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sexta-feira, 19 de abril de 2013

O domínio da Ira




Tão comuns se te fazem a irritabilidade e o reproche, que estás perdendo o equilíbrio, o discernimento sobre o limite das tuas forças.

Habituas-te à reprimenda e à contrariedade de tal forma, que perdes o controle da emoção, deixando de lado os requisitos da urbanidade e do respeito ao próximo.


Freqüentemente deixas-te arrastar pela insidiosa violência, que se te vai instalando no comportamento, passando de um estado de paz ao de guerra por motivo de somenos importância.


Sem te dares conta, perdes o contato do amor e passas a ser temido, por extensão detestado.

A irascibilidade gera doenças graves, responsáveis por distonias físicas e mentais de largo alcance.


 






Da ira ao ódio o passo é breve, momentâneo, e o recuo difícil.

Tem tento, e faze uma revisão dos teus atos, tornando-te mais comedido e pacificado.


*
Ouve quem te fala, sem idéia preconcebida.


Desarma a emoção, a fim de agires com imparcialidade.


A idéia preconceituosa abre espaço mental à irascibilidade.


É necessário combater com ações mentais contínuas, as reações que te assomam entorpecendo-te a lucidez e fazendo-te um tresvariado.


A reflexão e o reconhecimento dos próprios erros são recursos valiosos para combater a irritação sistemática.


Tem a coragem de reconhecer que erras, que te comprometes, não te voltando contra os outros como efeito normal do teu insucesso.





 



*
A ira cega, enlouquece.


Provocando uma vasoconstrição violenta no sistema circulatório, leva à apoplexia, ao enfarto, à morte.


*
Um momento de irritação, e fica destruída uma excelente Obra.


O trabalho de um período demorado reduz-se a cinzas, qual ocorre com a faísca de fogo atingindo material de fácil combustão.


A ira separa os indivíduos e fomenta lutas desditosas.


*
Estanca o passo e retrocede na viagem do desequilíbrio.
Recorre à oração.


Evita as pessoas maledicentes, queixosas, venenosas. Elas se te fazem estímulo constante à irritabilidade, ao armamento emocional contra os outros.


*
A tua vida é preciosa, e deves colocar todas as tuas forças a serviço do amor.
Desde que és forte, investe na bondade, na paciência e no perdão, que são degraus de ascensão.


 





Para baixo é fácil, sem esforço, o processo de queda.

A sublimação, a subida espiritual, são o desafio para os teus valores morais.
Aplica-os com sabedoria e fruirás de paz, aureolado pela simpatia que envolve e felicita a todos.


Ademais, a ira é porta de acesso à obsessão, à interferência perniciosa dos Espíritos maus, enquanto o amor; a doçura e o perdão são liames de ligação com Deus, plenificando o homem.


Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos de Felicidade.Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.Salvador, BA: LEAL, 1990. 

Fonte:

sábado, 13 de abril de 2013

Amizade: Amor Sublimado







Nascer e morrer são duas situações que deveriam ser encaradas pelos encarnados como uma coisa normal. A pessoa, para nascer, recebe ajuda de pessoas especializadas e. na minha época. em vida, de parteiras prestimosas. era o chegar ria vida. 
Ali era cortado o cordão umbilical, a criança respirava pelos seus pulmõezinhos e começava mais unia etapa reencarnatória, mais experiências, mais vivências, o resgatar de débitos, o assimilar de conhecimentos e a vida era recebida, na sua grande maioria. com manifestações de alegria. Era um bebê que chegava, era uma vida nova. 

Quando a pessoa desencarna, ela tem os mesmos preparativos de quando ela nasce, ela parte para o inundo espiritual‑. Assim como existe para os que nascem o cordão umbilical, existe no plano espiritual o cordão fluídico, seja qual for a forma pela qual a pessoa desencarnou, com exceção de mortes violentas ou suicídio‑ que quando .não está tempo previsto, o cordão fluídico rompe‑se com violência‑ existem os mesmos aparatos, cortar o cordão fluídico, a importância desse seccionar o cordão fluídico paia que o espírito permaneça num mundo espiritual sem aquela força vital que pode lhe trazer alguns distúrbios.
 É a mesma técnica para se nascer, porque se você não cortar bem o cordão umbilical, ou deixá‑lo sem cortar, a criança pode se esvair em sangue. Então, a vida material depende desse cortar do cordão, como a vida espiritual, no seu equilíbrio, depende desse cortar do cordão fluídico. 





Mas o ser humano encara a vida como promessa e o desencarne como uma fatalidade. O desencarne material programado. aquele desencarne que é o cessar da prova, é visto no plano espiritual com muita alegria por aqueles que se encontram, no além. P com muita tristeza quando alguém parte por acidente, por invigilância ou por suicídio porque sabemos que aí a criatura vai esvaindo o seu fluido vital em grande sofrimento, não terá toda aquela ;reparação para se esgotar o fluido vital e ajuda: esta pessoa. então ela ficará colocada à própria sorte, porque se rebelou contra os desígnios divinos, se rebelou contra a dor que ela mesma programou para si. 
Porque, se nós sofremos, se nós choramos, se passamos por testes difíceis, se o desespero nos bate à porta da alma, tudo isso foi conquistado pela nossa vontade, com nossos esforços, com as nossas opções de ‑‑ida. em decorrência das nossas decisões tomadas em vidas pretéritas. 


Existem aquelas vidas em que, na própria carne, a pessoa já vai complicando o seu quadro cármico, com atitudes, com viciações, com imprevidência, com leviandade, com desonestidade, com indignidade, tudo isso são agravantes sérios para a criatura que já traz uma programação reencarnatória, dificuldades para serem superadas e tudo isso representará também agravantes seríssimos no plano espiritual para a pessoa que veio resgatar o que leva na sua bagagem, mais algumas contas para saldar. No geral do saldo ainda fica o devedor. 

Sabemos o quanto é difícil enfrentar o mundo com as suas lutas, tomar as decisões certas, nos momentos mais imprevistos. Nós estamos juntos a todos vocês, sentimos a dor de todos vocês. compartilhamos desta dor e procuramos minorá‑las tanto quanto possível, mas respeitando sempre o canoa de cada urre, porque se nós não respeitarmos esse traçado cármico, nós estaremos impedindo as pessoas que amamos de crescer. 






Uma criança aprende a escrever com sua própria mão, ela não aprende a escrever com a mão da mãe ou a do pai. A mãe que faz os exercícios do filho não está ajudando o seu filho, ela tem que ajudar o filho a superar as suas dificuldades, ensiná‑lo. estar presente, ter aquela voz mansa, não aquela voz traumática e agressiva, não a voz punitiva, mas a voz apoio, para que o filho aprenda. sem traumas, adquira conhecimentos de forma agradável.
 Mas a criança tem que fazer por ela, tem que amealhar conhecimentos. tem que incorporar em seu cérebro as informações que obtém no curse que está realizando, e, no curso da vida, as experiências naturais de todo espírito em desenvolvimento. 

Por isto, fazer grandes dramas diante da morte só complica o quadro cármico daqueles que estão na terra e daqueles que partiram, porque a saudade desequilibrada, o amor desajustado, provoca sofrimentos enormes, mesmo para aqueles que já estão en5 colônias, já estão em hospitais e enfermarias. Eles passara por convulsões, espasmos violentíssimos, passam horas, dias era inconsciência, só recebendo aquelas emanações envenenadas da terra. 

Por isso, em relação àqueles que partiram de uma forma violenta, desajustada ou suicídio, não .se deve pensar nas imagens negativas que eles deixaram. Deve‑se pensar nos instantes em que eles foram felizes, deve‑se pensar em momentos jubilosos. não nos instantes dolorosos, para que eles tenham força e se alimentem dessas energias lenitivas que são emitidas pelo pensamento. 






Abençoado aquele que sabe orar pelos que partiram, porque nós sabemos a terapia de apoio que representa. mesmo para os que estão muito desajustados no plano espiritual. Às vezes nos encontramos com eles nos corredores, radiosos, felizes e perguntamos 

‑ Porque você está tão feliz ?

‑ Recebi hoje uma prece de uma pessoa amiga. E essa notícia me foi muito prazerosa. 

Ou então, quando alguém está dando uma aula, fazendo urra palestra ou recebendo uma terapia e chega aquela vibração boa, aí é projetado nos telões de prece‑ que nós chamarmos de telas de prece‑ em que é projetado o rosto da pessoa ali. Muitas vezes eles choram. 

‑ Porque que esta pessoa que eu não conheço está orando por mim ? Porque não estão orando por mim meus parentes. meus filhos, meus amigos? 

Naquele instante ele percebe, o ser que está recebendo a prece, que realmente a amizade não está ligada aos elos biológicos, amizade é o amor sublimado, na sua mais alta essência divina. Amizade é o sentimento mais puro que envolve a terra. Amor e paixão passam em várias experiência reencarnatórias, mas, a amizade são os companheiros de sempre, nas alegrias de sempre.


 
Bezerra de Menezes
Fonte:http://www.luzespirita.com

Sincronicidade Floral





Termo denominado por Carl Gustav Jung, para sua teoria de que tudo no universo esta interligado por vibração (energia), e que as duas dimensões (física e não física) estão em sintonia.

 A sincronicidade vai de encontro a teoria da relatividade de Albert Einstein, e é definida como uma coincidência significativa entre eventos psíquicos e físicos.

As duas coisas ocorrem aproximadamente ao mesmo tempo, e a ligação entre elas não é causal.

Os fenômenos sincronícos manifestam-se com maior freqüência quando a psique está funcionando no nível menos consciente (estado de ondas alfa), como em sonhos e meditações,ou seja quando não está-se no controle (saturno). 





A idéia de tempo e espaço não faz parte dos eventos sincrônicos, por isso eles fazem parte da física quântica. Estão relacionados àquilo que “escapa”,que foge das leis materiais de lógicas e explicações. Faz parte do sentir.
 Por exemplo quando temos um insight,uma idéia genial,uma luz (urano) estamos no campo das sincronicidades.

Assim Jung nos diz que a sincronicidade parece depender consideravelmente da presença da afetividade, ou seja da sensibilidade emocional.

Jung também propõe que os arquétipos também servem como ligações diretas entre a psique e o mundo físico. 
Parece , ligá-lo a "operadores" que organizam as sincronicidades. Prova disto é o próprio mapa astral da pessoa onde os chamados trânsitos (arquétipos psíquicos em movimento no mapa da pessoa) sempre coincidem com algum fenômeno externo. 





Fico encantada com a perfeição dos arquétipos.
Esta visão arquetipica de sincronismo nos leva a crer que o universo nos providência daquilo que precisamos, nosso padrão de energia atraíria padrões sincrônicos semelhantes no ambiente.
Partindo desse pressuposto lhe convido a observar que em seu jardim, no seu quintal,no vasinho de flores do seu escritório,por aquele caminho que você passa todos os dias para ir ao trabalho pode estar a flor que você precisa.

A energia daquela flor estará em ressonância com o que você precisa no momento.

Por exemplo: onde nasça muito mimulus/mimosa pode ter pessoas com medo,onde tenha muito phyllanthus (quebra-pedra) podem ter pessoas muito rígidas,muitas impatiens pessoas muito impacientes...e assim por diante.

Tem alguma em especial ,aí perto de você que lhe chama atenção?

Estejam atentos às sincronicidades florais!!! 
Mais maravilhas como essa no site!

Terapeuta floral desde 1997 e graduada em psicologia (2003), Jaqueline também tem cursos de leitura corporal e terapia floral e trabalha ajudando as pessoas a encontrarem seu equilíbrio interno através de estudos apropriados e indicações de florais específicos para cada caso. 

O deserto do Saara






O Deserto do Saara (em língua árabe: الصحراء الكبرى, aṣ-ṣaḥrā´ al-koubra; alternativamente em português: Sara ou Sahara) é tecnicamente o segundo maior deserto do mundo logo após a Antártica. 1 Localizado no Norte da África tem uma área total de 9.065.000 km2, sendo equivalentemente, um pouco menor que a Europa (10.400.000 km2) e os Estados Unidos e maior que países continentais, como: Brasil, Austrália e Índia.


 O nome Saara é uma transliteração (em língua árabe: صحراء), que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Saara.






Os humanos viveram na extremidade do deserto por quase 500 mil anos. Durante a última glaciação, o deserto do Saara foi mais úmido (como o Leste africano) do que é agora. Ele possuía densas florestas tropicais. Seu clima era tão diferente que recentes estudos revelaram que o Rio Nilo corria antigamente para o Oceano Atlântico em vez de desaguar no Mar Mediterrâneo. 

 Uma mudança de poucos graus no eixo de rotação terrestre causou, a cerca de 10 mil anos, uma grande transformação climática gerando o Saara. Essa alteração, segundo alguns cientistas, foi a mãe da civilização egípcia pois deslocou pessoas que já haviam desenvolvido formas de vida sedentárias (agricultura e pastoreio) e tradições históricas (civilização) para o leito atual do Rio Nilo. 

O deserto é rico em história, diversos fósseis de dinossauros, e outros animais, foram encontrados ali. O Saara moderno, geralmente, é isento de vegetação, exceto no vale do Nilo e em poucos oásis e algumas montanhas dispersas.







O clima do Saara submeteu-se à uma enorme variação entre o seco e o úmido durante os últimos cem mil anos.durante a última Era do Gelo, o Saara era maior do que é hoje, estendendo para o sul além de seus limites atuais.O fim da idade de gelo trouxe épocas melhores ao Saara, de aproximadamente 8000 a.C. a 6000 a.C., devido a área de baixa pressão desmoronar o manto de gelo ao norte.








Quando a Era do Gelo se foi, a parte norte do Saara secou. Entretanto, não muito tempo depois, monção trazeram chuva ao Saara neutralizando a tendência de secar o Saara na parte sul.
O ar sobre a Terra transforma-se em aquecedor e ascensões, puxando no ar úmido do oceano, isto causa a chuva.

 Paradoxalmente, o Saara estava mais úmido quando recebeu mais insolação no verão. Por sua vez, todas as mudanças na insolação são causadas por mudanças na geofísica da Terra..
Ao redor de 2500 a.C., as monções recuaram para o sul onde está hoje, que conduziram a desertificação do Saara. O Saara está atualmente tão seco como era aproximadamente 13.000 anos atrás. 

Estas circunstâncias são responsáveis para o que foi chamado de Teoria da Bomba do Saara.
O Saara é conhecido por ter um dos climas mais ásperos do mundo. O vento nordeste que prevalece pode frequentemente fazer com que a areia dê forma a furacões. 

A precipitação, quando rara não é desconhecida e acontece ocasionalmente nas zonas de beira-mar ao norte e ao sul, o deserto recebe aproximadamente 25 cm de chuva em um ano. As chuvas acontece muito raramente, geralmente torrenciais após os longos períodos secos, que podem durar por anos.
Fonte: http://www.jornallivre.com.br

O evangelho de Tiago




O Proto-Evangelho de Tiago, também conhecido como Evangelho de Tiago e Evangelho da Infância de Tiago, é um evangelho apócrifo escrito provavelmente em 150. 

Esse título surgiu em fins do século XVI quando foi publicado, pois até então era chamado apenas de Livro de Tiago.







Muitos estudiosos consideram o seu texto muito remoto, anterior mesmo aos Evangelhos Canónicos ou até a base deles. A época e seu verdadeiro autor são desconhecidos. 

Embora tenha sido atribuído a Tiago Menor, filho de Zebedeu, alguns estudiosos refutam essa teoria, uma vez que o autor demonstra relativo desconhecimento do judaísmo.

Os Pais da Igreja, Orígenes, Clemente, Pedro de Alexandria, São Justino e São Epifânio citam este evangelho com muita frequência.






A vida de Maria


Este texto refere a vida de Maria, filha de um homem rico, de nome Joaquim, casado há muitos anos com Ana. O casal era infeliz por por não conseguir ter filhos - fato percebido pela cultura judaica como um castigo de Deus.

 Joaquim decidiu então jejuar no deserto por 40 dias e 40 noites, pedindo a intervenção divina. Pouco depois, um anjo apareceu a Ana e disse-lhe: "Conceberás e darás à luz, e de tua prole se falará em todo o mundo."







Ana dedicou a menina a Deus. Construiu um santuário no quarto de Maria e, quando a menina completou três anos de idade, entregou-a ao Templo de Jerusalém. Ali, os sacerdotes sentaram a menina no terceiro degrau do altar e ela dançou.


Maria viveu no templo e Deus escolheu-lhe o noivo. Um anjo visitou Zacarias, o sumo sacerdote, e pediu-lhe que reunisse os viúvos e os seus bastões, pois Deus indicaria desse modo o noivo de Maria. 







O sinal de Deus foi uma pomba que surgiu do bastão de José, que tentou recusar, afirmando: "Tenho filhos e sou velho, enquanto ela é uma menina. Não quero ser sujeito a zombaria por parte dos filhos de Israel."

Zacarias, entretanto, ameaça José com o castigo divino, e este, amedrontado, leva Maria para a sua casa como esposa.
Fonte:wikipedia
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