulos. São esses –Sringeri (ao Sul), Jagannath (a Leste), Badri (ao Norte) e Dwaraka (a Oeste). Todos estes continuam fortes reservatórios de estudo dos Vedas, particularmente do ensino tradicional de Vedanta.
Fonte:savitriyogaschool.webnode.com
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...