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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Calendário das Fadas


 DEZEMBRO: ROBIN

Robin é um duende dos bosques. Possui a cabeça de um belo jovem e as extremidades inferiores de um cabrito macho, pequenos chifres na cabeça e uma flauta com a qual enfeitiça os seres humanos. Talvez esteja associado com o deus cornudo Cernunnos ou com Robin Hood como espírito ou deus do bosque.

Ele gosta de brincadeiras e de pessoas, apresentando- se em certas ocasiões como um jumento, uma lebre ou um fogo fátuo, outras vezes revela-se tão solícito como uma gnoma diligente. Na Inglaterra foi um dos duendes mais conhecido e em 1584 Reginald Scot escreveu que a crença nele não estava tão difundida em outros tempos. 
 
Porém, muitos anos depois dessa data, seguiu sendo uma figura popular. Algumas narrações posteriores fazem de Robin sinônimo de Puck, incluindo "O Sonho de uma Noite de Verão, enquanto de maneira geral se mostre mais benévolo.
Robin aparece para ti anunciando muita alegria e brincadeiras inocentes. Te aguardam aventuras, novas experiências, diversões e celebrações.
 

RITUAL: 
 
Por ser um espírito jovial dos bosques pode evocá-lo seguindo esta conduta:
Tente relaxar e acomodar-se da melhor forma possível. Feche os olhos e inspire e expire profundamente por três vezes. Em seguida, imagine- se nas profundezas de um bosque durante uma cálida tarde. Segues através de um atalho embaixo da sombra de flores estreladas. O caminho descreve uma trajetória tortuosa em torno de árvores centenárias e de aromáticas madressilvas silvestres.

Pelo ar te chegam os sons melodiosos de uma flauta. Ao chegar em uma clareira encontrará Robin, um duende sorridente. Estará sentado entre diversos animais do bosque, cervos e veados, lebres, coelhos, texugos, ouriços e aves. Guardam silêncio e se mostram pacíficos com tua presença. Se desejas podes falar com Robin e pedir-lhe que lhe revele algum segredo dos bosques. Também poderá aprender muito com os animais que estão congregados aos teus pés, porque cada um tem uma lição para ensinar-te.

Quando quiser regressar, deixe que o cenário se esfumasse em torno de ti e retorne a tua consciência de vigília.
 
 

Angela Karam

domingo, 30 de novembro de 2014

O Espírito e a Alma



Que é Espírito?

Espírito é o princípio inteligente do Universo. É nele que fica armazenado todo conhecimento que adquirimos através das inúmeras encarnações. O Espírito se utiliza da matéria (corpo físico) para expor sua inteligência aos que não tem mediunidade para vê-los, ou seja, a matéria não tem inteligência.

Qual a diferença de Espírito e alma?

Ambos são a mesma coisa. Só utilizamos o termo ESPÍRITO quando este está desencarnado e ALMAquando o Espírito está encarnado.

Onde moram os Espíritos?

Estes seres inteligentes, quando estão desencarnados, povoam o mundo invisível. Muitos ficam em colônias, outros em regiões umbralinas, há quem continue convivendo com os encarnados para obsediar, por apego aos bens materiais, aos familiares e por  outros tantos motivos, depende do grau de entendimento, desprendimento e evolução de cada um. Mas, quando estão encarnados, ou seja, quando revestem temporariamente um corpo carnal aproveitam para se purificar, esclarecer e evoluir.

Espírito tem sexo? 

Não, tanto podem encarnar em um corpo masculino como feminino. Quando estão encarnados, interpretam papéis, como artistas num filme ou novela. Um homem, por exemplo, não É homem, ele ESTÁ interpretando o papel de homem, porque veste um corpo masculino. Assim ocorre em relação à mulher.




Há outra coisa no homem além do corpo carnal e do Espírito?

Sim. Há outro corpo que liga o Espírito ao corpo físico que chamamos de Perispírito. Como o Espírito não tem uma forma definida, é o perispírito que lhe dá esta forma. Ele é a roupagem do Espírito. O perispírito é semimaterial, ou seja, ele não tem tanta matéria como o corpo físico, mas não é desmaterializado como o Espírito. É ele que possibilita a comunicação entre o corpo físico e o Espírito e vice-versa.

Numa comunicação espiritual quem aparece ao médium é o Espírito ou o perispírito?

É o Espírito utilizando o perispírito. Como foi dito anteriormente, o Espírito não tem uma forma definida, ele é como uma chama, um clarão, ou uma centelha etérea. Então, geralmente, ele aparece ao médium com a aparência que tinha na última encarnação, mas ele pode modificar a aparência e aparecer mais jovem, com aparência de outras encarnações, etc. E quem proporciona esta moldagem e modificação é o perispírito. 

O Espírito pode ficar visível e palpável aos encarnados?

Na questão 95 do O Livro dos Espíritos os Espíritos disseram à Allan Kardec que o Espírito pode ficar visível e até palpável aos encarnados na forma, como já dissemos, que lhe convém usando o envoltório semimaterial chamado perispírito. Exemplo: Emmanuel não se apresentava com a aparência de sua última encarnação (Manoel da Nóbrega), mas sim com a da encarnação que lhe marcou mais que foi como o senador Públio Lentulus, que viveu na época de Jesus, confirmada no livro "HÁ 2000 MIL ANOS".  

O que seria o corpo físico sem alma?

Seria um corpo de carne sem inteligência. Exemplo: O corpo físico é como uma roupa. Quando vestimo-la tem movimento. Quando a tiramos ela fica inerte, não se mexe, não tem movimento. Com o corpo físico é a mesma coisa. O que dá movimento ao corpo físico é o Espírito ou alma juntamente com o fluido vital.



Então, o corpo físico não existe sem alma?

Existe. Por exemplo: durante o sono ou o coma, a alma sai, mas o corpo físico, apesar de inerte, continua vivo. O corpo físico e a alma estão separados, mas há um cordão fluídico que os mantém ligados. Mas, quando este cordão se rompe, ou seja, quando a vida orgânica se esgota, a alma não poderá habitar mais este corpo. E um corpo sem alma é uma massa de carne sem inteligência.

E o que é fluido vital?

Quando o Espírito encarna, recebe uma carga de fluido vital (fluido da vida), que chamamos de princípio vital, porque é ele que dá princípio á vida. Este fluido é a energia que o Espírito necessitará para sua experiência reencarnatória. Por exemplo: o Espírito que reencarna para viver em torno de 20 anos não receberá a mesma quantidade de fluido de quem reencarna para viver em torno de 60 anos. A quantidade de fluido recebido não é a mesma em todos os seres orgânicos.

O Espírito pode viver no corpo físico além do tempo marcado?

Sim. A vida bem vivida pela causa do Bem pode dar “moratória”,ou seja, uma sobrevida, uma dilatação do tempo de permanência do Espírito no corpo de carne.



Qual a função do fluido vital no organismo físico?


Os órgãos se impregnam do fluido vital e este tem a função de dar a todas as partes dos organismos uma atividade. Mas, quando os elementos essenciais ao funcionamento dos órgãos estão destruídos, ou muito profundamente alterados, o fluido vital se torna impotente para lhes transmitir o movimento da vida, e o ser morre. O fluido vital é para o Espírito encarnado o que a pilha é para um aparelho elétrico que, com o tempo vai descarregando. E assim como há pilha que pode ser recarregada, há corpos que também podem. 

Então, o Espírito encarnado poderá adquir este fluido vital, no decorrer da vida, para sua manutenção quando absorve automaticamente e inconscientemente por várias portas de entrada, destacando-se a respiração, a alimentação e os centros de força vital, os chamados chacras, através, por exemplo, do passe e da prece. Há pessoas que possuem o fluido em quantidade apenas suficiente e outras em abundância. Quem tem mais pode transmitir a quem tem menos.

Os animais e plantas tem alma?

Os animais, o homem e as plantas são seres orgânicos, ou seja, eles nascem, crescem, se reproduzem por si mesmos e morrem. São providos de órgãos especiais para a realização dos diferentes atos da vida, apropriados às suas necessidades de conservação. Mas, apesar de serem seres orgânicos, as plantas não têm alma, já o homem e animais têm. As plantas não pensam, não sentem dor, só tem vida orgânica. Já os animais têm alma, mas esta é inferior à do homem.

E os seres inorgânicos?

Os seres orgânicos são todos os que não tem nem vitalidade, nem movimentos próprios e são formados apenas pela agregação da matéria; são os minerais, a água, etc. Estes também não tem alma.

Compilação, observações e exemplos de Rudymara

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Dança de Shiva



Os físicos modernos mostram-nos que o movimento e os ritmos são propriedades essências da matéria, que toda matéria – tanto na Terra como no Espaço externo – está envolvida numa continua dança cósmica. Os mestres orientais possuem uma visão dinâmica do universo semelhante à da Física moderna. Quando o ritmo da dança se modifica, o som que produz também se modifica. Cada átomo canta incessantemente sua canção e o som, a cada momento, cria formas densas e sutis. 
    
A semelhança desta concepção e a da Física Moderna torna-se particularmente notável. A metáfora da dança cósmica encontrou sua expressão mais bela e profunda no Hinduismo na imagem do deus dançarino Shiva O Rei dos Dançarinos, um dos mais antigos e populares deuses indiano.  Segundo o hinduísmo, todas as vidas são parte de um grande processo rítmico de criação e destruição, de morte e renascimento e a dança de Shiva simboliza esse eterno ritmo de vida-morte que se desdobra em ciclos intermináveis  como base da existência. Shiva dançando, envia através da matéria inerte ondas vibratórias do som que desperta e,  a matéria também dança. Na plenitude do tempo, Ele  destrói todas as formas pelo fogo e lhes concede novo repouso. Isto é poesia e, contudo, também é ciência.


Shiva aparece em magníficas esculturas de bronze de figuras dançantes com quatro braços, cujos gestos equilibrados expressam o ritmo e a unidade da Vida. A mão direita superior do deus segura um tambor  que simboliza o som primordial da criação: a mão esquerda superior sustenta uma língua de chama, o elemento da destruição. 

O equilíbrio das duas mãos representa o equilíbrio dinâmico entre criação e a destruição do mundo, e a face calma do Dançarino entre as mãos, no qual a polaridade entre criação e destruição é dissolvida e transcendida. A segunda mão direita ergue-se num gesto de proteção e que dissipa o medo. A mão esquerda aponta para baixo para o  pé erguido,que simboliza a libertação da fascinação de maya. O deus é representado dançando sobre o corpo de um demônio, símbolo da ignorância do homem, que deve ser destruído como conquista da libertação.


 A dança de Shiva é o universo que dança, o fluxo incessante de energia que permeia uma variedade infinita de padrões que se fundem. A Física moderna mostrou que o ritmo da criação e destruição não se acha  manisfesto apenas na sucessão das estações e no nascimento e morte de todas as criaturas vivas, mas também na essência da matéria inorgânica.

De acordo com a Física Quântica de campo, todas as interações entre componentes da matéria ocorrem através da emissão e absorção de partículas virtuais. Mais do que isto, a dança de criação e destruição é a base da própria existência, revelou que cada partícula subatômica não apenas executa a dança de energia, mas também é uma dança de energia, um processo vibratório de criação e destruição.

Para os físicos modernos, a dança de Shiva é, pois, a dança da matéria subatômica e como na mitologia hindu trata-se de uma contínua dança da criação e destruição, envolvendo a totalidade do cosmos e constituindo a base de toda a existência e de todos os fenômenos naturais.

Referência bibliográfica: O Tao da Física - Fritjof Capra

Fonte: abyoga.org.br

A Lenda do Poder


A assembléia familiar comentava a difícil situação dos Espíritos revoltados que se habituam ao azedume crônico por vasta fieira de encarnações sucessivas, quando João de Kotchana, experimentado instrutor de cristãos desencarnados, nas regiões da Bulgária, contou-nos, entre sensato e otimista:

- Temos nós antiga lenda que adaptarei ao nosso assunto para a devida meditação...

Dizem que Deus, quando começou a repartir os dons da vida, entre os primeiros homens dos primeiros grandes agrupamentos humanos constituídos na Terra, decretou fôsse concedido aos Bons o Poder Soberano.

Informados de que o Supremo Senhor estava fazendo concessões, os Corajosos acudiram apressados à Divina Presença, solicitando o quinhão que lhes seria adjudicado.



- Que desejais, filhos meus? – indagou o Eterno.

- Senhor, queremos o Poder Supremo.

- Essa atribuição – explicou o Todo-Misericordioso – já concedi aos Bons; eles unicamente conseguirão governar o reino dos corações, o território vivo do espírito, onde se exerce o poder verdadeiro.

- Ah! Senhor, e nós? Que será de nós, os que dispomos de suficiente ousadia para comandar os distritos da existência e transformá-los?

- Não posso revogar uma ordem que expedi – observou o Onipotente -, entretanto, se não vos posso confiar o Poder Soberano, concedo-vos um encargo dos mais importantes, a Autoridade. Ide em paz.

Espalhou-se a notícia e vieram os Intelectuais ao Trono Excelso.

O Todo-Poderoso inquiriu quanto ao propósito dos visitantes e a resposta não se fêz
esperar:

- Senhor, aspiramos à posse do Poder Soberano.

- Impossível. Essa prerrogativa foi concedida ao Bons. Só eles lograrão renovar as outras criaturas em meu nome.

E porque os Intelectuais perguntassem respeitosamente com que recurso lhes seria lícito operar. Deus entregou-lhes o domínio da Ciência.

Veio, então, a vez dos Habilidosos. Com vasta representação, surgiram diante do Pai e, como fôssem questionados quanto ao que pretendiam, responderam veementemente:

- Senhor, suplicamos para nós o Poder Soberano.

O Todo-Bondoso relacionou a impossibilidade de atender, mas deu-lhes o Engenho.

Depois, acorreram os Imaginosos ao Sagrado Recinto e esclareceram que contavam
para eles com a mesma cobiçada atribuição.

O Todo-Amoroso respondeu pela negativa afetuosa; no entanto, brindou-os com a luz da Arte.

Logo após, os Devotados chegaram ao Augusto Cenáculo e rogaram igualmente se lhes conferisse a faculdade do mando, e recolheram a mesma recusa, em termos de extremado carinho; contudo, o Todo-Misericordioso outorgou-lhes o talento bendito do Trabalho.

Em seguida, os Revoltados, que não procuravam senão defeitos e problemas transitórios na obra da Vida – os problemas e defeitos que Deus sanaria com o apoio do Tempo, de modo a não ferir os interesses dos filhos mais ignorantes e mais fracos - compareceram perante o Supremo Doador de Todas as Bênçãos e, em vista de se mostrarem com agressiva atitude, a voz do Pai se fêz mais doce ao perguntar-lhes:

- Que desejais, filhos meus?


Os Revoltados retrucaram duramente:

- Senhor, exigimos para nós o Poder Soberano.

- Isso pertence aos Bons – disse o Todo-Sábio -, pois somente aqueles que dispõem de suficiente abnegação para esquecer os agravos que se lhes façam, prosseguindo infatigáveis no cultivo do bem aos semelhantes, guardarão consigo o poder de governar os corações... No entanto, meus filhos, tenho outros dons para conceder-vos...

Antes, porém, que o Supremo Senhor terminasse, os ouvintes gritaram intempestivamente:

- Não aceitamos outra coisa que não seja o Poder soberano. Queremos dominar, dominar... Fora do poder, o resto é miséria...

O Onipotente fitou cada um dos circunstantes, tomado de compaixão, e declarou, sem alterar-se:

Então, meus filhos, em todo o tempo que estiverdes na condição de Revoltados, tereis convosco a miséria...

E, desde essa ocasião, rematou Kotchana, todo espírito, enquanto rebelado, não tem para si mesmo senão o azedume da queixa e a penúria do coração.

Ouvi a lenda, retiro o ensinamento que me toca e ofereço a peça aos companheiros reencarnados na Terra, que porventura sejam ainda inutilmente revoltados quanto tenho sido e já não quero mais ser.





 pelo Espírito Irmão X - Do livro: Estante da Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Fonte:Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
 

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Paul Gibier



Nascido em 1851, Paul Gibier foi um dos sábios pesquisadores da fenomenologia espírita no século XIX e membro da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. 

Além de médico e diretor do Laboratório de Patologia Experimental e Comparada do Museu de História Natural de Paris, também foi autor de duas obras conhecidas: O Espiritismo (Faquirismo Ocidental) e Análise das Coisas.

Como tantos outros de sua época, Paul Gibier pretendia revelar as mistificações mas, pouco a pouco, se fez defensor da nova ciência psíquica, com uma certeza que aumentava no decorrer do número e da variedade de experiências.


Optou por não divulgar suas pesquisas prematuramente, sem confirmações científicas, mas mesmo assim, ficou comprovado que muito avançou nos estudos para a sua época.

 Em 1900, enviou ao Congresso Internacional Oficial de Psicologia, reunido em Paris, um relatório de várias materializações de espíritos, observadas em seu laboratório em Nova Iorque, na presença de várias testemunhas. Paul Gibier desencarnou em junho do mesmo ano, em um acidente a cavalo.

 Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.com
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