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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Natal Cigano


O povo Cigano não dispensa uma festa, e imagina se o natal passaria desapercebido.

É uma festa de uma semana, sem muitos limites de comidas, bebidas e muita dança. É uma das festas mais importantes que o povo Cigano dá mais valor, alguns passam dias sem dormir só em função das celebrações.





 A festa também serve para confraternização com os que durante o ano tiveram alguma quezila mal resolvida, e todos acertarem seus pontos de inimizade e desafetos.

É momento de paz.

E com tanta alegria, e música, exige um grande espaço, para agregar os da tribo e os visitantes, e a tradição manda que as festas sejam feitas em tendas. No hemisfério norte, os ciganos que passam por rigoroso inverno usam braseiros que ajuda a espantar um pouco o frio externo, mas o calor humano...ah esse esquenta qualquer um.



Já os nossos ciganos do hemisfério sul, nem se preocupam com esse detalhe...
E a tradição cigana de gostar de festas, não deixa nunca faltar em qualquer comemoração, um bom grupo de músicos da tribo ou tribos vizinhas que sempre comandados pela voz do cantor principal, leva com que mulheres e homens dancem até o sol raiar.


 As crianças ciganas dão o toque especial as festas, correndo, dançando, rindo, se deliciando com as comilanças servidas na comemoração.
E todos se envolvem, todos participam, e celebram da maneira cigana e independente uma festa de tradição cristã.


Leia mais na Fonte:instintocigano.com.br

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A Estrela de Belém



Muitos fatores complicam a versão sobre a Estrela de Belém, incluindo a incerteza da data exata do nascimento de Cristo e a terminologia usada para descrever eventos astrológicos há cerca de 20 séculos. 

Por exemplo, qualquer objeto que atraísse atenção suficiente era chamado de “estrela”. Meteoros eram “estrelas cadentes”; cometas eram “estrelas ‘cabeludas’” e os planetas eram “estrelas caminhantes”. 

 A Bíblia nos oferece algumas referências históricas, como o Rei Herodes. Estudos modernos sugerem que ele morreu entre os anos quatro e um antes de Cristo, pelo nosso calendário presente. Conta-se que os Magos visitaram o rei pouco antes de ele morrer, e o nascimento de Cristo e o aparecimento da famosa estrela aconteceram logo depois disso.

E é muito difícil que Jesus tenha nascido no fim de dezembro. Uma passagem bíblica, de São Lucas, diz: “Naquela região havia pastores que estavam passando a noite nos campos, tomando conta dos rebanhos de ovelhas”. Isso indica que era primavera, época em que os pastores da Judeia cuidavam dos novos animais.

Em tempos antigos, 25 de dezembro era a data do famoso festival romano de Saturnália. Presentes eram trocados; casas, ruas e prédios decorados; pessoas iam para casa e todos ficavam em clima de festa.




Já foi dito que os primeiros cristãos escolheram a época desse festival para evitar atenção e escapar das perseguições. Quando o imperador romano Constantino adotou oficialmente o Cristianismo, no século quatro, a data do Natal permaneceu no dia 25.
E é quase certeza que o nascimento de Cristo não aconteceu há 2011 anos. Nossa atual cronologia, com anos a.C e d.C, foi adotada pelo abade romano Dionysius Exiguus em 523 d.C. Infelizmente, ele fez dois erros grandes nos cálculos.

O primeiro foi colocar o ano “um” depois de Cristo imediatamente depois do ano “um” antes de Cristo, esquecendo completamente do zero. Na época, o “zero” não era considerado um número. Então, o ano três, por exemplo, matematicamente falando é o dois.
O segundo foi aceitar a declaração de Clemente de Alexandria de que Jesus nasceu no ano 28 do reinado do imperador romano César Augusto.

 Mas Dionysius não levou em conta que durante os quatro primeiros anos desse reinado, o imperador era conhecido pelo seu nome original, Otaviano, até que o senado o proclamasse “Augusto”.

Então apenas aqui já temos um erro de quatro anos, mas agora nossa cronologia está muito avançada para ser modificada.

Para os anos do aparecimento da Estrela, muitos astrônomos e estudiosos da Bíblia acreditam que deve ter ocorrido entre os anos sete e dois a.C. Então esse é o período que devemos explorar para determinar se algo estranho aconteceu no céu.




O que foi a Estrela?

Pelo menos quatro teorias já foram divulgadas, de um ponto de vista astronômico.
A primeira diz que a Estrela foi um incomum meteoro de fogo avistado no horizonte. Mas como sabemos, um objeto como esse passa pelo céu em uma questão de segundo – muito pouco para guiar os Magos até a cidade de Belém. Então podemos deixar essa para trás.
Não tão simples assim é a possibilidade de que a Estrela era um cometa brilhante. Objetos como esse ficam visíveis a olho nu por semanas, a partir do anoitecer. 

O famoso cometa Halley, que passou pela última vez no começo de 1986, ficou brilhando no céu entre agosto e setembro do ano 11 a.C. Mas muitas autoridades não concordam com essa teoria, devido às falhas de tempo. E parece estranho que outro cometa com tamanha duração tenha passado despercebido.

Além disso, comentas eram vistos como presságios ruins, indicando fome e enchentes, assim como a morte – não o nascimento – dos reis e monarcas. Os romanos, para marcar a morte do General Agrippa, por exemplo, usaram a aparição do cometa Halley como marco. Com esse ponto de visão, a aparição de um cometa não seria um aviso do nascimento de um novo rei.

Talvez a reposta mais simples seja uma nova, ou supernova. As primeiras são estrelas que aumentam muito seu brilho por um período curto de tempo, e acontecem mais frequentemente. Já as supernovas, mais raras, são as famosas explosões estelares.
Esse tipo pode ser avistado mesmo durante o dia. Em nossa galáxia, no último milênio, quatro supernovas brilhantes ocorreram: em 1006, 1054, 1572 e 1604.

Apesar de essa ser a explicação mais satisfatória para a Estrela de Belém, há um grande problema: de que não há nenhum registo de uma nova brilhante durante o período apontado para a viagem dos Reis Magos. Apenas um registro aparece para uma nova, no ano 5 a.C. Mas os chineses, que a notaram, não afirmam ter sido um grande evento, com muito brilho. 



Peregrinações planetárias?

A última possibilidade é de outros planetas visíveis a olho nu. É pouco provável que os Magos tenham confundido um ou mais planetas familiares com uma estrela. Entretanto, algumas conjunções às vezes acontecem. 


Talvez um agrupamento de dois ou três planetas tenha criado uma figura geométrica atraente, entre os anos sete e dois a.C. Vale dizer que tal evento seria bem raro.
Um evento parecido que temos conhecimento é o agrupamento de Marte, Júpiter e Saturno, na constelação de Peixes, no ano seis a.C.

Outra explicação possível para a Estrela de Belém é a conjunção tripla de Júpiter e Saturno, entre maio e dezembro no ano sete a.C. 

Não há dúvida da visibilidade desses eventos, geralmente opostos ao sol durante a noite. Com certeza os Magos teriam notado que os planetas são se separaram muito durante as três conjunções. De fato, por oito meses consecutivos – o tempo estimado para uma viagem de 800 quilômetros entre a Babilônia e a Judeia – Júpiter e Saturno ficaram com três graus de separação, entre o fim de abril do ano sete a.C. e começo de janeiro do ano seis. 


Mas talvez nenhum agrupamento planetário se iguale ao dos dois planetas mais brilhantes, Vênus e Júpiter. E se levarmos em conta o único comentário sobre a Estrela, em São Mateus, a aparência era de duas estrelas.

Talvez o sinal dos Magos veio da constelação de Leão.

Para os antigos israelitas, essa constelação era considerada significativa e sagrada. Uma conjunção muito próxima entre Vênus e Júpiter teria sido visível no céu do Oriente Médio em 12 de agosto do ano três a.C.

E esse evento teria sido avistado tanto no leste, pelos persas, quanto no oeste, explicando a frase ambígua de São Mateus.

Vênus acabou sumindo com o sol, mas Júpiter e Leão continuaram no céu noturno durante dez meses. Nesse tempo, outras conjunções planetárias ocorreram, todas de grande importância para a época.

Durante algum tempo, na primavera do ano dois a.C., os Magos tiveram sua audiência com o Rei Herodes, que os questionou sobre o que haviam visto. É claro que nem ele nem seus conselheiros viram algo, já que ela apareceu entre quatro e cinco da manhã, hora em que estavam dormindo. Assim, o Rei enviou os Magos em sua busca por Cristo.

Então, durante o mês de julho do ano dois a.C., Vênus retornou para a mesma região do céu, com ainda mais brilho. Os Magos com certeza perceberam isso, e no dia 17, Júpiter e Vênus pareceram ainda mais juntos do que em agosto passado.
A astronomia pode nos dizer se essas conjunções ocorreram. Mas se alguém as observou, e se os Magos realmente fizeram sua jornada, já é outra questão.

Fonte: http://hypescience.com

domingo, 4 de maio de 2014

As Cidades perdidas da Amazonia



 Quando o Brasil criou o Parque Indígena do Xingu em 1961, a reserva estava longe da civilização moderna, aninhada bem no limite ao sul da enorme floresta amazônica. Em 1992, na primeira vez em que fui morar com os cuicuro, uma das principais tribos indígenas da reserva, as fronteiras do parque ainda ficavam dentro da mata densa, pouco mais que linhas sobre um mapa.

 Hoje o parque está cercado de retalhos de terras cultivadas, com as fronteiras frequentemente delimitadas por um muro de árvores. Para muitos forasteiros, essa barreira de torres verdes é um portal como os enormes portões do Parque Jurássico, separando o presente: o dinâmico mundo moderno de áreas cultivadas com soja, sistemas de irrigação e enormes caminhões de carga; do passado: um mundo atemporal da Natureza e de sociedade primordiais.

 



Muito antes de se tornar o palco central na crise mundial do meio ambiente como a gigantesca joia verde da ecologia global, a Amazônia mantinha um lugar especial no imaginário ocidental. A mera menção de seu nome evoca imagens de selva repleta de vegetação respingando água, de vida silvestre misteriosa, colorida e com frequência perigosa, de um entremeado de rios com infinitos meandros e de tribos da Idade da Pedra. 

Para os ocidentais, os povos da Amazônia são sociedades extremamente simples, pequenas tribos que mal sobrevivem com o que a Natureza lhes oferece. Têm conhecimento complexo sobre o mundo natural, mas lhes faltam os atributos da civilização: o governo centralizado, os agrupamentos urbanos e a produção econômica além da subsistência.




Em 1690, John Locke proclamou as famosas palavras: “No início todo o mundo era a América”. Mais de três séculos depois, a Amazônia ainda arrebata o imaginário popular como a Natureza em sua forma mais pura, e como lar de povos aborígines que, nas palavras de Sean Woods, editor da revista Rolling Stone, em outubro de 2007, preservam “um estilo de vida inalterado desde o primórdio dos tempos”.

 A aparência pode ser enganosa. Escondidos sob as copas das árvores da floresta estão os resquícios de uma complexa sociedade pré-colombiana. Trabalhando com os cuicuro, escavei uma rede de cidades, aldeias e estradas ancestrais que já sustentou uma população talvez 20 vezes maior em tamanho que a atual. 




Áreas enormes de floresta cobriam os povoados antigos, seus jardins, campos cultivados e pomares que caíram em desuso quando as epidemias trazidas pelos exploradores e colonizadores europeus dizimaram as populações nativas. 

A rica biodiversidade da região refl ete a intervenção humana do passado. Ao desenvolverem uma variedade de técnicas de uso da terra, de enriquecimento do solo e de longos ciclos de rotatividade de culturas, os ancestrais dos cuicuro proliferaram na Amazônia, apesar de seu solo natural infértil. Suas conquistas poderiam atestar esforços para reconciliar as metas ambientais e de desenvolvimento dessa região e de outras partes da Amazônia. 

Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/as_cidades_perdidas_da_amazonia.html

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os Agroglifos



Pela sua nomenclatura de dificiu dicção as palavras são poucos usadas, popularmentes são conhecidas como desenhos nas plantações.

 È isto mesmo Agroglifos ou Crop Circles são a denominação científica para esses "desenho" (alguns dizem mensagem), que são característicos das plantações de cereais do reino unido.




  • Mas todos desenho que aparece pode ser considerado um Crop circles?
    Não pois os verdadeiros crop circles contém características especificas, e muitos mistérios, que são estudadas por varios cientistas de  todo o mundo.

    Abaixo vou listar algumas de suas maiores caracteristicas :
  • São desenhos geométricos de gigantes proporções.
  • No seu interior há grande presença de radiação não explicada.
  • No interior dos círculos bússolas é relógios não funcionam.
  • As plantas que foram "afetadas" pelos os circuclos tem alteração celular.
Não há nem um indicio de pneus e pegadas humanas.

 



Essas são apenas alguns fatores que os distingue de um circulo forjada seja proposital ou não.

 Os Agroglifos e cercados de muitos misterios e respostas inesplicaveis como quem são esses seres que fazem estas desenhos? Como fazem? È por que fazem?.

Nós que não nos deixamos vendar as mentes sabemos que isso podem ser recados preciosos para nossa sobrevivência, a raça que nos deixa esses avisos usam pequenas sondas que constroem verdadeiras obras primas que só podem ser vistas do alto (usando transporte aereo).

  Já são mais de 15 países que apresentam estes tipo de códigos geométricos em suas plantações dentre eles o Brasil (em Santa Catarina como conta a Revista ufo).


Fonte: http://misteriosdahumanidadentrem.blogspot.com.br

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O Olho de Hórus





Olho de Hórus, também conhecido como udyat, é um símbolo que significa poder e proteção. O olho de hórus era um dos amultos mais importantes no Egito Antigo, e eram usados como representação de força, vigor, segurança e saúde.

Atualmente, o olho de hórus também é utilizado como símbolo contra a inveja e o mau-olhado, além de proteção, e por isso é bastante usado sua imagem para fazer tatuagens, em diversas partes do corpo.




Significado do Olho de Hórus

Existe uma lenda, de que o olho de hórus é composto por duas partes, o olho esquerdo, e o direito, onde o olho esquerdo simboliza a lua, e o direito, o sol. A lenda volta ao Egito, onde, em uma luta o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, que acabou sendo substituído por um amuleto, que deu origem entáo ao que hoje é conhecido como o olho de hórus.


Olho de Hórus Direito e Esquerdo

O olho direito de Hórus representa a informação concreta, que é controlada pelo lado esquerdo do cérebro. Esse lado é responsável pelo entendimento de letras, palavras e números, e é mais voltado ao universo de um modo masculino.
O olho esquerdo representa a informação abstrata, é representado pela lua, e simboliza um lado feminino, com pensamentos e sentimentos, intuição, e a capacidade de enxergar um lado espiritual.


Olho de horus na Maçonaria

O olho de hórus faz parte dos símbolos dos Maçons, que para eles significa que eles estão sempre sendo observados por alguém, por um ser superior, pelo Grande Arquiteto do Universo. Às vezes, a Maçonaria coloca um triângulo no olho, pois eles tem uma preferência com o número três.
Fonte:significados.com.br

O Culto de Adoração ao Sol




O culto ou adoração ao Sol era um costume deveras comum entre os povos antigos (foi o primeiro objeto de idolatria do homem).

 Sob diferentes nomes, o Sol era considerado uma poderosa divindade. Entre os caldeus era chamado de Bel ou Bal; os sírios o chamavam de Elagabal; os amonitas davam-lhe o nome de Moloque; os boabitas o denominavam Beelfegor; os persas de Mitra; os egípcios de Osíris; os fenícios de Adônis; os cartagineses de Saturno; os grego Hélios ou Febo; o romanos, por sua vez, o reverenciavam como o Sol Invictus.






 Já os povos americanos, por exemplo, os incas e os astecas, o tinha como a divindade suprema. 


Na Bíblia encontramos algumas citações a respeito deste tipo culto: “E, tendo derrubado os altares, e os bosques, e as imagens de escultura, até reduzi-los a pó, e tendo despedaçado todas as imagens do sol em toda a terra de Israel, então voltou para Jerusalém”(2 Cr. 34:7).







 / “E serão assolados os vossos altares, e quebradas as vossas imagens do sol e derrubarei os vossos mortos, diante dos vossos ídolos. “E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol” (Ez. 6:4; 8:16).


Fonte:etimologista.com

domingo, 5 de maio de 2013

A fascinante Atlântida





Um dos maiores mistérios da humanidade é sem dúvida a civilização perdida de Atlântida. Milhares de livros foram escritos sobre o assunto, que até hoje é investigado pelos cientistas do mundo inteiro.

 Além de sua desconhecida localização, os pesquisadores também querem descobrir o que causou o desaparecimento e quão avançado era o suposto povo que habitava a lendária civilização.

Atlântida foi descrita pelo filósofo grego Platão como um continente que afundou no Oceano Atlântico após um grande desastre por volta de 9600 a.C. 







Desde essa época, diversas teorias surgiram para tentar explicar o grande enigma de Atlântida, e até hoje reina a eterna dúvida se o continente perdido realmente existiu ou não passa de uma lenda criada pelo filósofo.

Ficção ou realidade, Atlântida era muito desenvolvida tecnologicamente, alguns dizem que inclusive que os atlantes eram seres superiores à nós, e que desapareceu provavelmente por causa de um grande terremoto, seguido de um devastador tsunami, já que era uma cidade banhada pelo mar, foi facilmente engolida.







O Mar do Sargaço se situa muito próximo do Triângulo das Bermudas e uma parte dele é sobre essa região que é conhecida pelos constantes desaparecimentos de aeronaves e embarcações. Seria essa a localização de Atlântida?

Até hoje não há provas geológicas e arqueólogas que comprovem a existência de Atlântida submersa no oceano e vire e mexe aparece um grupo de pesquisadores que afirma ter encontrado algo que ajude a desvendar um dos mistérios mais antigos da humanidade. Tudo o que existem são teorias.

domingo, 28 de abril de 2013

O Rio Ganges





Em novembro de 2008, o governo da Índia decidiu declarar o rio Ganges como o rio Nacional da Índia.

O Ganga é mencionado no Rig-Veda, a primeira das escrituras hindus. Ele aparece na nadistuti, que enumera os rios de leste a oeste. Em RV 6.45.31, a palavra Ganga também é mencionada, mas não está claro se essa referência é para o rio.

Para os hindus, o Ganga não é apenas um rio, mas uma mãe, uma deusa, uma tradição, uma cultura e muito mais.

As antigas escrituras mencionam que a água do Ganges exerce as bênçãos do deus Vishnu's pés; daí Mãe Ganges também é conhecido como Vishnupadi, que significa "emanantes dos pés de Lotus do Senhor Supremo Sri Vishnu."
 

A mitologia indiana afirma que Ganga, filha de Himavan, o Rei das Montanhas, tinha o poder de purificar tudo o que tocou nela. Ganga fluiu a partir do céu e purificou o povo da Índia. 






Após a morte, os indianos muitas vezes levam os corpos de seus mortos para imergir no Ganga, a quem creditam ter o poder para purificar-los de seus pecados.

Alguns hindus também acreditam que a vida é incompleta sem banhares no Ganga pelo menos uma vez em sua vida. Muitas famílias hindus mantem um frasco de água do Ganga na sua casa. 
 
Isto é feito porque é importante para eles ter água do Santo Ganga em casa, e também para que se alguém está morrendo, essa pessoa possa beber a água.
 
 Muitos hindus acreditam que a água do Ganga pode purificar a alma das pessoas de todos os pecados passados, e que também podem curar o doente.
 
Alguns dos mais importantes festivais hindu e Congregação religiosa (culto) são celebrados nas margens do rio Ganga.
 
Situado às margens do rio Ganges, Varanasi é considerada por alguns como a maior cidade santa no Hinduísmo, tem centenas de templos ao longo das margens do Ganges, que muitas vezes se tornam alagadas durante as chuvas.
 
 
 
 
 
Esta cidade, especialmente ao longo das margens do Ganges, é um importante lugar de culto para os hindus, bem como um terreno para cremação.

Os muitos significados simbólicos do rio foram descritos por Jawaharlal Nehru, em sua descoberta da Índia:


O Ganges, acima de tudo é o rio da Índia, que já declarou da Índia coração cativeiro e chamou inúmero milhões para ele desde o início da história. 


A história do Ganges, desde a sua nascente até o mar, desde tempos antigos para os novos, é a história da civilização e da cultura da Índia, da ascensão e queda de impérios, de grande orgulho e cidades, das aventuras do homem ...
Fonte: http://planetadobem.blogspot.com.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O Cometa Halley




O Cometa Halley já é conhecido desde pelo menos 240 a.C., e possivelmente desde 1059 a.C. A sua aparição mais famosa foi em 1066 d.C. quando foi visto pouco antes da Batalha de Hastings. Recebeu o nome de Edmund Halley, que calculou a sua órbita.

 Ele determinou que os cometas vistos em 1531 e 1607 eram o mesmo objecto que cumpria uma órbita de 76 anos. Infelizmente, Halley morreu em 1742, não chegando a viver o suficiente para conseguir ver a sua predição tornar-se realidade, quando o cometa regressou na Véspera de Natal de 1758.

O Cometa Halley teve aparições brilhantes em 1835 e 1910. Em 1984 e 1985, cinco naves espaciais da URSS, Japão e Europa foram lançadas para se encontrarem com o Cometa Halley em 1986. Um dos satélites do espaço profundo da NASA foi direccionado para monitorizar o efeito do vento solar no cometa.

 Apenas três cometas foram estudados por naves espaciais. O cometa Giacobini-Zinner foi estudado em 1985, o cometa Halley em 1986 e o cometa Grigg-Skjellerup em 10 de Julho de 1992. O núcleo do Halley tem a forma elipsoidal e mede aproximadamente 16 por 8 por 8 quilómetros (10 por 5 por 5 milhas).




Estatísticas do Cometa Halley

  • Distância do Periélio: 0.587 UA
  • Excentricidade Orbital: 0.967
  • Inclinação Orbital: 162.24°
  • Período Orbital: 76.0 anos
  • Próximo Periélio: 2061
  • Diâmetro: 16 x 8 x 8 km 



As Visitas do Cometa Halley:


  O Cometa Halley em Cor Falsa
Esta imagem do Cometa Halley foi obtida durante a sua aparição de 1986. Foram usados melhoramentos digitais em cor falsa para permitir as medidas de pequenas diferenças no brilho. (Copyright Calvin J. Hamilton)





 

Mosaico da Giotto do Cometa Halley
Esta imagem é um mosaico de 8 imagens obtidas pela nave espacial Giotto durante o seu encontro com Halley em 13 de Março de 1986. As dimensões do núcleo são de cerca de 16 por 8 por 8 quilómetros. Pelo exame dos jactos de poeira emitidos do núcleo, os cientistas conseguiram determinar que apenas cerca de 10% da superfície estava activa. (Cortesia A. Tayfun Oner)



 

Cauda de Iões
A estrutura bem desenvolvida da cauda do Cometa Halley foi capturada nesta imagem obtida em 5 de Março de 1986. Neste ponto da sua órbita, pouco tempo depois da passagem pelo periélio em 9 de Fevereiro de 1986, estava na sua maior actividade. Esta exposição de 10 minutos foi registada no Observatório Mauna Kea numa emulsão IIIa-J sem filtros. Esta imagem mostra as caudas de iões e de poeiras, com a última a estender-se por 6 graus no céu. (Cortesia NASA/JPL)

 

Separação
Uma das alterações mais espectaculares registadas referentes ao Halley durante uma aparição, foi a separação ocorrida em 12 de Abril de 1986. Esta exposição de 3 minutos foi obtida com o telescópio Michigan Schmidt no Observatório Interamericano Cerro Tololo. A imagem resultante mostra claramente uma parte da estrutura da cauda de iões separada do cometa. Neste período, o cometa está orientado de modo a que a cauda aparece comprimida com o vector do raio apontando para oeste. (Cortesia NASA/JPL)

 

Estrutura do Raio
Um exemplo da estrutura do raio do Halley foi capturado em 19 de Março de 1986, nos Observatórios Mount Wilson/Las Campanas. Esta exposição de 10 minutos foi registada no foco do telescópio de 100 polegadas em Las Camapanas, no Chile. Esta imagem de perto, que cobre 1 grau do interior do cometa, mostra um vector prolongado do raio que se estende para a esquerda. (Cortesia NASA/JPL)

 



Mapa Cilíndrico do Núcleo do Cometa Halley
Esta imagem é um mapa que representa o relevo por sombras, do núcleo do Cometa 1/P Halley.É o mesmo mapa da imagem acima, mas re-projectado numa projecção Cilíndrica Simples. Tal como em todos os mapas, representa a interpretação do cartógrafo e nem todas as formações estão necessariamente exactas devido à limitação dos dados disponíveis. Esta interpretação inclui as informações disponíveis tanto quanto possível. O Halley é um objecto particularmente difícil para o desenho do mapa, devido à natureza dos dados disponíveis. São possíveis muitas outras interpretações. Este desenho do relevo representa uma tentativa para mostrar formações visíveis no disco em várias imagens das naves espaciais, e as várias elevações e depressões sugeridas pelo limbo topográfico. (Cortesia Phil Stooke)



Mapa do Núcleo do Cometa Halley
Esta imagem é um mapa que representa o relevo por sombras, do núcleo do Cometa 1/P Halley. Tal como em todos os mapas, representa a interpretação do cartógrafo e nem todas as formações estão necessariamente exactas devido à limitação dos dados disponíveis. Esta interpretação inclui as informações disponíveis tanto quanto possível. O Halley é um objecto particularmente difícil para o desenho do mapa, devido à natureza dos dados disponíveis. São possíveis muitas outras interpretações. Este desenho do relevo representa uma tentativa para mostrar formações visíveis no disco em várias imagens das naves espaciais, e as várias elevações e depressões sugeridas pelo limbo topográfico. (Cortesia Phil Stooke)

Fonte: solarviews.com

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Cruz de São Bento






Sem dúvida a medalha de São Bento é uma das mais veneradas pelos fiéis. A ela se atribuem poder e remédio, seja contra certas enfermidades do homem e animais, ou contra os males que podem afetar o espírito, como as tentações do poder do mal. É frequente também colocá-la nos cimentos de novos edifícios como garantia de segurança e bem-estar de seus moradores.

A origem desta medalha se fundamenta em uma verdade e experiência do cunho espiritual que aparece na vida de São Bento tal como a descreve o papa São Gregório no Livro II dos Diálogos. O pai dos monges usou com frequência do sinal da cruz como sinal de salvação, de verdade, e purificação dos sentidos.

São Bento quebrou o vaso que continha veneno com o sinal da cruz feito sobre ele. Quando os monges eram perturbados pelo maligno, o santo mandava que fizessem o sinal da cruz sobre seus corações. Uma cruz era o selo dos monges na carta de sua profissão quando não sabiam escrever.









 Tudo isso não faz mais que convidar seus discípulos a considerar a santa cruz como sinal benfeitor que simboliza a paixão salvadora do Senhor, porque se venceu o poder do mal e da morte.
A medalha tal como hoje a conhecemos, remonta ao século XII ou XIV ou talvez a uma época anterior de sua história.

No século XVII, em Nattenberg, na Baviera, em um processo contra umas mulheres acusadas de bruxaria, elas reconheceram que nunca haviam podido influir malignamente contra o mosteiro beneditino de Metten porque estava protegido por uma cruz.

Feitas, com curiosidade, investigações sobre essa cruz, descobriram que nas paredes do mosteiro estavam pintadas várias cruzes com algumas siglas misteriosas que não puderam ser decifradas.

 








 Continuando a investigação entre os códices da antiga biblioteca do mosteiro, foi encontrada a chave das misteriosas siglas em um livro do século XIV. Assim sendo, entre as figuras aparece uma de São Bento segurando com a mão direita uma cruz que continha parte do texto que se encontrava só em suas letras iniciais nas hastes das cruzes pintadas nas paredes do mosteiro de Metten, e na esquerda portava una bandeirola com a continuação do texto que completava todas as siglas até àquele momento misteriosas.

Muito mais tarde, já no século XX, foi encontrado outro desenho em um manuscrito do mosteiro de Wolfenbüttel representando um monge que se defende do mal, simbolizado numa mulher com uma cesta cheia de todas as seduções do mundo.

 O monge levanta contra ela uma cruz que contém a parte final do texto. É possível que a existência de tal crença religiosa não seja fruto do século XIV senão muito anterior.
O papa Clemente XIV, em março de 1742, aprovou o uso da medalha que havia sido tachada anteriormente, por alguns, de superstição.

 Dom Gueranger, liturgista e fundador da Congregação Beneditina de Solesmes, disse que o costume de a imagem de são Bento aparecer com a santa Cruz, confirma a força que esse poder obteve em suas mãos. A devoção dos fiéis e as muitas graças obtidas por ela é a melhor mostra de seu autêntico valor cristão.
Fonte:Arnaldo Poesia ./starnews2001.com.br

O brilho das estrelas





Uma estrela é uma grande e luminosa esfera de plasma, mantida íntegra pela gravidade. Ao fim de sua vida, uma estrela pode conter também uma proporção de matéria degenerada. A estrela mais próxima da Terra é o Sol, que é a fonte da maior parte da energia do planeta.

 Outras estrelas são visíveis da Terra durante a noite, quando não são ofuscadas pela luz do Sol ou bloqueadas por fenômenos atmosféricos. Historicamente, as estrelas mais importantes daesfera celeste foram agrupadas em constelações e asterismos, e as estrelas mais brilhantes ganharam nomes próprios. Extensos catálogos de estrelas foram compostos pelos astrônomos, o que permite a existência de designações padronizadas.

Pelo menos durante uma parte da sua vida, uma estrela brilha devido à fusão nuclear do hidrogênio no seu núcleo, liberando energia que atravessa o interior da estrela e irradia para o espaço sideral. Quase todos os elementos que ocorrem na natureza mais pesados que o hélio foram criados por estrelas, seja pela nucleossíntese estelar durante as suas vidas ou pela nucleossíntese de supernova quando as estrelas explodem. Os astrônomos podem determinar amassa, idade, composição química e muitas outras propriedades de uma estrela observando o seu espectro, luminosidade e movimento no espaço. 





A massa total de uma estrela é o principal determinante da sua evolução e possível destino. Outras características de uma estrela são determinadas pela história da sua evolução, inclusive o diâmetro, rotação, movimento e temperatura. Um diagrama da temperatura de muitas estrelas contra suas luminosidades, conhecido como Diagrama de Hertzsprung-Russell (Diagrama H-R), permite determinar a idade e o estado evolucionário de uma estrela.

Uma estrela se forma pelo colapso de uma nuvem de material composta principalmente de hélio e traços de elementos mais pesados. Uma vez que o núcleo estelar seja suficientemente denso, parte do hidrogênio é gradativamente convertido em hélio pelo processo de fusão nuclear.O restante do interior da estrela transporta a energia a partir do núcleo por uma combinação de processos radiantes e convectivos







A pressão interna da estrela impede que ela colapse devido a sua própria gravidade. Quando o combustível do núcleo (hidrogênio) se exaure, as estrelas que possuem pelo menos 40% da massa do Sol se expandem para se tornarem gigantes vermelhas, em alguns casos fundindo elementos mais pesados no núcleo ou em camadas em torno do núcleo. A estrela então evolui para uma forma degenerada, reciclando parte do material para o ambiente interestelar, onde será formada uma nova geração de estrelas com uma maior proporção de elementos pesados. 


Sistemas binários e multiestelares consistem de duas ou mais estrelas que estão gravitacionalmente ligadas, movendo-se umas em torno das outras em órbitas estáveis. Quando duas dessas estrelas estão em órbitas relativamente próximas, sua interação gravitacional pode causar um impacto significativo na sua evolução.As estrelas podem ser parte de uma estrutura de relacionamento gravitacional muito maior, como um aglomerado ou uma galáxia.
Fonte:wikipedia
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