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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Negociações com os Desencarnados




“A proibição de Moisés era assaz justa, porque a evocação dos mortos não se originava nos sentimentos de respeito, afeição ou piedade para com eles, sendo antes um recurso para adivinhações, tal como nos angúrios e presságios explorados pelo charlatanismo, e pela superstição. Essas práticas, ao que parece, também eram objeto de negócio e Moisés, por mais que fizesse, não conseguiu desentranhá-las dos costumes populares.”

O CÉU E O INFERNO - 1ª parte — Capítulo 11º — Ítem 4.

 
 
 

Contam que Periandro, o tirano de Corinto, depois da desencarnação de Melisses, sua esposa, mandou evocar-lhe o espírito, através de famoso médium de Dodona, no Epiro, a fim de informar-se quanto ao local em que fora enterrado um tesouro e cujo segredo levara para o túmulo. O espírito, no entanto, recusou-se a divulgar a informação sob a alegação de que o marido esquecera de prestar-lhe algumas homenagens póstumas. Ciente da queixa da “sombra” mandou Periandro que se fizessem as cerimônias, após o que, o espírito deu os pormenores solicitados.

Desde a mais remota antigüidade as sombras dos mortos eram convocadas ao comércio com os homens, em nefandas mancomunações, alongando e mantendo no além-túmulo os vínculos com as paixões turbulentas e mesquinhas que os caracterizavam, com resultados quase sempre decepcionantes...

Em todos os povos as oferendas aos desencarnados eram feitas através de evocações burlescas e selvagens, nas quais se pretendia intercâmbio rendoso e imediato. Tais práticas, apesar de degradantes, alongaram-se pelos séculos e, ainda hoje, não são poucos aqueles que supõem encontrar nas modernas sessões mediúnicas do Espiritismo cristão, as possibilidades de negociar com os desencarnados em propostas ridículas, vazadas nos mais eloqüentes despropósitos.

Médiuns há que sintonizam com espíritos de todo quilate.

Espíritos há que se comprazem em intercâmbio com médiuns possuidores dos mais abjetos sentimentos.

O Mundo Espiritual é residência fixa dos viajantes do mundo corporal...

Cá e lá as condições de vida se assemelham, as circunstâncias morais têm as mesmas nuances.

Não há porque estranhar repontem em todo lugar as informações apaixonadas deste ou daquele negocista das especiarias mediúnicas, relatando descobertas valiosas, doando possibilidades de vida fácil e sem esforço, deslumbrados pelo que os Espíritos dizem e se propõem fazer...

Os desencarnados, embora considerados mortos vivem, e mesmo os menos esclarecidos podem informar, esclarecer, falar do passado, pensar, homens que foram espíritos que são, com preferências, com aspirações.

Tens, porém, a Doutrina Espírita para teu consolo e roteiro. Não te mente para agradar, não te engana para conquistar.

 
 
 
 
 Consola-te e recomenda cuidado com o erro e o crime.

Guia-te e liberta-te das paixões.

Diante do sofrimento não alude à dor com evasivas, utilizando o desculpismo de tão bom paladar para os trêfagos.

Mas te fala dos erros de ontem que hoje resgatas, e, quando separado de a quem amas por este ou aquele motivo, não te acena vãs promessas e loucas esperanças, esclarecendo que o óbice de agora é lição para o futuro, preconizando fraternidade e amor em moldes elevados e libertadores.

Não te enganes nem enganes a ninguém.

O Espiritismo é como a luz — não enseja equívocos.

Prometido por Jesus e por Ele próprio denominado Consolador, o Espiritismo ajuda o espírito a ascender, embora seja através da cruz de provações que outra não foi, senão aquela mesma que o Mestre conduziu ao Calvário, e na qual ensinou libertação e felicidade perene à Humanidade, milênios afora, em sublime negociação de amor sem fim.

 

Joanna de Ângelis

Fonte: http://ensinosespiritas.blogspot.com.br

Jesus e o Perdão





Ensinando o amor para com os inimigos, vejamos como procedia Jesus diante daqueles que lhe hostilizavam a causa e lhe feriam o coração.

Em circunstância alguma o vemos a derramar-se, louvaminheiro, encorajando os que se mantinham no erro deliberado, mas sim renovando sempre o processo de auxiliar com esquecimento de toda injúria.

Diante da turba que o preferia a Barrabás, o delinquente confesso, não se entrega ao elogio da multidão, mas guarda dignidade e silêncio, tolerando lhe a afronta.

Perante Pilatos, o juiz inseguro, não lhe beija as mãos lavadas, mas sim, pela conduta de vítima irreprochável, lhe devolve ao espírito inconsequente a noção da responsabilidade precisa.

Em plena rua, cambaleante sob o madeiro, não se volta para sorrir aos ingratos que lhe cospem no rosto, mas ora por todos eles, confiando-os ao tempo que é o julgador invisível da Humanidade.

 
 
 
 
Na cruz infamante, não toma a palavra para agradecer a inconstância de Pedro ou a fraqueza de Judas, nem faz voto festivo aos sacerdotes que lhe insultam a Doutrina de Amor, mas a todos contempla, sem mágoa, pedindo o perdão celeste para a ignorância de quantos lhe impunham a humilhação e a morte...

E olvidando os verdugos e adversários, ei-lo que torna ao convívio das criaturas, em pleno terceiro dia depois do túmulo em trevas, a fazer ressurgir para a Terra enoitada a divina mensagem de eterna luz."

Desculpar os que nos ofendem não será, portanto, comungar-lhes a sombra, mas sim esquecer-lhes os golpes e seguir para a frente, trabalhando e aprendendo, ajudando e servindo sempre, na exaltação do bem, para que o mundo em nós outros se liberte do mal.

 

Emmanuel (por Chico Xavier)

Reformador (FEB) Março 1959
Fonte: http://elucidacoesespiritas.blogspot.com.br/

sábado, 2 de novembro de 2013

Osíris




Osíris era um deus egípcio.

Reza a lenda, que os primeiros egípcios olharam para o céu e temeram o universo, acreditando que era regido por dois deuses, o Sol e a Lua. Esses deuses receberam os nomes respectivamente de Osíris e Ísis

 O primeiro é uma palavra derivada do grego que significa muitos olhos, pois representa os raios de Sol que tocam todos os lugares. Porém o significado exato do nome é desconhecido.

Osíris era o deus superior dos egípcios que, durante o Império Antigo, assumiu a vertente de deus funerário e, a princípio, era acessível somente aos reis. Com a democratização espiritual do Egito Antigo, Osíris passou a ser acessível a todos após a morte, desde que cumprissem as ritualísticas básicas em sua homenagem.





Sabe-se que Osíris é oriundo da região de Busíris, no Baixo Egito, de onde partiu para ser o mais importante deus de todo o Império Antigo. Consequentemente, era uma dos mais populares, cultuado desde épocas remotas até o fim da independência política do Egito. 

Em sua homenagem foram construídos diversos templos, sempre respeitando a deusa que era considerada sua esposa, Ísis. A tríade que completava a principal família de deuses míticos do Egito completava-se com o filho Hórus. Osíris e Ísis eram reconhecidos por julgar a alma dos egípcios quando morriam e decidir sobre seu destino.

 Mas, no início de seu culto, era conhecido apenas por ser a reencarnação de forças da terra e das plantas. O crescimento da representação de Osíris na cultura religiosa do Antigo Egito foi monumental a ponto de substituir o culto solar.




A representação mais antiga de Osíris  data de 2300 a.C.. Sua imagem variou bastante durante a história, sendo representado como homem mumificado, em pé, deitado, com a pele negra ou verde e, ocasionalmente, como um animal. 

Normalmente aparece com a cabeça coberta por uma mitra branca, representando um ser bondoso que assegura vida e felicidade eterna para todos os seus protegidos. Apesar de Osíris ser o nome mais popular e difundido, também foi identificado com uma série de outros nomes.

No contexto da mitologia grega, Osíris  é protagonista de uma difundida lenda de prosperidade da terra e da vegetação egípcia. Osíris teria sido responsável por governar a terra e, através das águas do Nilo, ressuscitar a vida existente em torno do rio sempre que a seca matava tudo.

 Ele teria ensinado aos humanos as técnicas necessárias para a civilização, para a agricultura e para a domesticação de animais.


 
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Stonehenge:As Pedras Suspensas




Stonehenge, que para os Antigos Celtas se chamava Pedras Suspensas, é um dos mais importantes megalíticos da história humana. Os megalíticos são as construções feitas com grandes pedras, que muitas vezes pesam toneladas, realizadas pelos seres humanos, em geral, em um período anterior ao Cristianismo. 




Desde a formação de círculos de pedras obedecendo um determinado princípio, até muros de pedra ou construções como as pirâmides ? o que torna estes monumentos especiais, além da sua grandiosidade, é o fato de que a forma como muitos deles foram construídos permanece um mistério. 

Numa época em que, segundo os cientistas, os homens mal haviam saído da Idade da Pedra, estas obras foram erguidas em condições adversas e muitas vezes inexplicáveis, como o transporte de blocos de pedra que pesam toneladas, a perfeição de seu encaixe e a distância incrível aonde se buscava o material escolhido. Enigmas ainda hoje sem solução.




As “Pedras Azuis” usadas em sua construção são encontradas na região de Gales, a quatrocentos quilômetros de distância, com a necessidade de uma travessia marítima. Fato estranho considerando que existem pedreiras em grande quantidade no local em que o círculo foi erguido. Se for traçada no meio do círculo, verá que esta aponta para a posição do nascer do sol na época do Solstício (Na Inglaterra, final de Junho).

 O início da construção do círculo de pedras é de cerca de 2800 antes de Cristo. Nesta primeira época, foram erigidas as pedras de estação, que marcam as quatro estações do ano, isto é, a posição do Sol em cada uma delas. A segunda fase foi em cerca de 2100 a.C. quando foram erguidos os duplos círculos de pedras.




 Na terceira fase, o duplo círculo de pedras foi desfeito e reconstruído. Está descartada a possibilidade de ter sido erguida pelos druidas, que na verdade utilizavam os círculos para fazer seus rituais, mas só vieram para esta região posteriormente. Numa outra época foi construída uma avenida que liga o santuário ao rio Avalon, a 3,2 Km de distância. 

 Durante muito tempo, a população local atribuiu ao Mago Merlim a sua construção, acreditando nos poderes curativos do local. Os cientistas acreditam que Stonehenge é, na verdade, uma espécie de calendário ou computador cósmico, utilizado pelos antigos para fazer cálculos e previsões astronômicos.

 Para os esotéricos, a origem do monumento pode ser atlante ou extraterrestre o que talvez explique o fato de sempre surgirem na região e nas fazendas vizinhas os famosos Círculos das Plantações.

Leia mais na Fonte: venturaesoterico.com.br

Receita Espírita





Pensamento sombrio? 

Alguns instantes de prece.

Irritação? 

Silêncio de meia hora pelo menos.

Tristeza? 

Ampliação voluntária da quota de trabalho habitual.

Impulso a critica destrutiva? 

Observemos as nossas próprias fraquezas.

Desejo de censurar o próximo? 

Um olhar para dentro de nós mesmos.

Solidão? 

Auxiliar a alguém que, em relação a nós, talvez se encontre mais sozinho.

Tédio? 

Visita a um hospital para que se possa medir as próprias vantagens.

Ofensa? 

Perdoar e servir mais amplamente.

Ressentimento? 

Olvido de todo mal.

Fracasso? 

Voltar às boas obras e começar outra vez.






pelo Espírito Albino Teixeira - Do livro: Caminho Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Fonte:Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br
 
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