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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

As Pedras de Ale




Ales Stenar é um espantoso e enigmático monumento pré-histórico .





Ele tem maravilhado e intrigado os visitantes durante séculos, primeiro devido à sua fabulosa localização bem no alto da falésia de Kåseberga que dispõe duma vista idílica sobre o mar Báltico, e em segundo lugar devido à sua dimensão e à disposição dos megálitos em forma de um navio.
 
 
 
 
 A escassos metros da pitoresca aldeia piscatória de Kåseberga, esta edificação megalítica de 59 pedras continua a intrigar todos os que a contemplam. 
 
 

 
Apesar dos estudos arqueológicos já realizados em Ales Stenar, tudo permanece envolto em mistério, mas sabe-se que data do período Viking da Idade do Ferro.
 

Pan Gu e a criação do mundo



Mitos antigos chineses descrevem a criação do universo, a origem dos seres humanos, e o surgimento da cultura. Eles são parte da herança cultural chinesa de 5 mil anos.

Por exemplo, estes mitos antigos contam a história de como a terra foi formada. Nos tempos antigos, os pais contavam aos filhos que o universo foi criado por Pan Gu. Esta tradição foi passada por mais de 2000 anos. O primeiro escritor a registrar o mito de Pan Gu foi Zheng Xu durante o período dos Três Reinos (184-280 a.C.).

Muito antes de o universo ser criado, havia escuridão e caos em toda parte. Dentro da escuridão foi formado um ovo. O gigante Pan Gu nasceu nele. Ele dormiu neste grande ovo por milhares e milhares de anos.



Quando ele acordou, estava escuro dentro do ovo. Pan Gu esticou os braços e as pernas, desta forma quebrando e abrindo o ovo. O leve e claro qi yang ascendeu e formou o céu. Ao mesmo tempo, o pesado e denso qi yin descendeu transformando-se na terra. Desde então, o universo é composto do céu e da terra.

Enquanto Pan Gu esteve entre o céu e a terra, dia após dia, o céu ficava mais alto, e a terra ainda mais profunda e densa. Desta maneira, Pan Gu se tornou mais e mais alto. Levou outros 18 mil anos até que o céu não pudesse mais se expandir e a terra não pudesse mais se aprofundar. Assim, Pan Gu se tornou um gigante que sustentava o céu e a terra, e desta forma o universo não iria se reverter no estado caótico de antes.

No entanto, Pan Gu era o único homem entre o céu e a terra. O estado do mundo mudava de acordo com o estado de suas emoções. Quando ele estava contente, o céu estava claro e quando ele estava com raiva, o tempo ficava nublado e sombrio. Seu choro trazia chuva e seu suspiro os ventos fortes. Quando ele piscava, o céu brilhava com raios, e quando roncava os trovões rugiam estrondosos.




Muitos e muitos anos se passaram, o céu se tornou extremamente alto e a terra igualmente espessa. Pan Gu tinha cumprido sua missão e dedicou todo o seu corpo ao universo e aos seres humanos. 

Diferentes partes do seu corpo se transformaram no sol, na lua, nas estrelas, nas montanhas, nos rios, na vegetação, etc.

Quanto à origem do povo chinês, lendas antigas nos contam que Nu Wa criou os seres humanos e que todos eles são seus descendentes.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma Carta Materna




Meu filho, se procuras a bênção da felicidade, não te esqueças de que o Reino do Céu começa em nosso próprio coração e de que o primeiro lugar onde devemos trabalhar por ele é na própria casa onde vivemos.

A alegria verdadeira nem sempre é daqueles que dominam, mas nunca se aparta das almas generosas que aprendem a espalhar o bem.

Se queres que a tranqüilidade te acompanhe, busca ser útil.

Por que foges de teu pai, quando, cansado e abatido, mostra uma fisionomia preocupada?

Por que te afastas da mãezinha, quando observas o orvalho das lágrimas em seus olhos?

Aproxima-te deles e faze-lhes sentir que tens um coração compreensivo e amoroso.

 



Um fio d’água transforma o deserto em oásis. Um gesto de carinho opera milagres. Quanta gente espera construir o Reino de Deus, acendendo fogueiras de entusiasmo na praça pública e esquecendo no frio da indiferença aqueles que o Céu lhes confiou! ...

Guarda a paz contigo, a fim de que a possas distribuir.

Entre as paredes do lar, Deus situou a nossa primeira escola.

Se não sabemos exercer a tolerância e a bondade com cinco ou dez pessoas, que esperam pelo nosso entendimento e pelo nosso auxílio, debalde ensinaremos o caminho do bem-estar para os outros.

O primeiro degrau do Paraíso chama-se Gentileza. Aprende a ajudar para que outros te ajudem e, onde estiveres, serás sempre um valoroso operário na edificação do Reino Divino.

 

 pelo Espírito Meimei - Do livro: Pai Nosso, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Fonte:Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A Borboleta e a Flor



Certa vez, um Homem pediu a Deus que lhe desse uma Flor e uma Borboleta; mas Deus lhe deu um Cacto e uma Lagarta.

O Homem ficou triste, pois não entendia o porquê do seu pedido vir errado. Daí pensou: “Também, com tanta gente para atender...”, e resolveu não questionar.

Passado algum tempo, o Homem foi verificar o pedido que deixara esquecido; para a sua surpresa, do espinhoso e feio Cacto havia nascido a mais bela das Flores. E a horrível Lagarta transformara-se em uma belíssima Borboleta.




MORAL DA HISTÓRIA: DEUS SEMPRE AGE CERTO.

O caminho de Deus é o melhor a ser seguido, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu à Deus uma coisa e recebeu outra, confie; tenha certeza de que Deus sempre dá o que você precisa, no momento certo.

 Nem sempre o que você deseja... Mas é o que você precisa. Como Deus nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. 




O ESPINHO DE HOJE... SERÁ A FLOR DE AMANHÃ!!!


Fonte: http://amaivos.uol.com.br

Abraxas




Na gnose grega o nome Abraxas simboliza o Supremo Poder. Designa a divindade (o "arconte") que rege o Sistema Solar e que concentra a potência dos planetas. 

A análise numerológica dessa palavra, em grego, resulta no número 356, que é o número de dias do ano solar.

 Abraxas é representado com o corpo humano (forma divina) e cabeça de galo (emblema da vigilância e da clarividência). 




 Segura na mão esquerda um escudo (sabedoria) e na mão direita um chicote (poder dinâmico ou força vital). 

Seus membros inferiores terminam em duas serpentes (a mente ou sentido interno; a palavra criadora e a rapidez de compreensão).

 Esta figura costuma ser representada em um carro puxado por quatro cavalos brancos, símbolos dos quatro éteres por meio dos quais circula o poder solar através do universo. 

Fonte: topgyn.com.br
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