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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Estrelas Cadentes

 

São fenômenos luminosos que ocorrem na atmosfera decorrentes do atrito e da vaporização dos meteoróides...

 

                       
                       

      A maioria das estrelas cadentes vem da poeira que flutua pelo espaço.........






                                               Como ocorrem as estrelas cadentes?
 
As estrelas cadentes são fenômenos luminosos que ocorrem na atmosfera, decorrentes do atrito e da vaporização de corpos sólidos vindos do espaço, os chamados meteoróides. Quando estes penetram na atmosfera, a velocidade de até 250 mil quilômetros por hora, se desintegram, dando origem a um rastro luminoso e ionizado, de curta ou longa duração os meteoros ou estrelas cadentes. Numa noite escura, com o céu muito limpo, pode-se observar, com alguma sorte, mais de dez estrelas cadentes por hora, às vezes acompanhadas de explosões semelhantes a um trovão abafado. Os meteoros que não se desintegram e atingem o solo recebem o nome de meteoritos.
Fonte:Superinteressante

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Allan Kardec,o Codificador do Espiritismo

A juventude e a atividade pedagógica


Allan Kardec e sua esposa Amélie Gabrielle Boudet.
Nascido numa antiga família de orientação católica com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.
Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados, criando cursos gratuitos para os mesmos. Aos dezoito, bacharelou-se em Ciências e Letras.
Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração. Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.
Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?".[8]
A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet. Em 1824, retornou a Paris e publicou um plano para aperfeiçoamento do ensino público. Após o ano de 1834, passou a lecionar, publicando diversas obras sobre educação, e tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais.[9]
Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[10] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.
As materias que lecionou como pedagogo são: Química, Matemática, Astronomia, Física, Fisiologia, Retórica, Anatomia Comparada e Francês.[11]

 Das mesas girantes à Codificação


Kardec em 1865.
Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a frequentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.
Durante este período, também tomou conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica - ou psicografia, e assim passou a se comunicar com os espíritos. Um desses espíritos, conhecido como um "espírito familiar", passa a orientar os seus trabalhos. Mais tarde, este espírito iria lhe informar que já o conhecia no tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec. Assim, Rivail passa a adotar este pseudônimo, sob o qual publicou as obras que sintetizam as leis da Doutrina Espírita.[9]
Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem.
Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

OS ULTIMOS ANOS...
 

Túmulo de Allan Kardec em Paris.
Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade,[12] em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos, Acima de sua tumba, seu lema: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei", em francês.
Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:[13]
Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra… Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (…) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!
—Camille Flammarion
Fonte:Wikipedia

Mundo Antigo:As linhas de Nazca

As linhas de Nazca são geóglifos de enormes dimensões localizados no deserto de Nazca, no altiplano do Peru. Criados pelo povo de Nasca entre os séculos III a.C e VIII, estes geóglifos representam centenas de figuras, incluindo imagens estilizadas de animais como macacos, beija-flores ou lagartos, traçados no solo plano do deserto, em linhas se constituem em extensas esteiras de pedras não muito grandes catadas dos arredores.
Imagem de macaco
Eles começaram a ser estudados por Paul Kosok que posteriormente passou as pesquisas à sua amiga Maria Reiche que, então, descobriu novas figuras que eram semelhantes a figuras de vasos e tecidos, e também tentou explicar o motivo da criação das figuras não chegando a uma conclusão objetiva.
A explicação da existência dessas linhas então varia desde criação por seres extraterrestres, de calendários, pura demonstração de arte e sabedoria (de um povo que tinha até complexos sistemas de aquedutos e técnicas agrícolas) ou então culto aos deuses.
O curioso é que, de tão extensas que são as figuras, elas não são perceptíveis do solo, mas apenas por vistas aéreas, dando margens a cogitação das razões pelas quais foram feitas e dos efeitos que puderam causar, já que aquela civilização não possuía aeroplanos. Contudo, os índios Nazca poderiam saber produzir balões pois há um vaso, agora no museu de Lima, com uma gravura de um balão, e em 1975, um grupo da International Explorers Society conseguiu construir o Condor I, baseado no desenho impresso no vaso guardado no museu e usando tecnologias encontradas na época e local da sociedade indígena.
Fonte:Wikipedia

domingo, 24 de outubro de 2010

Ramatis


 Nas estradas dos séculos, vamos encontrar Ramatís, brilhante instrutor espiritual, na Indochina (sudeste da Ásia) no século X, quando o amor por um tapeceiro hindu arrebatou o coração de uma vesta chinesa, que fugiu do templo para desposá-lo. Dessa união nasceu um menino, cabelos negros e olhos ternos, inteligência fulgurante, fruto das experiências adquiridas em encarnações anteriores.
Já havia se distinguido no século IV tendo participado do ciclo ariano nos acontecimentos que inspiraram a epopéia indiana Ramaiana, escrita em sânscrito, que relata a vida e as venturas de Rama, príncipe de Aydo-dhya, e de Sita, filha do rei Janaka, que representava a imagem perfeita do homem-rei e sua esposa. A união de Rama e atis (Sita ao inverso), resultou no nome Ramatís. No período da ascensão das teses esposadas por Sócrates, Platão e Diógenes, viveu na Grécia na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre discípulos a imortalidade da alma, cuja evolução ocorreria através de sucessivas encarnações. Acentuava a consciência do dever e a espiritualização, incluindo o cultivo da música, da matemática e da astronomia.
Ramatís, após certa disciplina iniciática na China, fundou e foi instrutor em um dos muitos santuários iniciáticos nas terras sagradas da Índia, onde os antigos Mahatmas criaram profunda atmosfera espiritual. Naquela época, Ramatís foi adepto das tradições de Rama, cultivando os ensinamentos do "Reino de Osires", O Senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas.
Conhecido nos santuários da época como Rama-Tys, ou Swami Sri Rama-Tys, é quase uma "chave", uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem às próprias formas objetivas. Rama, o nome que se dá a própria divindade, O Criador, cuja força criadora emana, é um mantra: os princípios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos o nome Ramaatis, na sua pronúncia original, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser.
O santuário fundado na Índia por Ramatís, foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos. Ao todo, foram aliciados 72 adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e Arábia. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magnético pessoal dos futuros iniciados que desenvolveram seus conhecimentos sobre o magnetismo, astrologia , clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do "duplo-etérico". Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, denominando os fenômenos de clarividência, levitação, ubigüidade e psicografia.
Ramatís desencarnou bem jovem, todavia, empenhou-se em desenvolver o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, na esfera do espiritualismo. Com o desaparecimento do Mestre, seus discípulos não puderam manter-se a altura do padrão iniciático original. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica "túnica azul" e alcançar o último grau daquele ciclo original. Os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude, a não ser 26 adeptos que se encontram no espaço, colaborando nos labores da "Fraternidade da Cruz e do Triângulo". Do restante, consta que 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas três Américas (do Norte, do Sul e Central), enquanto os demais espalharam-se pela Europa e, principalmente, na Ásia.
Mais tarde, no plano espiritual, dando o prosseguimento a sua eficiente trajetória, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das cadeias do amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do além, junto à região do Ocidente, onde os trabalhadores se dedicam a tarefas profundamente ligadas à psicologia oriental. Supervisiona diversas tarefas ligadas aos seus discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração.
Fonte: rcespiritismo.com,br

sábado, 23 de outubro de 2010

Os Druídas

"Durante milênios os conhecimentos da Atlântida ficaram a disposição apenas de grupos de iniciados que posteriormente, vieram a se unificar sob o nome de Druidas.” Estes portanto, foram os guardiões dos conhecimentos arcanos deixados pelos atlantes milênios antes, donos de grandes conhecimentos astronômicos.
Os estudos modernos de arqueólogos, historiadores e outros apontaram para as Ilhas Britânicas como as origens do druidismo. Podemos encontrar elementos do druidismo também na Gália e no norte da Península Ibérica.
Os druidas foram considerados como magos, feiticeiros, dominavam toda a área do conhecimento humano, cultivavam a música, a poesia e tinham controle do clima, do conhecimento sobre as ervas, podiam fazer ou parar de chover, controlavam os furacões, marés, tremores de terra etc. Tudo isto era procedido com o uso de cristais e em parte pela ação da mente, graças aos rituais realizados em lugares de força. Preferiam cultuar a divindade em lugares como campo e florestas, usando vestes brancas em algumas cerimônias ligadas à fecundidade da Natureza, os participantes não usavam vestes. A realização das cerimônias não se baseava somente com o lugar, também tinham a ver com a época do ano, com determinadas efemérides, pelo que ocorriam em datas precisas, ocasiões em que interagiam mais facilmente com as forças da Natureza. Eles reuniam em círculos de pedra visando a canalização da força telúrica e siderais, conduzidas com grande solenidade. Suas principais cerimônias eram nas mesmas datas dos festivais celtas, mas os rituais são diferentes, visando o mesmo objetivo, como estabelecer um elo de ligação sagrado entre o homem e a natureza, invocando a Deidade, como dito sem construções humanas somente em contato total com a natureza, intensificando o elo da Deusa Mãe e as pessoas.
Apesar dos druidas cultuarem como os celtas a Deusa Mãe, eles admitiam que todos os aspectos expressos a respeito da Divindade eram ainda percepções imperfeitas do Divino, ou seja, diversos deuses ligados às formas de expressão da natureza, como por exemplo, eles enfatizavam igualmente o céu e o mar, assim, todos os deuses e deusas do mundo nada mais eram do que aspectos de um só Ser Supremo.
A partir de sua íntima compreensão da natureza, os druidas desenvolveram uma série de festivais, através dos quais eles compreendiam e explicavam as transformações da natureza, tanto no mundo exterior e interior de cada ser humano. Além disto, estes festivais tinham um significado muito profundo, onde sua celebração correta é um processo verdadeiramente transformador e iniciático individual.
A “Roda do Ano”, como é conhecido o conjunto desses festivais druídicos, é composta de celebrações em datas específicas, originárias da passagem das estações do ano...
Fonte:cursosdemagia.com.br
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