| Comovemo-nos, habitualmente, diante das grandes tragédias que agitam a opinião. Homicídios que convulsionam a imprensa e mobilizam largas equipes policiais... Furtos espetaculares que inspiram vastas medidas de vigilância... Assassínios, conflitos, ludíbrios e assaltos de todo jaez criam a guerra de nervos, em toda parte; e, para coibir semelhantes fecundações de ignorância e delinqüência, erguem-se cárceres e fundem-se algemas, organiza-se o trabalho forçado e em algumas nações a própria lapidação de infelizes é praticada na rua, sem qualquer laivo de compaixão. Todavia, um crime existe mais doloroso, pela volúpia de crueldade com que é praticado, no silêncio do santuário doméstico ou no regaço da Natureza... Crime estarrecedor, porque a vítima não tem voz para suplicar piedade e nem braços robustos com que se confie aos movimentos da reação. Referimo-nos ao aborto delituoso, em que pais inconscientes determinam a morte dos próprios filhos, asfixiando-lhes a existência, antes que possam sorrir para a bênção da luz. Homens da Terra, e sobretudo vós, corações maternos chamados à exaltação do amor e da vida, abstende-vos de semelhante ação que vos desequilibra a alma e entenebrece o caminho! Fugi do satânico propósito de sufocar os rebentos do próprio seio, porque os anjos tenros que rechaçais são mensageiros da Providência, assomantes no lar em vosso próprio socorro, e, se não há legislação humana que vos assinale a torpitude do infanticídio, nos recintos familiares ou na sombra da noite, os olhos divinos de Nosso Pai vos contemplam do Céu, chamando-vos, em silêncio, às provas do reajuste, a fim de que se vos expurgue da consciência a falta indesculpável que perpetrastes. |
| * * * Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Religião dos Espíritos.Ditado pelo Espírito Emmanuel. |
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Aborto Delituoso
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Siddharta Gautama,o Buda Shakyamuni
Siddhartha Gautama nasceu no século VI A.C., aproximadamente (565 A.C.- 486A.C. ), na cidade de Kapilavastu, no Nepal. Seu pai, eram o rei e rainha do povo Sakya próximo à fronteira ao norte a Índia. Aos nove meses e dez dias a rainha sentiu algo estranho,se agarrou a um galho de árvore e o Buda saiu de seu lado direito sem lhe causar dor. Assim que surgiu, o Buda deu sete passos em cada uma das quatro direções, e apontando para o céu,E disse: "Neste Universo, Eu vim para purificar as mentes confusas de todos os seres". À medida que andava, flores de lótus brotavam de onde seus pés tocavam a terra. E ainda disse: "Não passarei por outros nascimentos pois este é o meu último corpo. Agora eu deverei destruir e cortar pela raiz o sofrimento causado pelo nascimento e morte". O rei e a rainha levaram a criança a um visionário que predisse que esta criança se tornaria um grande rei se ele tomasse o caminho mundano, ou um Buda se ele tomasse um caminho espiritual.Cresceu vivendo uma vida extravagante como um jovem príncipe determinado em perpetuar a sua descendência real, Ele se excedeu tanto em Seus estudos que acabou se tornando um professor de seus próprios tutores.Se casou com 16 anos com a jovem Yasodhara. Seu pai num esforço de protegê-lo de toda infelicidade providenciara todo tipo de diversão, mas Siddhartha era introspectivo por natureza e freqüentemente se afastava de seus amigos e família para se sentar calmamente nos jardins que circundavam o palácio. Entretanto, aos 29 anos, o Príncipe Siddhartha se torna inquieto e se aventura em quatro escapadas para fora dos limites do palácio onde vivia para se deparar com a cruel realidade de sofrimento inevitável da vida. Assim Ele se deparou com o que é conhecido no Budismo por "os quatro sinais". Saindo pelo Portão Leste no primeiro dia ele se depara com um velho decrépito. No segundo dia, passando pelo Portão Sul, ele encontra um homem sofrendo de uma doença terrível. No terceiro dia, saindo pelo Portão Oeste, ele vem a contemplar um defunto rodeado por parentes chorosos.
E, profundamente afetado por tal visão da qual Ele havia sido, em toda sua vida, previamente poupado, Ele começou a questionar a natureza e causas do sofrimento. Em sua quarta escapada, saindo em direção ao Norte, Ele encontrou um monge que procurava por liberação. E assim, no dia seguinte, ele parte a procura de uma solução deixando tudo para trás, sua vida opulenta de Príncipe, para levar uma vida de jejuns e meditação, uma maneira de aliviar o sofrimento. Acompanhado por seu vassalo, Chandaka, Siddhartha escapa do palácio uma noite enquanto todos dormiam. Depois de cavalgar por horas ele param só o tempo suficiente para Siddhartha trocar Suas roupas pelas vestimentas simples de Chandaka. E pede Chandaka que retornasse à sua família real e os confortasse explicando que não havia razão para sentirem tristeza por Ele, uma vez que Ele estava se preparando para por um fim à velhice e à morte.Num esforço para obter uma mente tranqüila, Ele seguiu os diferentes métodos de meditação iogues, que prevaleciam na Índia da época que culminaram num período de jejum radical que o deixou completamente debilitado. Sua mente era brilhante e clara.Enquanto meditava sob uma árvore, uma luz começa a brilhar no meio de sua testa. Mara, O Grande Mal, estremeceu: ele sabia que seu poder para desvirtuar a humanidade estava ameaçado. Durante a noite, muitas distrações surgiram, sede, luxuria, descontentamento e distrações de prazer. E ao longo de Sua concentração meditativa, Ele foi tomado por visões de incontáveis exércitos atacando-O com as mais terríveis armas. Mara enviara um exército de demônios para destruí-lo. Mas por causa de Sua meditação indestrutiva Ele pode converter negatividade em harmonia e pureza, as flechas lançadas se transformaram em flores. Algumas filhas de Mara apareceram, como belíssimas mulheres, para seduzí-lo. Com a estabilidade de Sua meditação, Ele permaneceu imóvel. Sentado em um estado de total absorção Ele alcança todos os graus de realização incluindo total onisciência, adquirindo o conhecimento de todo o Seu ciclo de mortes e renascimentos.A terra tremeu e uma chuva caiu em resposta à Sua sua suprema conquista. Com o amanhecer Ele se levantou como Buda ou "O Iluminado", com a idade de 35 anos. Seus desejos e sofrimentos haviam terminado e como Buda Ele experienciou o Nirvana. Nos quarenta e nove dias seguintes à sua iluminação, o Buda permaneceu em silêncio, evitando falar pois os outros jamais compreenderiam a natureza de Sua experiência. "Satisfazer as necessidades da vida não é mal.Manter o corpo com saúde é um dever, porque de outra forma não poderemos manter a chama da sabedoria e a nossa mente forte e clara".Durante 49 anos, até os 80 anos, ele ensinou o Dharma que consistia nas "Quatro Verdades Nobres" e o "Caminho de Oito Passos"..Já debilitado, viajou para Kushinagara onde se deitou sobre seu lado direito para descansar. Buda diz disse:" Tudo que foi criado está sujeito a deteriorar e morrer. Tudo é transitório. Trabalhem suas próprias salvação com diligência".
Depois de passar por vários estados de meditação, Buda morreu alcançando o Parinirvana (o cessar da percepção e da sensação).
Fonte:pt.shvoong.com
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O maravilhoso canto das Baleias Jubartes
O canto das baleias é o nome dado ao som produzido por elas para se comunicarem. A palavra ''canção'' é usada particularmente para descrever o padrão de sons habituais e predizíveis produzidos por algumas espécies de baleias (particularmente a jubarte) de maneira muito semelhante às regras rítmicas em composições musicais feitas por humanos.
Os mecanismos utilizados para produzir som variam de uma família de cetáceos para outra. Mamíferos marinhos, como as baleias, golfinhos e marsuínos, dependem muito mais do som para comunicação e percepção do meio que os mamíferos terrestres, em razão de outros sentidos serem efetivamente limitados na vida submersa. A visão é limitada para os mamíferos marinhos pela forma como a água refrata a luz, O olfato também é limitado, pelo fato de as moléculas dispersarem-se mais lentamente na água do que no ar, o que faz com que tal sentido seja menos efetivo. Além disso, a velocidade do som na água é aproximadamente quatro vezes maior do que na atmosfera ao nível do mar. Pelo fato de os mamíferos marinhos serem tão dependentes da escuta para se comunicar e alimentar,ambientalistas e cetologistas temem que eles sejam prejudicados pelo crescente barulho ambiente nos oceanos, causados por navios e levantamentos sísmicos marinhos.
Acredita-se que, enquanto os complexos e inesquecíveis sons da baleia-jubarte (e algumas baleias azuis) sejam principalmente utilizados na época de seleção sexual , os sons mais simples de outras baleias são utilizados durante todo o ano. Ao passo que muitas baleias dentadas são capazes de usar a
ecolocalização para detectar o tamanho e natureza dos objetos, essa habilidade nunca foi demonstrada em baleias de barbatana. Além disso, diferentemente de alguns peixes, como os tubarões, o olfato não é muito desenvolvido nas baleias. Deste modo, dada a fraca visibilidade dos meios aquáticos e o fato de o som deslocar-se muito melhor na água, sons audíveis para os humanos podem desempenhar um papel importante para a sua navegação.Por exemplo,a profundidade da água ou a existencia de uma grandeobstrução a frente
podem ser detectados pelos sonoros sons produzidos pelas baleias de barbatana.Dois grupos de baleias, as jubarte e as subespécies da baleia-azul encontradas no Oceano Índico, são conhecidos por produzir sons repetidos a freqüências variáveis, conhecidos como o canto da baleia.
Fonte:efamilynet.com
Mundo Antigo:A Ilha de Páscoa
A ilha de Páscoa[1] é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico (27º 10' latitude Sul e 109º 25' longitude Oeste). Está situada a 3700 km de distância da costa oeste do Chile e sua população em 2002 era de 3791 habitantes, 3304 dos quais viviam na capital Hanga Roa. Famosa por suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.[2]
Em rapanui, o idioma local, é denominada Rapa Nui ("ilha grande"), Te pito o te henúa ("umbigo do mundo") e Mata ki te rangi ("olhos fixados no céu").
Os Moais são estátuas esculpidas a partir das pedras do vulcão Rano Raraku, dispostas em diversos santuários que tinham em média 5 estátuas. O maior deles, Paro, tem 22 metros e está inacabado.
O rongorongo é o sistema de escrita dos povos da Ilha que, apesar de diversas tentativas, ainda não foi completamente decifrado. A maioria dos especialistas em Páscoa conclui que a invenção do rongorongo foi inspirada pelo primeiro contato dos insulares com a escrita (desembarque espanhol de 1770), ou pelo trauma da escravidão quando, por volta de 1805 - ano mais sombrio da história de Páscoa - duas dúzias de navios peruanos sequestraram a metade da população (1500 pascoenses) e os venderam em um leilão para trabalho escravo nas minas peruanas de guano. A maioria dos sequestrados morreu em cativeiro. Os 15 sobreviventes, devido a pressões internacionais, foram repatriados e trouxeram varíola para os que moravam na ilha causando grande morte entre os moradores.[2]Fonte:Wikipedia
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