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sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Pena de Talião






Pode parecer à primeira vista que justiça e misericórdia sejam virtudes antagônicas, que se excluam reciprocamente.

Daí a razão de muitos não compreenderem como possa Deus exercitá-las, sem que uma precise ser anulada para que a outra prevaleça.

Tudo, entretanto, se torna claro quando nos lembramos de que as boas qualidades morais são filhas do Amor e que este sentimento sublime sempre encontra meios de harmonizá-las.

Senão, vejamos.

A Justiça exige que toda infração à Lei seja punida e desde a origem dos tempos isso tem acontecido, infalivelmente.

Aliás, todos os grandes missionários religiosos que têm vindo à Terra, inspirados que foram pelo Alto, estabeleceram em seus códigos a pena de talião, ou seja, castigo igual à culpa.
 

 
 
O “olho por olho e dente por dente”, de Moisés, p. ex., e o “quem com espada fere, com espada será ferido”, do Cristo, são preceitos que consagram esse princípio fundamental da Justiça.

 
 
Moisés, todavia, dava ao ofendido o direito de tirar desforra, pessoalmente e na proporção da ofensa recebida, enquanto o Cristo, surgindo entre nós quando era chegado o momento de os terrícolas darem início a uma fase mais avançada de sua evolução espiritual, trouxe como missão ensiná-los a quebrar as cadeias do mal a que se jungiam pela lei de ação e reação.

Introduziu nas relações humanas, então, uma nova ética: “amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos têm ódio e orai pelos que vos perseguem e caluniam”, exemplificando-a, ele mesmo, até às últimas consequências.

Não deixou, porém, de adverti-los, mui explicitamente: “Se perdoardes aos outros as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados, mas, se não lhes perdoardes quando vos tenham ofendido, tão-pouco vosso Pai celestial vos perdoará os pecados.”

Analisando, a fundo, estas novas regras de conduta, percebe-se conterem elas a mesma justiça da pena de talião, com a diferença de que, ao invés de “castigo igual à culpa”, acenam com “premio igual ao merecimento”.






Reparemos bem:

Aquele que revida ao seu ofensor com igual ofensa, está exercendo a justiça, cobrando o que lhe devem, mas, por sua vez, terá de pagar na. mesma moeda toda injúria que fizer a outrem.

Já aquele que perdoa as ofensas recebidas, fica com um crédito do mesmo valor na contabilidade celeste, crédito esse que será levado em conta quando lhe aconteça cometer alguma falta. E quem não está sujeito a errar?

Por haver entendido perfeitamente esse mecanismo da Justiça Divina é que o colégio apostólico proclamava, amiúde: “suportai-vos uns aos outros”, “tende entre vós mútua caridade”, “o amor cobre uma multidão de pecados”, etc.

Talvez nos perguntem: no segundo caso, sendo o ofensor perdoado pelo ofendido, ficará sem a punição devida?

 
 
Absolutamente! A Providência cuidará disso e, seja na mesma existência ou em outra(s) posterior(es), ele “sofrerá o que tenha feito sofrer”, não porque apraza a Deus castigar os culpados, mas para que todos se corrijam, progridam e sejam felizes.

E é assim, deixando-nos experimentar os funestos resultados de nossas más ações, bem como nos ensejando a oportunidade de emendar-nos através das vidas sucessivas, que Deus se revela, a um só tempo, soberanamente justo e misericordioso, como convém Àquele que é o Santo do santos.

Quando transportarmos para a vida prática os luminosos ensinamentos do Cristo, preferindo perdoar a usar de represálias, retribuindo ao mal com o bem, a paz e a. alegria farão morada permanente em nossos corações, valendo isso dizer que já estaremos adentrando “o reino dos céus”.

(Capítulo 6º, questão 764)


Rodolfo Calligaris
Livro: Leis Morais da Vida
Fonte:apostolodoespiritismo.blogspot.com.br

O Zen Shiatsu




O que é Zen Shiatsu?

Uma técnica de massagem atual que tem como base conhecimentos e conceitos milenares da arte do toque e da e da filosofia oriental.
É a soma da técnica Shiatsu (Shi – dedo e Atsu – Pressão) e da filosofia Zen (a busca de iluminação através do autoconhecimento).
Trabalha o corpo de forma profunda e sem dor mantendo o terapeuta completamente centrado no aqui e agora, centrado no seu mestre que é o cliente, centrado no pulsar da vida.
Quando atuamos sobre o corpo físico, também o fazemos em forma de ondas ou cadeias de influência sobre o energético, sobre o emocional, sobre o mental e sobre o intuitivo.

 

 

 

Objetivos

“Tocar o corpo, fazer massagem; é tocar o espelho do outro. Ajuda a desembaraçar sua visão. É um abrir de janelas. Ao tocarem-se dois seres mudam sua realidade interna, criam uma sinergia de seres”.
O Zen Shiatsu busca o equilíbrio do indivíduo entre o EU SOU que está no centro de seu Ser e as particularidades emergentes da sua personalidade.
O encontro energético harmonioso com ele mesmo e com o meio ambiente ajudando a tomar consciência da importância e do valor que tem para si e para a humanidadecomo um todo.
O encontro entre o corpo e para a alma,possibilitando uma oportunidade de crescimento que permitirá o despertar do seu poder interior de autocura enfrentando assim de forma mais equilibrada o stress diário com uma melhora na sua qualidade de vida.

 

 

Ação Terapêutica

Trabalhando as linhas de movimentação de energia (meridianos) e ativando a consciência corporal do seu ser integral.
Utilizasse manobras de pressão,deslizamento, fricção, movimentação articular e alongamentos.
Quando atuamos sobre o corpo físico, também o fazemos em forma de ondas ou cadeias de influência sobre o energético, sobre o emocional, sobre o mental e sobre o intuitivo.
O Zen Shiatsu respeita alguns princípios: A respiração, utilização da mão mãe, trabalhar o meridiano como um todo, realizar alongamentos e pressão de forma simultânea, massagem e diagnostico no Ampaku ou Hara e buscar a meditação ativa.

Quem pode aplicar?

Não é só fazer um curso de formação para que o praticante passe a ser um bom terapeuta de Zen Shiatsu.
É importante a pratica e a vivência da técnica que permitirá o crescimento acontecer no âmbito pessoal e profissional, uma relação de crescimento e aprendizado continuo mantendo sempre a postura de aprendiz perante a vida.
O terapeuta deve conhecer a medicina oriental, a técnica de massagem e colocar-la em pratica com sabedoria.
Fonte: amavidaama.com.br/

O Canto dos Pássaros






FISIOLOGIA DAS AVES - O CANTO
Por que cantam as aves 
Quando um pássaro abre o bico e lança o seu canto, ele não esta executando um ato voluntariamente artístico. Seu objetivo é outro : ele está de alguma forma se expressando ou manifestando um sentimento específico. E como cada uma das milhares de espécies canoras possui o seu linguajar próprio ao ornitólogo de ouvido experiente se torna fácil identificar a presença desta ou daquela espécie, mesmo que a ave esteja invisível no emaranhado vegetal. Aliás, nos cada vez mais sofisticados laboratórios de bioacústica, as gravações das vocalizações tem inclusive permitido aos estudiosos das aves a diferenciação de espécies gêmeas cujas plumagem e morfologia davam margem a classificações errôneas. E nesses mesmos centros de pesquisa, as vozes das aves estão sendo dessecadas, para melhor possibilitar a cmpreensão dos fenômenos da vocalização e da música instrumental.





Fisiologia do canto
 
Enquanto o homem e outros mamíferos possuem sonoridade a partir da laringe, a caixa de voz dos passeriformes se situa na siringe localizada na parte inferior da traquéia. Descobriram os técnicos em bioacústica que a capacidade daquele órgão se reflete na amplitude auditiva da ave. Cada espécie de ave canora reage melhor às freqüências  das quais se compõe sua própria vocalização, a qual abrange até oito oitavas. Segundo Crawford Greenewalt autor de Bird Song: Acoustics and Physiology, " os passaros não possuem ressonâncias propiciadas pelas cavidades humanas". 
 Com isto, os estudiosos da fisiologia do canto dos pássaros chama a atenção para um fato importante. Enquanto nas aves a siringe é de certa forma o único aparelho formador do som, nos humanos, além da laringe, entra em jogo a complexidade do aparelho fonador que modula o timbre. Mesmo assim as aves conseguem realizar façanhas maravilhosas, inclusive emitir 45 notas por segundo. E, no tocante a duração do canto, certas aves conseguem a proeza de estende-lo por mais de sete minutos. Isto só é possível porque ela respira enquanto canta, ficando esta ação expressa no ritmo.
 Há no entanto pássaros que produzem música instrumental, ou seja, aquela que a siringe não é chamada a participar. A manifestação sonora é produzida pelo estalar dos bicos, pelo chocar de penas e mesmo nas vias respiratórias --- sem interferência da siringe --- através de almofadas de ar que certas aves apresentam no tórax. Nestes casos, a comunicação acústica prescinde a siringe e inexiste vocalização até mesmo nos atos de corte e sedução que precedem o acasalamento.




Todo pássaro canoro tem inscrito em seu código genético as instruções que lhe permitem emitir as vozes de chamada, manifestações sonoras básicas como gritos ou pios que as caracterizam. O canto e suas variantes são aprendidos com indivíduos adultos da mesma espécie, e certos pesquisadores chegam a afirmar que um pássaro jovem necessita de cerca de cem dias para dominar a vocalização característica de sua espécie. Deste modo fica claro que o estímulo social faz parte do processo de aprendizado. Sem estímulo os pássaros não aprendem os cantos. E, tanto isso é verdade que a falta de exemplos sonoros pode levar a deformações. Não são raras as aves que afastadas do convívio de seus pares acabam adquirindo o meio de expressão de outra espécie. 
Tal fato não deve ser confundido com a facilidade que certos pássaros tem de arremedar a expressão vocal alheia. É o caso, por exemplo, dos papagaios que chegam a imitar a voz humana. Para muitos ornitólogos  o fenômeno deve ser creditado a uma relação intima e constante. Na natureza o gaturamo-verdadeiro (Euphonia violacea) e capaz de imitar a voz de até dezesseis outras aves. No entanto, é preciso esclarecer que estas imitações se dão sempre ao nível da chamada, que a ave introduz dentro da linha de seu canto. Pois quando ela precisa lançar mão do grito de advertência diante de uma situação que lhe diz respeito, jamais utilizará a chamada de outra espécie, mas a que lhe é característica.
A manifestação sonora das aves são elementos de comunicação com membros de sua própria espécie, em momentos específicos de convívio social. Já esta provado que um grito de alarme solto por um pássaro não se destina a outros indivíduos de sua espécie, mas a ele próprio. Não há intenções de solidariedade social, de advertência para o grupo. No entanto, como a vocalização comporta em si mesma noção de perigo, e pode ser decodificada por outras aves, a presença do inimigo não é apenas detectada por indivíduos da mesma espécie, como por outros que com ela convive no mesmo habitat.





Embora ocorra uma tendência de padronização do canto, não raro dentro de uma mesma espécie, pode-se verificar dialetos em raças que se distanciaram geograficamente. Em alguns casos, os dialetos se afastaram tanto da manifestação do canto que uma ave não reconhecerá o canto de sua própria espécie gravado em outra população; reconhecerá somente chamadas, que por serem geneticamente herdadas, permanecem inalteradas.
O canto dos pássaros caracterizado pelo acúmulo de série de notas diferentes vem a ser uma manifestação típica de domínio territorial. Com ele a ave adverte suas semelhantes sobre limites de seu território e atrai a fêmea para função de perpetuação da espécie. N a época do acasalamento, alem dos machos, as fêmeas se põem a cantar em duetos de rara harmonia e complexidade. O canto parece ser uma resposta à química hormonal que se opera em seus organismos. Também na época da reprodução verificam-se os cantos da madrugada e do crepúsculo, inteiramente diferente dos padrões emitidos durante o restante do dia.
As aves canoras não se limitam a emitir suas vozes peculiares apenas na época de sua procriação. Os cantos mais ricos e variados em motivos  não estão presos aquele impulso vital, nem se prendem a nenhuma intenção comunicativa. Na verdade os cantos que nós mais apreciamos são os lançados pelas aves ainda jovens, durante o aprendizado, ou em indivíduos cujo desenvolvimento sexual declinou. A vocalização é então entoada em meia-voz e recebe a designação de canto secundário. Em nosso território, inúmeras aves  são as espécies canoras ,mas, para que todas elas continuem a cantar é preciso garantir a integridade de seus habitats. 
Fonte : Revista geográfica universal
Nº 130 setembro de 1985
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CANTO DAS AVES

A habilidade canora dos pássaros é um dom dos machos usado principalmente para marcar território e atrair fêmeas. É estimulada pela luz solar, por sons contínuos - como água corrente, panela de pressão e chuva - e pelo cantar de outro macho desde que não seja visto, caso contrário o menos dominante se intimida e fica quieto. O macho posto com uma fêmea quase não canta: a conquista amorosa está feita e vale a lei do menor esforço. Na muda, o canto se vai - em geral em março ou abril - para voltar no final do inverno ou no início da primavera. Comparamos algumas características dos seis pássaros canoros brasileiros mais registrados segundo a Febraps, com as do mais popular dos canoros das lojas: o Canário-do-Reino (Canário Belga).






CUIDADOS



Um pássaro com saúde canta melhor.

Conheça aqui alguns cuidados básicos.

Alimentação: 

 os seis pássaros canoros brasileiros mais registrados são granívoros. Dê alpiste e painço - podem ser incluídas aveia, colza, niger e linhaça.
Eles precisam também de proteínas, obtidas comendo insetos e larvas na natureza. A necessidade pode ser suprida com uma boa farinhada industrializada com cerca de 20% de proteína.
As mais nutritivas são oferecidas apenas uma ou duas vezes por semana (seguir instruções do fabricante).

Na muda e reprodução, épocas de maior desgaste, dá-se a farinhada diariamente.
Frutas e verduras (cuidado com os agrotóxicos) podem ser servidas uma vez por semana e, na muda e reprodução, dia sim, dia não - giló e almeirão costumam agradar.

Gaiola:  

manter em local arejado, sem correntes de ar, sem abafá-la permanentemente com panos ou plásticos. Forrar a bandeja com papel-toalha, trocado diariamente.
A grade inferior é importante para evitar o contato da ave com as fezes.
Deixe a ave tomar sol antes das 10 horas da manhã por 10 a 15 minutos e banho também. Terminado o banho, tire a banheira para não contaminar a água com dejetos. Por Vet.Claudia Kortwich, especializada em aves 

PARA SABER MAIS

Criadouros comerciais de Canoros Brasileiros - Bicudo: Brasília: José C. Dianese, ;
Onir Jardim, (; Reinaldo Cantuária, ; Zózimo Guimarães, (. Bicudo, Canário-da-Terra e Curió: Ribeirão Preto: Aloisio Tostes, . Porto Alegre: José Avelino da Rocha, . Bicudo e Curió: Mogi das Cruzes: Brás da Silva (. São Paulo: Nelson Martins, ( 5. Bicudo, Caboclinho, Coleira e Pintassilgo: São Paulo: Geraldo Magela, . Canário-da-Terra: Belo Horizonte Helio Brandão, .
Canário-da-Terra e Curió: Belo Horizonte: Cláudio Marques, , e Washington dos Santos Jr., . Curió: Florianópolis: Jorge Heusi, . São Paulo: Isair Alves, ( Federação Brasileira de Criadores de Pássaros: (19) 422-2736, Piracicaba. Palestras gratuitas sobre pássaros canoros brasileiros: de fevereiro a julho. Serca: tel. (11) 6692-4512, São Paulo.
In Cães & Cia
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 Fonte:sitiodocurio.com.br
 CANTO DAS AVES

A Parábola do Semeador


  
Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.
Começou a semeadura. Enquanto lançava as sementes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhar os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa história. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.
O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi queimado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.
Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.
Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças. E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta outros trinta...
*

O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Parábola do Semeador.
As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: "o terreno do caminho", "o solo cheio de pedras", "a terra cheia de espinheiros" e "o terreno lavrado e bom".
Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bondade para conosco.
E como procedemos para com Jesus? Como respondemos à Sua bondade? O modo como damos resposta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração humano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.





Vejamos, então, filhinho:

Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, aparecem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desencarnados ou encarnados) e arrebatam o que foi semeado no seu coração, tais como os passarinhos comeram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desinteresse das coisas espirituais. E a alma fica indiferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao "terreno do caminho", onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraída durante as explicações. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zombarias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evangelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos Divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o "Espiritismo é obra do demônio", que "os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno". E zombam dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda firmeza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que "somente sua religião é verdadeira" e lhe mandam "receber espíritos na rua . Amedrontado pela perseguição e pelos motejos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evangelho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao "terreno cheio de pedras", onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.






O terceiro solo é a "terra cheia de espinheiros". É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evangelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedução das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se interessaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exemplos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companheiros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar-se somente pelos problemas de dinheiro ou de moda, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos "quando crescerem"... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu dinheirinho, porém, agora só pensam em juntá-lo: a caridade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufocada pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...

O quarto terreno, "a terra lavrada e boa", é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, procurando compreendê-lo e praticá-lo na vida. É a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.
O coração de uma criança verdadeiramente cristã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bênçãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramente para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Medite nela. Que você, guardando a humildade de coração, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semeador e dá muitos frutos de sabedoria e bondade.

TAVARES, Clóvis. Histórias que Jesus Contou. LAKE. Parábola do Semeador: Mateus, 13:1-9, 18-23. 
Fonte: .reflexoesespiritas.org

A Civilização Francesa




A ideia de uma civilização francesa remonta ao processo de fusão entre as culturas romana e gaulesa durante a Antiguidade. Nessa época, a incursão dos povos germânicos no Império Romano do Ocidente foi responsável pela consolidação de uma série de práticas culturais e instituições políticas que definiram o nascimento de uma nova configuração na antiga região da Gália.

Na Idade Média, contrariando o forte processo de descentralização política da época, o reino dos Francos estabeleceu a mais influente monarquia de toda a Europa Medieval. Nesse período, as dinastias e imperadores deste reino contribuíram para o estabelecimento do cristianismo pela Europa. A associação entre Estado e Igreja foi uma prática que caracterizou o reino medieval franco.





A dissolução desta monarquia, ocorrida entre os séculos IX e X, fez com que o poder dos senhores feudais tivessem grande importância. Do ponto de vista histórico, o território francês foi um dos lugares onde as práticas feudais tiveram maior presença em toda a Europa. Não por acaso, o privilégio da classe nobiliárquica se estendeu durante muito tempo e ainda preservava alguns resquícios no século XIX.

Na Era Moderna, a formação das monarquias nacionais empreende uma série de guerras onde a organização de um Estado forte e centralizado começa a tomar força. A Guerra dos Cem Anos e os vários conflitos religiosos aparecem na construção de um governo francês limitado pela força do poder real. Ao fim, na chegada do século XVIII, a França viveria o auge e, logo depois, a crise do regime absolutista.





Estabelecendo a passagem da Idade Moderna à Contemporânea, os franceses viveram um processo revolucionário capaz de transformar a feição de meio mundo. A famosa Revolução Francesa instituiu ideais políticos que, apesar dos seus limites, abalaram a hegemonia monárquica europeia e, ao mesmo tempo, permitiram o desenvolvimento dos levantes que encerram a ordem colonial em terras americanas.

Durante um bom tempo, a França se tornou um sinônimo de vanguarda e experimentalismo que transformou a sua capital, Paris, na histórica Cidade Luz. A influência da cultura francesa alcançou tal ponto, que, nas primeiras décadas do século XX, a importação de seus modismos e costumes teve amplo espaço nos grades centros urbanos brasileiros.
Fonte: historiadomundo.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O Mestre Afra





O Mestre Afra, é o patrono da África e da raça negra. Afra foi o primeiro membro da raça negra a fazer a sua ascensão. Há muito tempo atrás ele sacrificou o seu nome e a sua fama para patrocinar um vasto continente e um povo poderoso. Quando Afra ascendeu, pediu para ser chamado simplesmente de "um irmão", ou frater, em Latim. Então, "um frater" tornou-se o nome de Afra. A raça negra originalmente fazia parte do que era conhecido como a raça azul e a raça violeta. A sua pele, na realidade, tinha um tom azul ou violeta.

Essas almas viviam numa civilização espiritualmente avançada, que existiu no continente africano. Cada nação é chamada por Deus para manifestar uma virtude específica ou para cumprir um certo destino. Os membros do que chamamos a raça negra eram enviados à Terra para desenvolver a mestria sobre as qualidades do poder, vontade e fé divinas (no raio azul) e as qualidades da liberdade, justiça e misericórdia divinas (no raio violeta).

Afra viveu há 500.000 anos atrás, quando o povo desta antiga civilização havia atingido uma encruzilhada. Seres extra-terrestres e anjos caídos, que haviam invadido o planeta Terra, dividiam o povo. Isto pode parecer ficção científica. Mas a verdade é, com freqüência, mais estranha que a ficção. Estes anjos do mal decidiram-se a destruir as raças azul e violeta. 






Distorceram os rituais outrora sagrados e as formas de arte deste povo. Isto abriu as portas para a feitiçaria, o vodu e a magia negra. Voltaram o povo para o ódio, a superstição e a luta pelo poder. À medida que o povo desviou a sua atenção da sua Presença Divina, tornou-se cada vez mais vulnerável às técnicas dos anjos caídos de dividir para conquistar. A nação dividiu-se entre as facções guerreiras de suas tribos. O povo estava perdendo a batalha espiritual interna entre as forças da luz e das trevas dentro de si próprio.

A sua divisão, interna e externa, fez com que eles se tornassem escravos dos extraterrestres. Ao ver a situação em que seu povo se encontrava, Afra encarnou entre eles, para salvá-los.
Afra sabia que uma grande parte do seu povo havia perdido a chama trina, assim como muitos negros e brancos a estão perdendo hoje, através da raiva. Ele sabia também que, para conseguir recuperar esta chama trina, eles teriam que seguir a senda da fraternidade. Teriam que cuidar uns dos outros. A única forma dele ensiná-los a serem irmãos, era ser um irmão ele mesmo. E por isto ele foi crucificado pelo seu povo. Ele foi o Cristo no meio deles, mas eles não o reconheceram. Estavam cegos pela ânsia de poder.
 Fonte:eusouluz.iet.pro.br

A Importancia dos Insetos na Natureza






Deus não criou nada sem ter uma finalidade!!!!


Os insetos formam a maior classe existente do Reino Animal, são mais de 800 mil espécies de insetos conhecidos e catalogados, espalhados por todo o planeta terra, desde os tropicos até os hemisférios polares, adaptando-se as mais diversas formas de vida conforme sua espécie, sendo que cada uma delas exerce uma função no meio ambiente onde está inserida.


Características dos Insetos

A palavra “insetos” é derivada do latim é pode ser traduzida como segmentado, animale insectum – animal segmentado. Assim, no seu nome está explicita umas das principais caracteristicas dos insetos, seu corpo segmentado, ou seja, o corpo dos insetos são compostos diferentes partes articuladas entre sí, como anéis, e mesmo que apresentem uma grande diversidade de tamanhos e no seu aspecto geral, são formados de cabeça, torax e abdomen, 3 pares de patas e de mandíbulas e 1 par de antenas, porém não são todos os que possuem asas. 

A maior parte das espécies de insetos chega a maturidade através de um processo de metamorfose, como por exemplo a borboleta que passa pela chamada metamnorfose completa, se transformando de ovo, em lagarta, em pupa para finalmente se transformar em borboleta adulta. Outras espécies ainda passam pelo processo de metamorfose incompleta. Os insetos pertencem a classe de animais invertebrados e possuem exoesqueleto quitinoso. A entomologia é o estudo dos insetos, pois Éntomos em grego antigo significa insetos, que na sua origem significa dividido cortado, sempre fazendo referencia ao corpo dos insetos serem divididos em segmentos.




O Papel dos Insetos

A classe dos insetos é considerada pela maioria das pessoas como “daninhas” ou como “pragas”, mas na realidade a maioria das espécies de insetos, cerca de 98%, não se enquadram neste contexto, e são, ao contrário, peças importantes de um delicado e intrincado sistema que garante o equilíbrio biológico de forma natural, e quando o homem interfere nesse sistema com o uso de inseticidas e através de outras ações, acarreta na maioria das vezes o desequilíbrio desses micro-sistemas, podendo resultar no surgimento de pragas. Sabedores da importância dos insertos no equilíbrio ambiental, cada vez mais os cientistas desenvolvem pesquisas buscando métodos eficientes de biocontrole, ou seja, formas de controlar o aparecimento dos insetos que podem ser prejudiciais ao homem utilizando de métodos naturais de forma que não atinjam o equilíbrio desse delicado sistema, que atinge 
diretamente outras classes de animais, pois os insetos fazem parte da cadeia alimentar de muitos outras espécies como aves, répteis, etc. 





Os insetos que causam prejuízos as plantações, transmitem doenças ou incomodam o homem chamam muito atenção sobre essa classe, mas a maioria dos animais tem funções importantes na polinização das plantas, e a diminuição da população desses animais pode causar sérios problemas ambientais e para a agricultura mundial. Outros insetos são responsáveis pela produção de substâncias úteis ao homem, como cera, mel, seda, laca, etc., existem também insetos que são utilizados na alimentação humana.
Enfim, a existência dos insetos, assim como tudo mais que compõem a natureza fazem parte de um conjunto perfeito e harmônico, e a intervenção do homem pode causar desequilíbrio trazendo conseqüências desastrosas para o equilíbrio da vida no planeta.
 Fonte:culturamix.com/

A Lenda da Orquídea



  
Como muitas flores, a orquídea tem uma lenda. Eis a encantadora história, como é contada nas terras da Indochina. Na cidade de Anam, existia uma jovem chamada Hoan-Lan, que divertia-se em fazer penar suas paixões aos seus numerosos adoradores. Por um sorriso, o jovem Kien-Fu tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com infinita paciência as mais lindas peças de jade. A ingrata, após se adornar com todos os presentes do nobre apaixonado, riu-se dele e o desprezou. Kien-Fu, desesperado, acabou com a própria vida atirando-se ao Rio Vermelho. 
 
O pintor Nguyen-Ba conseguiu obter cores desconhecidas para pintar o retrato de sua amada. Esta, porém, depois de ter exibido para a satisfação de sua vaidade a magnífica pintura, desprezou o artista que desapareceu para sempre no mistério das selvas. Mai-Da, apaixonado também, quis patentear seu amor à jovem volúvel, inventando um perfume delicioso somente digno dos anjos. A ingrata perfumou-se e mandou pôr na rua o seu adorador que, nada mais aspirando na vida, se envenenou. 



 
Cung-Le levou sua perseverança a incrustar nácar numa pulseira de ébano que foi recebida pela ingrata. O pobre endoideceu.
Mas o poderoso Deus das Cinco Flechas, que a tudo via e tudo ordenava, julgou que era o momento de castigar tanta maldade, fazendo a jovem volúvel apaixonar-se pelo formoso Mun-Cay. E desde então, Hoan-Lan sonhava no seu leito de nácar e sedas bordadas com seu adorado, cujo nome esvoaçava sobre seus lábios de carmim, como uma borboleta sobre a rosa. Ao despertar, descia à piscina, banhava-se e adornava-se com suas jóias mais preciosas para ver passar seu querido Mun-Cay, que apenas se dignava a levantar os olhos para ela. Nunca tinha considerado a formosa jovem, nem se interessado pela fama de beleza que tinha ardido à sua volta. 
 
Os dias iam passando, e Mun-Cay não saía de sua indiferença cruel. Um dia, Hoan-Lan decidiu sair-lhe ao encontro e declarar-lhe paixão. Não me interessas, rapariga ! - disse ele. - És como todas as outras. Para mim não vales nada. Se fosses como aquela que eu amo... Esta sim, é uma deusa. Tu, mísera Hoan-Lan, com toda tua vaidade, não serves nem para atar-lhe as fitas das sandálias. E, com um sorriso desdenhoso, afastou-se. 
 
Em meio de seu desespero, Hoan-Lan lembrou-se do Deus Todo Poderoso que vivia na montanha de Tan-Vien. Talvez ele pudesse lhe valer. Apesar da noite escura e chuvosa, a jovem dirigiu-se ao monte sagrado, onde residia sua última esperança. A entrada do templo subterrâneo era guardada por um terrível dragão. Suplicou-lhe a concessão de entrada e ao cabo de muitos pedidos conseguiu penetrar num extenso corredor, por entre serpentes horríveis que lhe babujavam os pés nus. 



 
Quando chegou junto ao trono de ônix do poderoso gênio, prostrou-se e implorou:
Cura-me, que sofro horrorosamente. Amo Mun-Cay que me despreza.
É justo o castigo - respondeu o deus - Porque isso mesmo tens feito aos teus apaixonados.
Ó Todo Poderoso, tem dó de mim. Concede-me o amor de meu querido Mun-Cay. Sabes bem que não posso viver sem ele.
Vai-te daqui - rugiu o gênio - Nada conseguirás. O castigo que pesa sobre ti, foi imposto pelo Deus das Cinco Flechas, que tudo sabe. É justo que sofras. Saia do meu templo. 
 
Á saída, Hoan-Lan encontrou-se com uma bruxa de pés de cabra.
Formosa jovem - disse-lhe a bruxa - sei que és muito desgraçada. Queres vingar-se de Mun-Cay? Vende-me a tua alma e juro-te que, embora Mun-Cay não te ame, não amará a outra mulher.
Hoan-Lan, voltou à sua casa, que lhe parecia um cárcere. Saía para os bosques a distrair sua pena, mas sempre em vão. Um dia, vendo ao longe seu adorado Mun-Cay, correu para ele e, quando se preparava para abraçá-lo, o jovem foi transformado numa árvore de ébano
 
Neste momento apareceu a bruxa que, soltando uma gargalhada, lhe disse: -Desta maneira o teu amado não pode ser nunca de outra mulher.
Bruxa infame, exclamou chorando, a pobre Hoan-Lan - o que fizeste a meu adorado ? Devolva-me ou mate-me. Contratos são contratos - replicou a bruxa, rindo satanicamente. Cumpri o que prometi. Mun-Cay, embora nunca te ame, não amará a outra mulher. Prometi e cumpri. A tua alma me pertence.
Hoan-Lan, abraçada ao pé da árvore, clamava desesperadamente a seu tronco imóvel. 
 
Perdoa-me, Mun-Cay. Tem para mim uma só palavra de amor, de indulgência e compaixão. Não vês como me arrasto aos seus pés, como te abraço, como sofro!
Mas a árvore nada respondia. A jovem ali ficou por muito tempo.
Uma manhã passou por ali um gênio que se compadeceu da sua dor. Acercando-se dela, pôs-lhe um dedo na testa e disse:
Mulher, procedeste muito mal. Foste volúvel até a crueldade e ingrata até a malvadez. 


 
 
Procedeste muito mal. Mas tua dor purificou a tua alma. Estás perdoada e vais deixar de sofrer. Antes que a bruxa venha buscar a tua alma, vou transformar-te numa flor. Ficarás sendo, no entanto, uma flor esquisita e requintada, que dê a impressão do que foi a tua vida maldosa. Quem vir as tuas pétalas facilmente adivinhará o que foi o teu espírito, caprichoso, volúvel, cruel, e a tua preocupação constante pela elegância. Concedo-te um bem: não te separarás do bem que adoras e viverás da sua seiva, sempre parasita do teu amado. 
 
Assim falou o poderoso gênio. E, quando falava, a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tornando-se de uma delicada cor lilás. Os olhos da jovem brilharam como pontos de ouro e as suas carnes tomaram a tonalidade do nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore na derradeira súplica.
E assim apareceu a primeira orquídea do mundo, segundo a lenda do Anam
Fonte:medievallegends.blogspot.com.br

As Cidades Submersas da Amazônia




 Enquanto arqueólogos fazem novas descobertas sobre antigas civilizações, cresce o interesse pelas visões de Saint Germain sobre supostas cidades amazônicas ligadas à Atlântida.
Com uma série de descobertas recentes sobre antigas civilizações na Amazônia, voltaram à baila antigas visões atribuídas a Saint Germain, segundo as quais teria havido uma ramificação da Atlântida na Amazônia – as lendárias Cidades Submersas.

Segundo as visões, haveria um monte referente à ponta de obelisco de 18 metros com apenas três acima do solo. Aquele, seguido Saint Germain, seria “o ponto mais elevado de uma importante cidade que foi sepultada durante o último cataclisma, por ocasião da submersão da Atlântida”.

O obelisco seria feito de “metal imperecível”, estando coberto de hieróglifos atlantes. “A cidade, originariamente, foi construída a 16 quilômetros da margem do rio, mas na ocasião em que foi submersa, a embocadura do rio se alargou de muitos quilômetros”, segundo Saint Germain. Levando um discípulo, elevou-se ao espaço “acompanhando o curso do rio Amazonas até o ponto situado a 56 graus de longitude Oeste”. Dali, a um ponto 70 graus Oeste: “O local que ele indicou abrangia o Amazonas entre esses dois pontos e também dois de seus principais afluentes”, detalhou o discípulo.

“Esta civilização”, disse Saint Germain, “desenvolveu-se durante o período compreendido entre 12 mil e 14 mil anos passados”. Ficaria no trecho que vai desde onde o rio Madeira desemboca no Amazonas, até um ponto a Oeste onde o Amazonas toca a Colômbia e o Peru. “Há 13 mil anos, o Amazonas era represado em grandes diques de pedra. Toda a região que o cercava permanecia a uma altitude de 1.500 metros, no mínimo, e em lugar do clima tropical de hoje, prevalecia uma temperatura semitropical durante todo o ano”.


 


Cataratas amazônicas – Ainda segundo Saint Germain, até grande distância dessa localidade, a região era constituída por uma planura ou platô:

– Perto da foz do Amazonas havia belas e grandiosas quedas de água. A cidade onde se achava o obelisco foi construída entre essas quedas e a costa marítima, cerca de 16 km ao sul do rio. Havia grandes répteis e animais ferozes nas proximidades do rio Orenoco, mais para o Norte. Esse povo estava em contato direto com todas as partes do mundo, por meio de maravilhosa navegação aérea, produzida para seu uso. Toda luz, calor e força eram extraídos diretamente da Atmosfera.

Nos arredores do rio Madeira, Saint Germain disse: “Eis o local de uma antiga cidade, a capital do império e o lugar mais importante na civilização daquele período”. Segundo o discípulo, ele ergueu a mão e a cidade se tornou claramente visível.

“Prosseguimos até uma curta distância”, relatou o discípulo, “e paramos num lugar onde havia uma grande laje estendida no chão”. Tendo Saint Germain focalizado seu poder sobre ela, a pedra elevou-se da terra e deslocou-se para o lado, descobrindo uma abertura com degraus que conduziam para baixo. “Descemos cerca de doze metros e chegamos a uma porta lacrada. Ele passou ligeiramente a mão sobre a porta, que se deslacrou revelando certos hieróglifos”.

Em uma porta, os hieróglifos diziam: “Templo vivo de Deus para o homem”. Aberta a porta, entraram numa sala onde havia caixas com folhas de ouro nos quais foram escritos com estiletes os anais dessa civilização. Através de uma passagem secreta ligando quatro pequenas salas encontraram vasos cheios de jóias pertencentes ao templo.

A quarta sala continha sete diferentes tipos de caixa que continham os instrumentos receptores e transmissores de “energia extraída do Universo para iluminação, aquecimento e força propulsora”. Nada que dependesse de petróleo, portanto.





 

50 mil habitantes – E a ciência, o que diz? Que uma vasta região na Amazônia foi o centro de cidades antigas nas quais cerca de 50 mil pessoas viviam, de acordo com a descoberta feita com imagens de satélites por cientistas, publicou a revista Science de agosto passado. Em meio a frequentes descobertas ocorridas na Amazônia, o interesse pelas visões de Saint Germain vai crescendo à medida que as pesquisas arqueológicas prosseguem.

“Pouco antes de ser soterrada, a cidade havia alcançado o pináculo da glória”, diz o relato. “O Grande Mestre Cósmico responsável por tudo aquilo apareceu no Império pela última vez. Chegou para dar aviso de um desastre iminente – súbito e completo – e teria salvo seus habitantes se estes lhe houvessem dado atenção”. Novamente chegamos ao mito da Arca de Noé, comum a várias civilizações.

A maioria ignorou o aviso, mas “o imperador e os espiritualmente mais adiantados deixaram o Império e chegaram a um lugar na parte Oeste dos estados Unidos da América, onde permaneceram em segurança até operar-se a transformação”.

Ao aproximar-se do fim do quinto ano, ao meio dia, “o sol escureceu e um pavor imenso tomou conta da própria atmosfera” e “ao anoitecer, medonhos terremotos sacudiram o solo e demoliram edifícios num caos inacreditável”. A terra que hoje é a América do Sul perdeu o equilibrou e rolou para Leste, “submergindo de 48 metros toda a Costa Oriental”.

Mais tarde, diz o relato, “foi se endireitando gradualmente até chegar a 18 metros de sua posição original em que hoje se encontra”. O rio Amazonas tinha cerca de 29 quilômetros de largura e era mais fundo, sendo navegável de um extremo ao outro, fluindo de onde é agora o lago Titicaca, no Peru, para o oceano Atlântico.


 



Muito ouro – Haveria ainda uma cidade subterrânea perto do rio Juruá, que seria a segunda cidade em importância do império. Esta cidade era “a sede das operações comerciais e governamentais, ligadas ao bem estar material da população, bem como o tesouro nacional, as atividades governamentais, experimentais de ciência e pesquisa”. E a segurança pública? “Não havia necessidade de polícia ou organização militar de espécie alguma, em virtude do método pelo qual o povo era relembrado da Lei e do maravilhoso poder sustentador que era irradiado, tornando-o apto a prestar obediência a ela”.

Ali, Saint Germain mostrou tesouros fantásticos, como potes e vasos cheios de pedras preciosas não lapidadas de todas as espécies. Em outra sala, os vasos continham lâminas de ouro delgadas, nas quais estão gravadas fórmulas e os processos secretos usados no período, como aparelhos para gravar ouro, para cortar e polir pedras preciosas. “Havia nessa sala grande quantidade de pepitas de ouro nativo; ouro em pó e em lingotes, pesando entre três e quatro quilos cada um”.

Saint Germain então disse: “É absolutamente impossível liberar para a massa da humanidade a fabulosa riqueza que vedes diante de vós, porque o egoísmo que ora impera no mundo comercial tornaria o cúmulo da loucura deixar a humanidade desperdiçar mais dons da natureza do que já desperdiça”.

A cidade submersa próxima ao rio Madeira, que na visão de Saint Germain teria sido a capital do império e o lugar mais importante da civilização na época – algo como Nova Iorque, hoje – era “construída em uma série de círculos, de cujo centro partiam as ruas comerciais, como raios cubo de uma roda”.

Uma cidade planejada como Brasília, portanto: “Os círculos externos eram avenidas de passeio, construídas de cinco em cinco quilômetros. Havia sete dessas avenidas, perfazendo a cidade setenta e quatro quilômetros de diâmetro, compreendendo o círculo central. Assim, as atividades comerciais não interferiam na beleza e conveniência das avenidas”.

 O primeiro círculo interior, diz a narrativa, tinha cerca de seis quilômetros de diâmetro e dentro dele estavam situados os edifícios governamentais de todo o império: “As ruas eram todas belamente pavimentadas e construídas a uma distância de quarenta e cinco a sessenta centímetros abaixo dos edifícios e terrenos adjacentes. Eram irrigadas todas as manhãs e lavadas com perfeição, antes de começarem as atividades diárias”.

Um aspecto da arquitetura da cidade, milênios antes de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, consistia em que os últimos andares de quase todos os edifícios, especialmente residências, eram construídos com abóbadas ajustáveis: “Podiam ser fechadas e abertas à vontade, porquanto eram construídas em quatro seções, e dispostas de tal modo que podiam convir tanto para dormir como para fins de divertimento”.






 

Loiros de olhos azuis – Como Washington, a capital do império atlante na Amazônia tinha um capitólio e as pessoas não seriam indiferentes a Lula, pois seus olhos “eram do mais belo azul-violeta, muito límpidos e brilhantes, exprimindo grande e tranquila inteligência”, “uma raça inteira de gente de cabelos dourados e bela tez branca rosada”.

Claro, também havia um governante, que se chamava Casimir Poseidon: “Seus fartos cabelos dourados pendiam-lhe sobre os ombros. O manto real era feito de material que parecia veludo de seda cor violeta, guarnecido de ouro. Sob o manto, uma roupa justa cujo tecido era de ouro flexível. A coroa consistia numa simples fita, também de ouro, com um enorme diamante no meio da testa”.
Também não foge à visão da Saint Germain a causa da destruição da Atlântida e de outros impérios:

“Toda vez que qualquer governo, ou o próprio povo, começa a derivar para os caminhos da devassidão, de tal modo que a injustiça e o mau uso da Vida tornam-se hábitos, quer dos administradores, quer do povo, a desintegração sobrevém e continua até que eles, ou voltam às Leis Fundamentais de Equilíbrio e Pureza, ou são esmagados por sua própria discórdia, para que o Equilíbrio possa ser restabelecido – e uma Nova Era se inicie”.

Carlos Sperança

Fonte: gentedeopiniao.com.br/

KITARO - Matsuri

Enya - Caribbean Blue

Musica Indiana. Exotic sound of India. Instrumental

terça-feira, 19 de junho de 2012

As Vidas Passadas de Chico Xavier



No livro “Chico, Diálogos e Recordações”, o autor Carlos Alberto Braga realiza um trabalho sério e dedicado por quatro anos com Arnaldo Rocha, que teve quase 50 anos de convivência com Chico Xavier. Arnaldo revelou uma série de reencarnações de si mesmo e de “Nossa Alma Querida”, como se refere a Chico. Arnaldo Rocha foi o doutrinador de um grupo de desobsessão que Chico Xavier participava.

 O nome era “Grupo Coração Aberto”, onde muitas revelações sobre vidas passadas na história planetária foram reveladas.
O resultado do trabalho pode ser parcialmente visto nos livros “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além”. Dentre várias encarnações de Francisco Cândido Xavier, algumas já foram elucidadas:
 
Hatshepsut (Egito) (aproximadamente de 1490 AC a 1450 AC)
 
Era uma farani – feminino de faraó – que herdou o trono egípcio em função da morte do irmão. A regência dela foi muito importante para o Egito, já que suspendeu os processos bélicos e de expansão territorial. Trouxe ao povo um pensamento intrínseco e mais religioso. Viveu numa época em que surgiram as escritas nos papiros, o livro dos mortos. Hatshepsut foi muito respeitada e admirada pelo povo egípcio. Obesa e diabética, com câncer nos ossos, desencarnou em torno dos 40 anos, por causa de uma infecção generalizada. Hatshepsut foi a primeira faraó (mulher) da história. Governou o Egito sozinha por 22 anos, na época o Estado era um dos mais ricos.
 
Chams (Egito) (por volta de 800 AC)
 
Rainha do Egito durante o império babilônico de Cemirames. Vários amigos de Chico Xavier também estavam encarnados na época, como Camilo Chaves, o próprio Arnaldo Rocha e Emmanuel, que era sacerdote e professor de Chams.
 
 
 
 
 
 
 
Sacerdotisa (Delphos-Grécia) (cerca de 600 AC)
 
Não se tem registros de qual o nome Chico Xavier recebeu nesta encarnação. Ela se tornou sacerdotisa por causa do tio (Emmanuel reencarnado), que a encaminhou para a sacerdotisação.
 
Lucina (Roma-Itália) (aproximadamente 60 AC)
 
Lucina era casada com o general romano chamado Tito Livonio (Arnaldo Rocha reencarnado), nos tempos da revolução de Catilina. Nesta jornada, Lucina teve como pai Publius Cornelius Lentulus Sura, senador romano, avô de Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel).
 
Flavia Cornélia (Roma-Itália) (de 26 DC a 79 DC)
 
Nesta encarnação, Chico Xavier era filha do senador romano Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel). Arnaldo Rocha confidenciou que quando Chico se lembrava da reencarnação de Flavia sentia muitas dores, porque ela teve hanseníase. Também se percebia um forte odor que se exalava.
 
 
 
 
 
 
Lívia (Ciprus, Massilia, Lugdunm e Neapolis) (de 233 DC a 256 DC)
 
Foi abandonada numa estrada e achada por um escravo, que trabalhava como afinador de instrumento, e tinha o nome de Basílio (Emmanuel reencarnado). Ele a adota e coloca o nome de Lívia – ler Ave Cristo. Nesta ocasião, Arnaldo Rocha era Taciano, um homem casado que tinha uma filha chamada Blandina (Meimei reencarnada).
 
Certa vez, os três se encontraram e Taciano chegou a propor uma relação conjugal com Lívia, que era casada com Marcelo Volusian.
Quando a proposta foi feita, Lívia alertou que todos tinham um compromisso assumido, tanto Taciano com sua esposa, quanto ela com o seu marido.
 
Na oportunidade, Lívia disse: “Além de tudo, nós temos que dar exemplo a essa criança. Imagina ela ter uma referência de pais que abandonam esses compromissos.
Confiemos na providência divina porque nos encontraremos em Blandina num futuro distante”, numa clara alusão ao primeiro encontro entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, na Rua Santos Dumont, em Belo Horizonte, em 1946, quando o médium revelou as mensagens de Meimei do Plano Espiritual.
 
Clara (França) (por volta de 1150 DC)
 
Chico Xavier, quando esteve na França, foi nas ruínas dos Cátaros e se lembrou quando, em nome da 1ª Cruzada, toda uma cidade foi às chamas. Essa lembrança foi dolorosa para Chico. No século seguinte, a 2ª Cruzada foi coordenada por Godofredo de Buillon (Rômulo Joviano encarnado – patrão de Chico Xavier na Fazenda Modelo em Pedro Leopoldo), que tinha um irmão chamado Luis de Buillon (Arnaldo Rocha reencarnado), casado com Cecile (Meimei ou Blandina reencarnada). Godofredo e Luis tinham mais um irmão, com o nome de Carlos, casado com Clara (Chico Xavier, reencarnado).
Meimei, no livro “Meimei Vida e Mensagem”, de Wallace Leal Rodrigues, descreve todos esses nomes, sem falar das reencarnações, e se refere a Chico como quem tem o afeto das mães, numa clara citação das várias encarnações femininas que teve o médium: “… Meu afeto ao Carlos, Dorothy, Lucilla, Cleone e a todos os que se encontram mencionados em nossa história, sem me esquecer do Chico, a quem peço continue velando por nós com o afeto das mães, cuja ternura é o orvalho bendito, alertando-nos para viver, lutar e redimir” (mensagem psicofônica de Meimei pelo médium Chico Xavier, em 13 de agosto de 1950).
 
Lucrezja di Colonna (Itália) (Século XIII)
 
Nesta encarnação, Chico Xavier nasceu na família de Colonna, assim como Arnaldo Rocha, que era Pepino de Colonna, e Clóvis Tavares, na época Pierino de Colonna. Os três viveram na época de Francisco de Assis e tiveram contatos, encarnados, com este espírito iluminado.
 
 
 
 
 
 
 
Joanne D’Arencourt (Arras-França) (Século XVIII)
 
Joanne D’Arencourt fugiu da perseguição durante a Revolução Francesa sob a proteção de Camile Desmoulins (Luciano dos Anjos, reencarnado). Veio desencarnar tuberculosa em Barcelona em 1789.
 
 
Joana de Castela (Espanha) (1479 a 1556)
 
Joana de Castela era filha de reis católicos – Fernando de Aragão (Rômulo Joviano, encarnado) e Isabel de Castela. Casou-se com Felipe El Hermoso, neto de Maximiliano I, da Áustria, da família dos Habsburgos. O casamento foi político, mas apressado pelo grande amor que existia. Desde criança, Joana via espíritos e, por viver numa sociedade católica, era considerada como louca. Com a desencarnação dos pais de Joana, o marido Felipe e, o pai dele, Felipe I (Arnaldo Rocha reencarnado) disputavam o trono.
Para evitar que Joana de Castela assumisse, acusaram ela de louca, porque via e falava com os espíritos. Depois que Felipe desencarnou, Joana foi enclausurada por 45 anos em Tordesilhas, na Espanha. A dor era muito grande, mas o que a consolava era o contato com os espíritos. A clausura tem muita relação com a vida de Chico Xavier. Foi uma espécie
de preparação para o que viria. Chico sempre foi muito popular, mas fazia questão de sair do foco para que a Doutrina Espírita fosse ressaltada.
 
 
Ruth Céline Japhet (Paris-França) Encarnação anterior à de Chico
Xavier (1837/1885)
 
Sua infância lembra os infortúnios de Chico Xavier, tal a luta que empreendeu pela saúde combalida. Era médium desde pequena, mas só por volta dos 12 anos começou a distinguir a realidade entre este mundo e o espiritual. Na infância, confundia os dois. Acamada por mais de dois anos, foi um magnetizador chamado Ricard quem constatou que ela era médium (sonâmbula, na designação da época), colocando-a em transe pela primeira vez. Filha de judeu, Ruth Céline Japhet contribuiu com Allan Kardec para trabalhar na revisão de “O Livro dos Espíritos” e do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, durante as reuniões nas casas dos Srs. Roustan e Japhet. Isso pode explicar por que Chico sabia, desde pequeno, todo o Evangelho. Em palestra proferida em Niterói no dia 23 de abril, o médium Geraldo Lemos Neto citou este fato: “Desde quando ele tinha cinco anos de idade, Chico guardava integralmente na memória as páginas de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A história de Chico Xavier todos nós sabemos. Ele somente veio ter contato com a Doutrina Espírita aos 17 anos de idade”, finalizou.
 
Para contrariar o pressuposto de que Chico Xavier foi Allan Kardec, o próprio médium mineiro relatou a admiração pelo codificador em carta publicada no livro “Para Sempre Chico Xavier”, de Nena Galves: “Allan Kardec vive. Esta é uma afirmativa que eu quisera pronunciar com uma voz que no momento não tenho, mas com todo o meu coração repito: Deus engrandeça o nosso codificador, o codificador da nossa Doutrina. Que ele se sinta cada vez mais feliz em observar que as suas idéias e as suas lições permanecem acima do tempo, auxiliando-nos a viver. É o que eu pobremente posso dizer na saudação que Allan Kardec merece de todos nós.
Sei que cada um de nós, na intimidade doméstica, torná-lo á lembrado e cada vez mais honrado não só pelos espíritas do Brasil, mas de todo o mundo. Kardec vive”.
 
 
PUBLICADO NO JORNAL CORREIO ESPÍRITA EM JUNHO DE 2010
FONTE: http://chico-xavier.com/2010/09/18/as-diversas-reencarnacoes-de-chico-xavier/
 http://grupodeestudojb10.blogspot.com.br/
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