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quarta-feira, 12 de março de 2014

Ártemis





Ártemis é filha de Zeus com a ninfa Leto, ela é irmã gemea de Apolo o deus do sol.
 
Ártemis é a deusa da caça e da lua, é a mais pura entre as deusas, Ártemis fez um voto de virgindade do qual ela nunca quebrou.
 
 
 
 
Leto sofreu muito, pois quando seus gemeos estavam prestes a nascer Hera a proibiu de ter os filhos em terra firme, mas Leto acabou encontrando uma ilha flutuante onde teve seus filhos Ártemis nasceu primeiro assim ajudando a mãe no parto do irmão.
 
 
 
 
Ártemis recebeu um arco e flechas de prata e uma lira também de prata de seu pai Zeus, seu irmão Apolo recebeu os mesmos presentes só que estes eram feitos de ouro, Ártemis recebeu o título de rainha dos bosques, tendo como corte as ninfas que habitavam os bosques.
 

segunda-feira, 3 de março de 2014

A Paramnésia





Muitas pessoas que vão pela primeira vez a determinado lugar, têm a impressão de já haver estado aí, reconhecendo o ambiente com as suas características. Pergunta-se: como explicar tal fenômeno, dito de paramnésia, senão pela reencarnação ? 

Em vida pregressa, a pessoa já teria visitado tal lugar. – A propósito podem-se fazer quatro ponderações, que dispensam a reencarnação:




a) Às vezes, a pessoa não esteve conscientemente no lugar, mas lá esteve inconscientemente; ora o inconsciente (mesmo o de uma criança de colo) colhe impressões e as guarda latentes. Digamos, pois, que uma criança seja levada a uma praça pública ou a um cemitério; trinta anos mais tarde supostamente, essa pessoa volta a tal ambiente; compreende-se que o reconheça imediatamente … Afirmará conscientemente já ter visitado o lugar – o que será verdade, não, porém, numa encarnação anterior.

b) Pode acontecer também que a pessoa tenha visto imagens do lugar em fotografias de livros ou filmes – o que leva a crer que já tenha estado no lugar.

c) Existe também a explicação pela hiperestesia. Há pessoas cujo inconsciente é capaz de ler o inconsciente de outrem, como dito . Ora, se vou ao Japão pela primeira vez e tenho a impressão de já ter estado lá, posso perguntar-me se nunca me achei ao lado de uma pessoa que já tivesse estado no Japão. Caso positivo (o que é plausível), eu terei percebido inconscientemente o que o amigo vira conscientemente e trazia no seu inconsciente.

d) Acontece também que há muitos objetos semelhantes, de modo que, ao dizermos que já vimos algo, podemos estar confundindo esse algo com algum semelhante. Em suma, há várias explicações para o fenômeno da paramnésia dotadas de base científica; a única destituída de fundamento seria o recurso à reencarnação.




Fonte:http://descubranarnia.wordpress.com/

A Lenda da Rosa Azul




Existem muitas lendas que envolvem a rosa azul, uma delas conta que um sultão tinha uma filha, bela, formosa, porém teimosa. Já em idade de se casar, a jovem princesa insistia em não escolher nenhum pretendente para ser seu marido, porém o sultão insistia.

 A jovem bela e formosa para se livrar da insistência do pai, decidiu que só se casaria com o pretendente que lhe trouxesse uma linda rosa azul. O sultão espalhou então o decreto pela cidade, de que aquele que trouxesse a mais bela rosa azul, teria a honra de se tornar esposo de sua filha, a linda e teimosa princesa.
Muitos se entusiasmaram, porém encontrar uma rosa azul, era uma missão praticamente impossível. Um jovem nobre, pensou em impressionar a linda princesa esculpindo numa bela safira a figura de um rosa, porém foi rejeitado e expulso do palácio do sultão, a princesa queria uma rosa verdadeira e não um objeto inanimado que representasse uma rosa azul.



Um espertalhão que vivia a vida a cometer furtos pela cidade, ao saber do decreto do sultão e do desejo da princesa em se casar somente com um pretendente que lhe trouxesse uma verdadeira rosa azul, valeu-se de sua esperteza e foi consultar uma velha bruxa eremita que vivia distante da cidade. A velha senhora ensinou-lhe então que ele deveria pegar uma rosa branca e coloca-la num copo com água e um pigmento azul, e esperasse até o dia seguinte.
 Assim foi feito, o espertalhão, agiu como a velha bruxa lhe recomendou e na manhã seguinte, tinha a tão falada rosa azul. Correu ao palácio e apresentou o feito ao sultão, que entusiasmado correu para a filha e mostrou a tal rosa azul. 
A princesa como era muito inteligente esmagou as pétalas e disse ao pai que aquilo era um embuste e que aquela rosa era na verdade branca, e que o pretendente havia apenas colorido as pétalas de forma artificial.



Desolado o sultão já não sabia mais o que fazer. Quando um belo dia de seu quarto, a jovem princesa ouve um bardo a cantarolar as mais belas melodias;  o encantamento foi tão grande que a jovem o convida para subir até a sua varanda e lá permanecem um bom tempo juntos a cantarem, trocarem poesias, etc. 
O amor nasce entre os dois, e ao fim da conversa a princesa pergunta-lhe se ele aceitava se casar com ela?! Ele imediatamente aceita, porém a princesa o lembra de que havia feito uma exigência ao sultão, de que só se casaria se fosse com um jovem que lhe trouxesse a tal rosa azul, e que portanto não poderia voltar atrás no que havia dito.  O jovem bardo não se afligiu e disse, não se preocupe, amanhã tratei a bela rosa azul.
No dia seguinte, o jovem bardo, surge no palácio com uma bonita rosa cor-de-rosa, mostra ao sultão e diz que aquele é a mais bela rosa azul que havia encontrado para oferecer à princesa, o sultão espantado lhe diz que aquilo era uma rosa cor-de-rosa e que a princesa não iria aceitar; mas que iria apresenta-la na mesma.



O sultão segue para o quarto da filha, e lhe diz que um jovem bardo lhe havia trazido a tal sonhada rosa azul, mas que ele, o sultão, não via isso, o que ele via na verdade era uma rosa cor-de-rosa. 
A princesa (apaixonada) e muito inteligente, ao ver a rosa cor-de-rosa, exclama estupefata que jamais supunha que uma rosa azul fosse assim tão linda e que se casaria com o jovem bardo, já que ele foi o único a conseguir encontrar a tal rosa “azul”.
Entre feitos, sonhos, amores e desamores, a rosa,  seja amarela, vermelha, branca ou azul, permeará por todo o sempre na vida do ser humano como um dos símbolos mais sublimes da mãe natureza!
Fonte:http://blogdasflores.com/

O Nobre Caminho Óctuplo





O caminho para a Sabedoria passa no Budismo pelo “Nobre Caminho Óctuplo” (com oito vias), que nas palavras de Buda, proferidas em Benares seria:




“Aqui tendes, ó monges, a Nobre Verdade sobre o caminho que conduz ao fim do sofrimento. É o caminho Óctuplo, ou seja,

o entendimento correcto,
o pensamento correcto,
a palavra correcta,
a acção correcta,
o modo de existência correcta,
o esforço correcto,
a atenção correcta e
a concentração correcta.”



Nesta lista, cuidadosamente ordenada, está o “entendimento correcto”, que significa que se o Homem quer fazer cessar o seu Sofrimento (Dukkha) deve começar por observar o mundo que o rodeia, e notar nele a sua permanente instabilidade e impermanência, entendendo-o como uma “Ilusão”, e identificar sobretudo a maior de todas as ilusões: a da existência de um “Eu”. 
Quando se aperceber da verdadeira realidade das coisas, o Homem deve pautar a sua ação e o seu pensamento pelas atitudes “corretas”, conformes a essa Verdade. De seguida, deve manter uma vigilância feroz sobre as suas palavras e o seu pensamento de modo a manter afastadas de si qualquer forma de ilusão. Ligados a estes ramos do Caminho Óctuplo está a “Ética Budista” definida pela “Acção Correcta” e pelo “Modo de Existência Correto”.
Fonte:http://movv.org/

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O Gua Sha



A técnica do Gua Sha é usada para tratar diversos problemas de foro muscular, tendinoso e circulatório. Remove bloqueios de energia e melhora a circulação do Qi aumentando a resistência do organismo. 

  


A técnica do Gua Sha consiste em utilizar a raspadura terapêutica por meio de pedra de jade, colher de porcelana, pires, chifre de búfalo e outros meios, para através de estímulos em áreas específicas produzir efeitos terapêuticos locais e restabelecer as funções orgânicas, podendo ainda ser utilizada como método diagnóstico.

O termo "Gua" significa raspar, escovar, arranhar e o "Sha" tem um significado mais complexo como areia ou sujeira.

Na China, essa técnica foi e é muito utilizada pelos camponeses. Pelo fato de não provocar efeitos colaterais pode ser usada para tratar doenças causadas por invasão de fatores patogênicos externos (como artrites, cervicalgias, dores lombares, contraturas, etc.). O Gua-Sha tem origem na pré-história, e a prática também foi observada em comunidades indígenas que tinham por hábito esfregar o corpo para aliviar sintomas de dor. Esta é uma das técnicas mais comuns na Medicina Tradicional Chinesa.

 
 
 
Durante o tratamento é colocado um óleo especial sobre ao corpo, na região a ser tratada. A pele é raspada até apresentar leve hiperemia. As áreas que apresentam desequilíbrio energético apresentam, além da hiperemia, uma pigmentação mais profunda que, segundo a MTC, indicam a estagnação de fluidos vitais e da energia dos Meridianos (canais de energia do corpo). O paciente não sente dor durante ou depois do tratamento e a pele não fica lesada. A pigmentação desaparece dentro de poucos dias sem deixar vestígios. 
 
 Os efeitos benéficos do Gua Sha devem-se à sua atuação simultânea na pele, nos tecidos conjuntivos, no sistema linfático, nos músculos, vasos sanguíneos e, por último, nos órgãos internos. O simples gesto de raspar tem efeitos tão benéficos como a massagem, a moxabustão, a drenagem linfática, as terapias de oxigenação e estimulação do sistema imunológico.
 
 A lista de doenças passíveis de serem tratadas é vasta: destaca-se o reumatismo, as enxaquecas, fadiga crônica, dores nas costas e região cervical, ciática, problemas digestivos, asma, desordens metabólicas, angina de peito, hipertensão, deficiências do sistema imunológico, etc. Pode ser descrito com Acupuntura sem agulhas, massagem sem as mãos e sangria sem sangue. É uma técnica bastante útil nos pacientes pediátricos e nas aplicações estéticas.
 
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