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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mistérios:o Mar de Sargaços


Ao longo de muitos séculos, as lendas sobre o mar dos Sargaços vem sendo acumuladas. Talvez as primeiras foram criadas por navegantes fenícios e cartagineses, que o cruzaram a milhões de anos, chegando a terras americanas, como o demonstram as inúmeras inscrições em pedras encontradas no Brasil e Estados Unidos, os tesouros de moedas fenícias e cartaginesas descobertas nas ilhas Açores e Venezuela e certas amostras pictóricas do México.
Assim podemos conhecer o informe do navegante cartaginês Himilco, escrito quinhentos anos antes de Cristo, sobre o mar dos Sargaços, um tanto sensacionalista e exagerado, mas muito gráfico: "Não é notada brisa que move o barco, tão morto está o perigoso vento deste mar quieto... ; tem tantas algas sobre as ondas, que parecem conter o navio, como se fossem arbustos... ; o mar não tem grande profundidade, a superfície da terra está coberta por muito pouca água... ; os monstros marinhos se movem continuamente em todas as direções e existem bestas ferozes que nadam entre os barcos que se arrastam lentos e preguiçosos".



O Mar dos Sargaços ou, como já dissemos, o "Mar dos barcos perdidos". Descoberto pelos primeiros marinheiros espanhóis e portugueses que atravessaram o oceano há quinhentos anos, deriva seu nome da alga marinha Sargassum. A característica mais notável desta região é a imobilidade de suas águas e presença de uma alga, a sargassum, que marca os limites deste mar dentro do oceano, flutuando em grandes massas.
Se trata de um mar quase estancado e desprovido de correntes, exceto em seus limites com a corrente do golfo. Se extende uns 320 km. ao norte das Grandes Antilhas até a Flórida e a costa atlântica. Permanece a uns 300 km. de distância da terra e se desloca para o cabo Hatteras, seguindo logo uma direção para África e a península Ibérica, para regressar finalmente para América.
Fonte:esoterika.com

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Em Família Espiritual


"Porque vês o argueiro no olho de teu
irmão, sem notar a trave que está no
teu próprio?"
(Mateus, 7:3)
Quanto mais nos adentramos no conhecimento de nós mesmos, mais se nos impõe a obrigação de compreender e desculpar, na sustentação do equilíbrio em nós e em torno de nós.
Daí a necessidade da convivência, em que nos espelhamos uns aos outros, não para criticar-nos, mas para entender-nos, através de bendita reciprocidade, nos vários cursos de tolerância, em que a vida nos situa, no clima da evolução terrestre.
Assim é que, no educandário da existência, aquele companheiro:
que somente identifica o lado imperfeito dos seus irmãos, sem observar-lhes a boa parte;
que jamais se vê disposto a esquecer as ofensas de que haja sido objeto;
que apenas se lembra dos adversários com o propósito de arrasá-los, sem reconhecer-lhes as dificuldades e os sofrimentos;
que não analisa as razões dos outros, a fixar-se unicamente nos direitos que julga pertencer-lhes;
que não se enxerga passível de censura ou de advertência, em momento algum;
que se considera invulnerável nas opiniões que emita ou na conduta que espose;
que não reconhece as próprias falhas e vigia incessantemente as faltas alheias;
que não se dispões a pronunciar uma só frase de consolação e esperança, em favor dos caídos na penúria moral;
que se utiliza da verdade exclusivamente para ameaçar ou ferir...
Será talvez de todos nós aquele que mais exija entendimento e ternura, de vez que, desajustado na intolerância, se mostra sempre desvalido de paz e necessitado de amor.



* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ceifa de Luz.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1980.
Fonte:espirito.org

As Cidades Espirituais

Nosso Lar

Em relatos provenientes das mais antigas civilizações conhecidas ou nas comunicações mais recentes de médiuns,
espíritas ou não, a presença de cidades maravilhosas tem sido uma constante, assim como o contato com os seres que nelas habitam e que trabalham pelo bem da humanidade(Nosso Lar,Metrópole do Grande Coração)
Os sábios e místicos das mais antigas civilizações da Terra já afirmavam que nosso mundo não era exatamente o que se pensava. Ou melhor, que ele era composto por camadas diferenciadas de realidades, nem todas imediatamente visíveis ou perceptíveis para todas as pessoas. Sob determinadas circunstâncias, alguns indivíduos atingiam a capacidade de obter percepções mais ou menos nítidas dessas outras camadas de realidade que, de certa forma, circundavam o planeta. Mais que isso: essas realidades paralelas à nossa estavam habitadas por entidades. Algumas eram vistas como sendo quase deuses, outras, como quase humanas. Todas poderiam, mais uma vez sob determinadas circunstâncias, entrar em contato com o nosso nível de realidade, transmitindo informações ou apenas tentando contatar com uma realidade da qual ainda não haviam se libertado completamente.
Essa sabedoria antiga foi transformada na base de muitas crenças religiosas, algumas das quais existem ainda hoje. Isso era uma realidade´na Índia antiga como o é hoje. As referências à existência de um "mundo invisível", encoberto dos simples mortais pelo "véu de Maya", são constantes na religiosidade hindu. Hoje em dia, noções como essa fazem parte da especulação científica - ainda que muito pouco comentadas abertamente -, especialmente na concepção dos chamados universos ou dimensões paralelas. Uma constante na literatura de ficção científica, a noção de existências paralelas à nossa se desenvolveu principalmente a partir de alguns aspectos da teoria quântica, os quais estão sendo cada vez mais seriamente considerados no meio científico.
Metrópole do Grande Coração


São justamente os contatos com essas outras dimensões que, ao longo de milhares de anos, têm surgido como o centro de alguns dos maiores mistérios das religiões e crenças místicas da humanidade. Mais do que apenas relatar vislumbres de outras realidades, os relatos dessescontatos fazem referências claras à existência de locais muito reais - às vezes, cidades, outras vezes, países ou terras maravilhosas.
Para alguns, Shamballah e Agartha seriam exemplos de cidades situadas numa das inúmeras dimensões paralelas,ainda que as lendas também se refiram a elas como sendo cidades subterrâneas. Esses relatos ou lendas - como preferem os cientistas - devem estar entre os mais antigos do planeta, formando a base de inúmeras crenças hindus e tibetanas. Na verdade, contos fantásticos sobre cidades subterrâneas ou em outras dimensões apareceram ainda recentemente, aqui mesmo no Brasil.
Seja como for, parece que o contato com esses locais - e com os seres que neles vivem - sempre esteve um tanto restrito, seja a pessoas com um desenvolvimento espiritual mais aprimorado, seja a pessoas com capacidades psíquicas mais desenvolvidas. Em alguns casos, como no antigo Egito, as maravilhosas terras do Além só podiam ser acessadas pelos espíritos dos mortos, e eram vistas como verdadeiros países, com tudo o que a existência material proporcionava.
As informações vêm sendo fornecidas tanto pelo contato direto com essas realidades, como por meio de contatos entre os seres que nelas habitam e os encarnados na Terra, como ocorre hoje em dia com os médiuns.
Agartha

Algumas crenças já se referiram à existência de sete planos ou níveis diferentes de realidade, cada qual um pouco mais afastado de nosso plano imediato. Assim, quanto mais distante se encontrasse o plano, mais difícil seria o contato. Os fantasmas, por exemplo, seriam os seres que ainda estariam num plano muito próximo à Terra, presos à realidade material e enfrentando dificuldades para se livrarem da existência anterior e realizar a passagem aos níveis mais elevados ou planos superiores.Diferentes Contatos Se fôssemos nos concentrar apenas na especulação científica, não haveria motivo para citar apenas sete planos dimensionais: o número de dimensões paralelas possíveis, na verdade, poderia ser infinito. Alguns estudiosos do assunto, ligados às mais variadas crenças e religiões, têm dito que, ultimamente, tem se tornado mais fácil acessar os níveis mais imediatos. Alguns chegam a dizer que está ocorrendo uma aproximação entre o plano material e o plano espiritual que se encontra mais perto da Terra, como se eles estivessem se mesclando. Essa seria a razão do número crescente de contatos, seja por meio de mensagens psicografadas, seja por meio das chamadas canalizações, ou mesmo por contatos diretos em projeções astrais que permitiriam aos indivíduos encarnados atingir esses níveis superiores.
É verdade que as informações e mensagens desses contatos estão cada vez mais complexas e, certamente, mais confusas, uma vez que as comunicações têm sido atribuídas não apenas a espíritos, mas também a seres extraterrestres, que estariam vivendo numa dessas dimensões paralelas e trabalhando em conjunto com os espíritos mais avançados.Parece que o assunto tem sido menos discutido do que deveria, afinal, o próprio Kardec se referiu à existência de vida em outros planetas, em diferentes estágios evolutivos e de espiritualidade.
As psicografias de Chico Xavier também se referem a seres de outros planetas, de modo que nada mais natural do que discutir essa questão de forma mais ampla, estendendo o tema à possível presença espiritual de seres extraterrestres.
Quais seriam, por exemplo, os pontos em comum entre as narrativas do espírito André Luiz a respeito do Nosso Lar, e outras visões de possíveis dimensões paralelas à nossa, encontradas em várias partes do planeta? Para alguns pesquisadores de fenômenos insólitos verificados em nosso planeta, os contatos com outras dimensões de existência são uma realidade.

Shamballah

Mais que isso: alguns afirmam que existem pontos específicos na Terra que, de certa maneira, formam passagens entre essas dimensões, passagens que podem ser mais ou menos evidenciadas.
Existem relatos de cidades maravilhosas que, em determinados momentos, podem ser vislumbradas em alguns locais do planeta; isso teria sido verificado no deserto do Arizona e também na Antártida. Fala-se de ilhas que surgem misteriosamente no oceano, para desaparecerem em seguida, como se uma porta tivesse sido aberta e, em seguida, novamente fechada, apenas deixando-nos ter uma leve percepção de outra realidade. E muitos mais.
O mais interessante de tudo isso pode estar nos pontos em comum entre as diferentes narrativas. Por exemplo, algumas pessoas entendem que as orações funcionam como uma espécie de ferramenta para se atingir outros níveis ou, utilizando-se outro tipo de linguagem, "abrir uma passagem" para outra dimensão.De forma semelhante, alguns contatados por extraterrestres falam a respeito da elevação do nível vibratório como meio para se atingir um plano superior e receber mensagens desses seres; fala-se que os mantras indianos igualmente permitiriam, em determinadas ocasiões, o acesso a dimensões superiores, vislumbrando assim uma parte do mundo normalmente invisível; os que realizam projeções ou viagens astrais também se referem a uma série de atitudes ou atividades de relaxamento e concentração, a partir das quais poderiam acessar outras realidades.
As noções se complementam, confundem-se, mas, seja como for, podem ser a indicação de um caminho único em direção a uma compreensão maior dos mundos invisíveis que nos cercam. É claro, desde que sejam examinadas com isenção e sem preconceitos.
Shangri-la
 Fonte:ippb.org.br

O Dalai Lama



Tenzin Gyatso, Sua Santidade o 14º Dalai Lama, é ao mesmo tempo líder temporal e espiritual do povo tibetano.
Nasceu em 6 de julho de 1935, numa família de camponeses da pequena vila de Taktser, na provincia de Amdo, situada no nordeste do Tibet.
Seu nome era Lhamo Dhondup até o momento em que, com dois anos de idade, Sua Santidade foi reconhecido como sendo a reencarnação de seu predecessor, o 13º Dalai Lama, Thubten Gyatso. Os Dalai Lamas são tidos como manifestações de Avalokiteshvara ou Chenrezig, o Bodhisattva da Compaixão e patrono do Tibet.
Um Bodhisattva é um ser iluminado que adiou sua entrada no nirvana e escolheu renascer para servir à humanidade.Sua Santidade o Dalai Lama começou sua educação monástica aos seis anos. O currículo consistia de cinco disciplinas maiores e cinco menores. As maiores são: lógica, arte e cultura tibetana, sânscrito, medicina e filosofia budista — e esta por sua vez se compõe de outras cinco categorias: Prajnaparamita, a perfeição da sabedoria; Madhyamika, a filosofia do Caminho do Meio; Vinaya, o cânone da disciplina monástica; Abhidharma, metafísica; e Pramana, lógica e epistemologia. As disciplinas menores são: poesia, música e teatro, astrologia, gramática e sinônimos. Aos 23 anos, fez seu exame final no Templo de Jokhang, em Lhasa, durante o o Festival Anual de Orações Mönlam. Foi aprovado com honras e recebeu o grau de Geshe Lharampa (título máximo, equivalente a um Doutorado em Filosofia 1ista). Em complemento a esses temas budistas, estudou inglês, ciências, geografia e matemática.
Em 1950, com 15 anos de idade, Sua Santidade foi solicitado a assumir a completa responsabilidade política como chefe de estado e de governo, após a invasão chinesa do Tibet. Em 1954, foi a Beijing para tratativas de paz com Mao Tsetung e outros lideres chineses, como Chou En-Lai e Deng Xiaoping. Em 1956, durante visita à Índia para participar das festividades do aniversário de 2500 anos de Buda, esteve presente em uma série de reuniões com Nehru, o Primeiro Ministro Indiano, e o Premiê Chou, sobre a situação do Tibet que se deteriorava rapidamente.
Seus esforços para alcançar uma solução pacífica para o problema sino-tibetano foram frustrados pelas atrocidades da política chinesa, no leste do Tibet, dando origem a um levante popular. Esse movimento de resistência espalhou-se por outras partes do País, e em 10 de Março de 1959, Lhasa, a capital do Tibet, explodiu em um grande levante. As manifestações da resistência tibetana exigiam que a China deixasse o Tibet, reafirmando a sua independência.
Quando a situação se tornou insustentável, pediu-se ao Dalai Lama que saísse do país para continuar no exílio a luta pela libertação. Sua Santidade seguiu para a Índia, que lhe concedeu asilo político, acompanhado de outros oitenta mil refugiados tibetanos. Hoje há mais de 120.000 tibetanos vivendo como refugiados na Índia, Nepal, Butão e no Ocidente. Desde 1960, Sua Santidade reside em Dharamsala, uma pequena cidade no norte da Índia, apropriadamente conhecida como "Pequena Lhasa", por sediar a sede do governo tibetano no exílio.
Desde a invasão chinesa, Sua Santidade apresentou vários recursos às Nações Unidas sobre a questão tibetana. A Assembléia Geral adotou três resoluções sobre o Tibet, em 1959, 1961 e 1965.


Sua Santidade o Dalai Lama freqüentemente diz: "Eu sou simplesmente um monge budista — nem mais nem menos." Ele realmente segue os preceitos da vida de um monge. Vivendo em uma pequena cabana em Dharamsala, levanta-se todos os dias às 4 horas da manhã para meditar, e cumpre uma atribulada agenda de encontros administrativos, audiências particulares, ensinamentos e cerimônias religiosas. Conclui o dia, sempre, com orações. Ao revelar as suas maiores fontes de inspiração, ele normalmente cita seus versos favoritos, encontrados nos escritos do reconhecido santo budista Shantideva:
Enquanto o espaço existir,
enquanto seres humanos permanecerem,
devo eu também permanecer
para dissipar a miséria do mundo.

Os Kahunas,deuses hawaianos



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Nas ilhas havaianas os Xamãs = Kahunas eram guardiões da Huna = Segredo. Por incrível que pareça uma pessoa da religião batista Max Freedon Long foi o grande pesquisador, que decodificou os ensinamentos Huna. Ele também freqüentava a igreja católica na infância com um amigo, viveu parte de sua vida no meio rural.
Estudou ciência cristã, teosofia, prática do Zen com um bispo americano. Mais tarde aperfeiçoou-se com um mestre japonês, chegando ao Satori (nirvana). Estudava as religiões.
No Havaí, Max encantou-se com as atividades vulcânicas, perto do vulcão Kilauea, até que fica sabendo dos Kahunas ( Ka significa guardião e Huna, segredo = kahuna = guardião do segredo.
Como ocorreu com povos nativos em todos os continentes, os havaianos nativos sofreram pressão do governo, no processo de colonização que proibia as atividades mágicas dos kahunas, então Max teve que realmente ir a luta e buscar informações. Corria pela população o mito da deusa Pele, que habitava o vulcão Kilauea, e visitava os nativos, pedindo tabaco. Max ficava sabendo de casos de magia, previsões de futuro, curas, contato com espíritos, uso de elementais, controle de animais, materializações, andar em lava quente, etc.
As pessoas que quebravam o Kapu ( código religioso e social), eram punidas pela magia havaiana. Mesmo com a repressão, os nativos permaneciam fiel ao Kapu ( como o Alcorão), e mantinham suas crenças vivas, aplicando-as ao cotidiano. O interessante é que apesar da imposição das leis, os oficiais de polícia não se atreviam a colocar os sacerdotes kahunas na prisão. A magia de certa forma assustava os brancos.
Max dedicou seus estudos à filosofia Huna, e observando e estudando os mitos, símbolos e lendas, além de testemunhar ” milagres “, e decodificou o que chamou de Filosofia Huna, compilando elementos da magia havaiana e fundando a Huna Reserch, divulgando os mistérios no mundo inteiro .
Os Kahunas eram especialistas em agricultura, construção de cabanas e barcos, pesca, astronomia, religião, medicina, psicologia. Entre esses conhecimentos existiam as seguintes artes :
  • uso de encantamentos para levar ou trazer a morte
  • arte de afastar uma entidade demoníaca espiritual em missão de morte
  • maestria em capturar espíritos
  • maestria em preces especiais de serviço
  • arte de fazer profecias do tempo
  • adivinhação
  • sacerdotes da saúde que trabalhavam com ervas.
  • Curavam ossos quebrados e outros traumas instantaneamente ou em alguns dias, através de preces ou processos esotéricos.
  • sacerdote dos ventos com poderes sobre espíritos
  • condutores de espíritos de pessoas falecidas. Ajudavam os espíritos a se elevarem até a divindade.
  • psicólogo



A palavra ALOHA é composta dos princípios :
A de ala = ver a vida de forma a estar sempre alerta
L de lokali = trabalhar com a unidade ( corpo, mente, espírito )
O de oiaio = honestidade
H de ha´aha ´a = humildade
A de ahonui = paciência e perseverança
Segundo os Kahunas, quando se aprende estes princípios se encontra Deus.


Segundo os Kahunas, quando se aprende estes princípios se encontra Deus.
Os Kahunas acreditavam que a energia Mana ( energia vital ) é recebida do céu através da prece. Deve-se rezar constantemente e enviar preces para Aumakua, o espírito guardião do passado. O Aumakua vivendo no céu, olha por sua criança da terra e intercede através do seu Divino poder espiritual.
Para os havaianos existem duas grandes forças, a alta elevada em direção à evolução e a baixa vibração negativa. O mundo material é considerado a parte negativa e o mundo espiritual a positiva. ( Encarar como polaridades, assim como yin e yang).
Consideram a lei do amor de Deus como manifestação da unidade e da harmonia, e que quando trouxermos a parte positiva, ou seja, a unidade e a harmonia, para a parte negativa (mundo material) , nós obteremos a verdade.
O desejo pessoal é negativo e as leis de Deus são positivas.Quando soubermos unir o desejo pessoal e o amor, aí se fará a Luz. Deus nos iluminará e nós desfrutaremos a verdadeira felicidade. Toda a vida é a união das polaridades ( positiva e negativa).
Minha experiência marcante com os Kahunas foi conhecer um psiquiatra kahuna, que chegou a cuidar de meu pai, há nos atrás, onde desenvolvemos uma amizade e passei a fazer sessões de regressões a vidas passadas com ele e aprendi algo sobre a filosofia huna, da Prece e Ação. O Dr. Sebastião de Mello é uma das pessoas atuantes nos mistérios Hunas, aqui no Brasil
Os sete princípios essenciais estão codificados em sete palavras havaianas. Para melhor entendimento Dr. Serge King* traduziu e teceu explicações sobre eles. (Dr. King é psicólogo e treinado nas tradições xamãnicas do Havai e do  Oeste da África. Foi criado no Havai onde reside atualmente).
IKE – O MUNDO É O QUE VOCÊ PENSA QUE É
Você cria sua própria experiência da realidade através de suas crenças, expectativas, atitudes, desejos, medos, julgamentos, sentimentos, pensamentos e ações.
KALA – NÃO EXISTEM LIMITES
Não existem limites reais entre você e seu corpo, você e as pessoas, você e  o mundo, você e Deus. A separação é uma ilusão.
MAKIA – A ENERGIA FLUI PARA ONDE A ATENÇÃO VAI
Os pensamentos e sentimentos que você abriga, conscientemente ou não, formam  uma esquema, um projeto, desígnio ou plano para que chegue a você a experiência mais próxima e equivalente a estes pensamentos e sentimentos. A  atenção dirigida é o canal tanto para o fluxo de energia biológica quanto para a cósmica.
MANAWA – AGORA É O MOMENTO DE PODER
Você não está preso a nenhuma experiência do passado nem a nenhuma expectativa do futuro. Você tem o poder no presente momento para mudar as  crenças limitantes e conscientemente plantar as sementes para o futuro da sua escolha.
Ao mudar seus pensamentos, você muda sua experiência. Não  existe nenhum poder real fora de você pois Deus está em seu interior.
ALOHA – AMAR É ESTAR FELIZ COM
O universo e os seres humanos existem devido ao amor. Em Huna, o amor  implica a criação da felicidade. Tudo funciona melhor quando este princípio  é seguido conscientemente pois assim a felicidade deixa de ser apenas um  efeito colateral.
MANA – TODO PODER VEM DO INTERIOR
Não existe poder fora de você porque o poder da Vida ou do Universo trabalha  através de você em sua vida. Você é o canal para este poder; suas escolhas e  decisões dirigem-no. Nenhuma outra pessoa tem poder sobre você e seu destino  a menos que você permita.
PONO – A EFICÁCIA É A MEDIDA DA VERDADE
Em outras palavras, todos os sistemas são arbitrários e assim fica-se  absolutamente livre para usar aquilo que é eficaz.
Fonte:institutoeco.com
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