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domingo, 10 de novembro de 2013

Renascer e Remorrer




Usufruímos na Espiritualidade o continente sem limites de onde viemos; no Universo Físico, o mar sem praias em que navegamos de quando em quando, e, na Vida Eterna, o abismo sem fundo em que desfrutamos as magnificências divinas.

No trajeto multimilenário de nossas experiências, aprendemos, entre sucessivos transes de nascimento e desencarnação, a alegria de viver, descobrindo e reconhecendo a necessidade e a compensação do sofrimento, sempre forjado por nossas próprias faltas.

Já renascemos e remorremos milhões de vezes, contraindo e saldando obrigações, assinalando a excelsitude da Providência e o valor inapreciável da humildade, para saber, enfim, que toda revolta humana é absurda e impotente.

Se as lutas do burilamento moral não têm unidade de medida, a ação do amor é infinita na solução de todos os problemas e na medicação de todas as dores.

Tolera com paciência as inevitáveis, mas breves provas de agora, para que te rejubiles depois.



Nos compromissos espirituais, todos encontramos solvibilidade através do esforço próprio. Aproveitemos a bênção da dor na amortização dos débitos seculares que nos ferreteiam as almas, perseverando resignadamente no posto de sentinelas do bem, até que o Senhor mande render-nos com a transformação pela morte.

Sempre trazemos dívidas de lágrimas uns para com os outros. Vive, assim, em paz com todos, principalmente junto aos irmãos com os quais a tua vida se intercomunica a cada instante, legando, por testamento e fortuna, atos de amor e exemplos de fé, no fortalecimento dos espíritos de amigos e descendentes.

Se há facilidade para remorrer, há dificuldades para renascer. As portas dos cemitérios jamais se fecham; contudo, as portas da reencarnação só se abrem com a senha do mérito haurido nas edificações incessantes da caridade.

As dores iguais criam os ideais semelhantes. Auxiliemo-nos mutuamente.

O Evangelho – o livro luz da evolução – é o nosso apoio. Busquemos a Jesus, lembrando-nos de que o lamento maior, o desesperado clamor dos clamores, que poderia ter partido de seus lábios, na potência de mil ecos dolorosos, jamais chegou a existir.

 

pelo Espírito Lins de Vasconcellos - Do livro: O Espírito da Verdade, Médium: Francisco Cândido Xavier

 Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Lenda das Margaridas




As margaridas são as flores que abrem antes do nascer do dia, por isso foi-lhes dado o nome "olhos do dia". Na tradução do grego margarida significa "pérola".

     Existe uma lenda relacionada com o seu aparecimento:


      Uma menina pequenina sussurrou um pedido ao céu da noite: "Oh estrelas! Por favor, queria que se transformassem em flores, para que eu pudesse brincar com vocês.






" As estrelas refletiram num orvalho matinal e quando a menina acordou, viu muitas margaridas prateadas no seu jardim. Então o Sol perguntou de manhã à margarida:"Estás feliz? Tens algum desejo?" 

     " Obrigado - respondeu a margarida - estou feliz. Mas deixa-me florescer todas as estações, para poder alegrar as crianças." Depois o Sol tocou na margarida com os seus raios solares e deixou no meio da flor um círculo amarelo. 


    




 Outra lenda diz que havia uma bonita donzela, que era perseguida por um homem velho há já algum tempo. Então, ela pediu proteção à natureza e esta transformou-a numa margarida. 

     Na Idade Média um cavaleiro, que se iria casar, gravou no seu escudo a imagem de uma margarida. Ludovico IX, em honra da sua mulher margarida, ordenou que a flor fosse gravada na bandeira real e também no seu anel. 


Fonte:flordelysrs.com.br
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