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segunda-feira, 7 de abril de 2014

A Epopeia de Gilgamesh




 A Epopeia de Gilgamesh, composta em doze cantos com cerca de 300 versos cada um, é provavelmente o mais antigo texto literário escrito pelo homem, redigido em sumério, por volta do fim do terceiro milénio antes de Cristo. A Epopeia de Gilgamesh, preservada em placas de argila, com caracteres cuneiformes, foi encontrada numas ruínas na Mesopotâmia, cerca de 1890, altura em que foi decifrada. 

Este poema foi traduzido em diversas línguas, como o hitita, hurrita e semítico-acadiana, sendo a tradução mais completa e conhecida (data do século VII a. C. ), com cerca de 3000 a 3500 versos, a que pertencia à biblioteca de Assurbanipal - o último grande rei do Império Assírio.

Gilgamesh, cujo nome significa "o velho que rejuvenesce", foi rei da Suméria e fundador da cidade de Uruk (antiga cidade que se situava a 270 Km a sul de Bagdade) por volta de 2700 a.C. Segundo a lenda, tinha dois terços de origem divina, dado que era filho da deusa Ninsun e do sacerdote Lugalbanda. 


Distinguiu-se dos demais chefes das cidades da Suméria pela coragem e sucesso nas suas iniciativas. Nascia assim uma lenda que o tornou no protagonista de muitas aventuras maravilhosas que estão na origem desta epopeia, que começa da seguinte maneira:

  "Quero ao país dar a conhecer aquele que tudo viu, que conheceu os mares, que soube todas as coisas, que analisou o conjunto de todos os mistérios, Gilgamesh, o sábio universal que conheceu todas as coisas: ele viu as coisas secretas, trouxe o que estava escondido, e transmitiu-nos o saber mais antigo que o Dilúvio" (Tábua I, 1-6).


 

Chamado "Aquele que descobriu a origem" ou "Aquele que viu tudo", Gilgamesh era tido como sensato, mas também como despótico, cuja luxúria desmedida o fazia tomar qualquer mulher que lhe agradasse, solteira ou casada. O povo, descontente com o seu comportamento, apelou à deusa Aruru para que criasse um homem que o derrotasse em combate, devolvendo a paz à cidade. 


 Aruru criou, a partir da lama, Enkidu que, criado no meio dos animais, se tornou tão temido que Gilgamesh resolveu enviar-lhe uma cortesã para seduzi-lo. Desprovido da sua inocência, Enkidu foi rejeitado pelos animais e convencido pela cortesã a acompanhá-la ao palácio de Gilgamesh. Entretanto o jovem rei tinha sido perturbado por um sonho no qual combatia um homem de grande força e invencível.

Preocupado, Gilgamesh pediu conselho à mãe, a deusa Ninsun, "a que possuía todo o conhecimento", que lhe disse que o sonho significava que Enkidu se tornaria o seu melhor amigo, o que de facto aconteceu. Quando Enkidu chegou ao palácio e após um combate em que não houve vitorioso, Gilgamesh recebeu-o com amizade e Enkidu tornou-se no seu companheiro inseparável em muitas aventuras e batalhas.

Quando os heróis voltaram para Uruk, a deusa Ishtar confessou o seu amor a Gilgamesh, mas este rejeitou-a, provocando a sua ira. Ishtar enviou-lhe o Touro do Céu para matá-lo e destruir a cidade, mas o monstro foi derrotado e morto por Enkidu. Vingativa, Ishtar fez com que Enkidu ficasse doente e morresse ao fim de doze dias de agonia.


 



Desgostoso e confrontado com a angústia da morte, Gilgamesh procurou o sábio Uta-Napishtim para conhecer o segredo da sua imortalidade, pois este sobrevivera ao dilúvio e recebera dos deuses o dom da imortalidade.  

Depois de muitas aventuras e perigos, encontrou o sábio, que o demoveu de tal procura, dizendo-lhe que a morte era uma realidade incontornável. No entanto, desafiou-o a ficar acordado durante seis dias e sete noites, já que esse teste lhe daria a imortalidade. Gilgamesh, não conseguindo superar a prova, voltou para a sua terra, mantendo a sua condição de mortal. 

 Antes da partida do jovem, Uta-Napishtim contou-lhe o segredo de uma planta que vivia no fundo do oceano e que devolvia a juventude a quem se picasse nos seus espinhos. Gilgamesh desceu ao fundo do oceano, colheu a planta e guardou-a para experimentar os seus poderes num velho da sua cidade, mas a planta foi-lhe roubada por uma cobra durante o regresso. Gilgamesh voltou a Uruk, onde ainda apavorado pelo medo da morte, evocou Enkidu, que lhe descreveu a sua vida no mundo das trevas. É com essa descrição que termina as aventuras de Gilgamesh.

Esta história épica surpreendeu e intrigou os estudiosos pela sua descrição do dilúvio tão semelhante ao da Bíblia.


Fonte: infopedia.pt

As Marcas no Coração




Você já sentiu, alguma vez, a dor causada por uma pancada na quina da mesa, da cama, ou de outro móvel qualquer?

Sim, aquela pancada que quase nos faz perder os sentidos e deixa um hematoma no corpo.

Em princípio surge uma marca avermelhada, depois arroxeada, e vai mudando de cor até desaparecer por completo.

Geralmente, o local fica dolorido e sempre que o tocamos sentimos certo desconforto.
A marca permanece por um tempo mais ou menos longo, conforme o organismo.

Agora imagine se, por distração, você bate novamente no mesmo lugar do hematoma...

A dor é ainda maior e a cor se intensifica.

Se isso se repetisse por inúmeras vezes, o problema poderia se agravar a tal ponto que a lesão se converteria num problema mais grave.

Com a mágoa acontece algo semelhante, com a diferença de que a marca é feita no coração e é causada por uma lesão afetiva.

No primeiro momento a marca é superficial, mas poderá se aprofundar mais e mais, caso haja ressentimento prolongado.

Ressentir quer dizer sentir outra vez e tornar a sentir muitas e muitas vezes.

É por isso que o ressentimento vai aprofundando a marca deixada no coração.

Como acontece com as lesões sofridas no corpo, repetidas vezes no mesmo lugar, também o ressentimento pode causar sérios problemas a quem se permite o ressentir continuado.





Se um hematoma durasse meses ou anos em nosso corpo, a possibilidade de se transformar em câncer seria grande.

Isso também acontece com a mágoa agasalhada na alma por muito tempo.

A cada vez que nos lembramos do que motivou a mácula no coração e nos permitimos sentir outra vez o estilete na alma, a mágoa vai se aprofundando mais e mais.

Além da possibilidade de causar tumores, gera outros distúrbios nas emoções de quem a guarda no coração.

Por todas essas razões, vale a pena refletir sobre esse mal que tem feito muitas vítimas.

Semelhante a um corrosivo, a mágoa vai minando a alegria, o entusiasmo, a esperança e a amargura se instala...

Silenciosa, ela compromete a saúde de quem a mantém e fomenta ódio, rancor, inimizade, antipatias.

Muitas vezes a mágoa se disfarça de amor-próprio para que seu portador consinta que ela permaneça em sua intimidade.

E com o passar do tempo ela se converte num algoz terrível, mostrando-se mais poderosa do que a vontade de seu portador para eliminá-la.

De maneira muitas vezes imperceptível, a mágoa guardada vai se manifestando numa vingançazinha aqui, numa traiçãozinha ali, numa crueldade acolá.

E de queda em queda a pessoa magoada vai descendo até o fundo do poço, sem medir as consequências de seus atos.

Para evitar que isso aconteça conosco, é preciso tomar alguns cuidados básicos.
O primeiro deles é proteger o campo das emoções, fortalecendo as fibras dos nobres sentimentos, não permitindo que a mágoa o penetre.

O segundo é tratar imediatamente a ferida antes que se torne mais profunda, caso a mágoa aconteça.

O terceiro é drenar, com o arado da razão, o lodo do melindre, que é terreno propício para a instalação da mágoa.

É importante tratar essa suscetibilidade à flor da pele, que nos deixa extremamente vulneráveis a essas marcas indesejáveis em nosso coração, tornando-nos pessoas amargas e infelizes.
* * *

Agasalhar ódio, mágoa ou rancor no coração é o mesmo que beber veneno com a intenção de matar o nosso agressor.

Pense nisso, e não permita que esses tóxicos se instalem em seu coração.

 Redação do Momento Espírita.
Em 17.08.2009.

A Cientologia




O que é a Cientologia?

É um conjunto de crenças e práticas criado em 1954 pelo norte-americano l. ron Hubbard (1911-1986), autor de livros de ficção científica. Entre os principais objetivos da entidade está o surgimento de uma civilização sem insanidade, criminosos e guerra, na qual o homem prosperaria e seria livre para se elevar em sua verdadeira natureza espiritual.

 Mas esqueça-se da imagem de igreja convencional. Os prédios abrigam amplas salas de estudo e displays inte- rativos que explicam os princípios da instituição. No local, ministros tiram dúvidas de fiéis e curiosos e sugerem a participação em cursos – no Brasil, o mais procurado é sobre como superar os altos e baixos na vida. Atualmente há mais de 10 mil igrejas, missões e grupos em 165 países. Por aqui, são três ende- reços, todos na Grande São Paulo.


FIQUE CIENTE

Entenda os princípios seguidos pelos fiéis da cientologia, como o ator Tom Cruise

 



Pai da fé

O fundador da cientologia, L. Ron .Hubbard, é considerado por alguns como um dos pioneiros no ramo dos livros de autoajuda ao publicar Dianética – A Ciência Moderna da Saúde Mental. A ele são atribuídas afirmações de que criar uma religião seria uma forma de enriquecimento fácil.
- A cientologia é muito criticada por cobrar pelos cursos e pelas audições necessários para que os membros evoluam na fé.

 
Máquina da verdade


Para apagar as memórias nocivas e restaurar o equilíbrio, os adeptos participam de audições. Nessa espécie de terapia, um auditor faz perguntas ao fiel e utiliza um .e-metro, aparelho criado para medir o estado espiritual da pessoa e apontar os aspectos da vida que precisam ser desenvolvidos.

Escrituras sagradas


Os principais livros da cientologia, de autoria de Hubbard, são A Ciência da Sobrevivência e Dianética. De acordo com o segundo, o cérebro armazena todas as experiências de vida. Episódios ruins ou dolorosos seriam causadores de futuros problemas emocionais e físicos.

Crença pop

Os Centros de Celebridades – como os que estão em Hollywood, Nova York, Paris e Londres – são voltados a atores, músicos, esportistas, políticos etc. Embora possam ser frequentados por não-famosos, os locais servem para ajudar aqueles que, segundo L. Ron Hubbard, têm papel essencial na melhoria do mundo.

- Alguns dos famosos adeptos (e garotos-propaganda) da cientologia são Tom Cruise, Juliette Lewis, Priscilla Presley, John Travolta e Kirstie Alley.




CIENTOLOGIA

Forma do homem

O ser humano seria formado por corpo, mente e thetan (espírito sem o qual corpo e mente não existiriam). A necessidade de sobrevivência orientaria as oito dinâmicas da vida: o indivíduo, a criatividade, a sobrevivência em grupo, a espécie, as formas de vida, o Universo, o espiritual e o infinito (que é o Ser Supremo).
- A cientologia existiria para libertar os humanos da influência dos thetans.

Passo a passo

Os fiéis novatos são os preclear. Após realizar uma série de cursos, eles ganham habilidades, são considerados clear (esclarecidos) e evoluem na organização, podendo até vir a ser auditores. Cada igreja tem capelão, oficiais e diretores. As missões têm apenas ministros, que celebram os ritos e organizam os cursos.

Rotina semanal

A cientologia realiza casamentos, batizados, serviços funerais, cerimônias de nomeação para novos membros e entrega de diplomas aos que concluem os cursos. Além disso, existem os serviços dominicais, em que o capelão ou outro ministro lê o credo da igreja e faz um sermão baseado nas palavras de L. Ron Hubbard.





TOP SECRET


Ex-adeptos relatam como seria a origem da humanidade, revelada apenas para cientologistas avançados.

1- Há 75 milhões de anos, o ditador intergaláctico lorde Xenu expulsou bilhões de seres que superpovoavam os planetas que ele controlava.

2- Os prisioneiros foram enviados à Terra a bordo de aviões e jogados, juntamente com bombas de hidrogênio, dentro de vulcões para serem exterminados.

3- As almas das vítimas (thetans) ficaram vagando pelo planeta e possuíram os primeiros Homo sapiens, causando sofrimento espiritual aos homens desde então.


FONTE:
Livro Scientology - Os Fundamentos do Pensamento, de L. Ron Hubbard e site scientology.org CONSULTORIA Luciana Gomez, supervisora da Igreja da Cientologia Missão São Paulo/http:/mundoestranho.abril.com.br
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