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domingo, 8 de dezembro de 2013

No Campo Espírita




Amigos, Jesus nos ampare.

Em verdade, partilhamos no Espiritismo os júbilos de uma festa.

Assemelhamo-nos a convivas privilegiados num banquete de luz.

Tudo claro.

Tudo sublime.

No entanto, ninguém se iluda.

Não somos trazidos à exaltação da gula.

Fomos chamados a trabalhar.

A Terra de agora é a Terra de há milênios.

E somos, por nossa vez, os mesmos protagonistas do drama evolutivo.

Remanescentes da animalidade e da sombra...

Ossuários na retaguarda, campos de luta no presente...

Meta luminosa por atingir no futuro distante.

Somos almas transitando em roupagens diversas.

Cada criatura renasce no Planeta vinculada às teias do pretérito.

Problemas da vida espiritual são filtrados no berço.

E, por isso, na carne, somos cercados por escuros enigmas do destino.

Obsessões renascentes.

Moléstias congeniais.

Dificuldades e inibições.

Ignorância e miséria.

Em todos os escaninhos da estrada, o serviço a desafiar-nos.




Cristo em nós, reclamando-nos o esforço. A renovação mental rogando a renovação da existência.

O Evangelho insistindo por expressar-se. Mas, quase sempre, esposamos a fantasia.

Cegos, ante a Revelação Divina, suspiramos por facilidades.

E exigimos consolações e vantagens, doações e favores.

Suplicamos intercessões indébitas. Requisitamos bênçãos imerecidas. Nossa Doutrina, porém, é um templo para o coração, uma escola para o cérebro e uma oficina para os braços.

Ninguém se engane.

Não basta predicar.

Não vale fugir aos problemas da elevação.

Muitos possuem demasiada ciência, mas ciência sem bondade.

Outros guardam a bondade consigo, mas bondade sem instrução.

No trabalho, porém, que é de todos, todos devemos permutar os valores do concurso fraterno para que o Espiritismo alcance os seus fins.

Precisamos da coragem de subir para aprender.

Necessitamos da coragem de descer dignamente para ensinar.

Caridade de uns para com os outros.

Compreensão incansável e auxílio mútuo.

Em nossos lares de fé, lamentamos as aflitivas questões que surgem...

As rogativas extravagantes, exibindo mazelas morais.

As frustrações domésticas.

Os desequilíbrios da treva.

Os insucessos da luta material.

As calamidades do sentimento.

As escabrosas petições.

E proclamamos com azedia que semelhantes assuntos não constituem temas espíritas.

Realmente, temas espíritas não são.

Mas são casos para a caridade do Espiritismo e de nós outros que lhe recolhemos a luz.

Problemas que nos solicitam a medicina espiritual preventiva contra a epidemia da obsessão.

Mais vale atender ao doente, antes da crise mortal, que socorrê-lo, em nome do bem, quando o ensejo da cura já passou.

Em razão disso, o trabalho para nós é desafio constante.

Trabalho que não devemos transferir a companheiros da Vida Espiritual, algumas vezes mais necessitados de luz que nós mesmos.

O serviço de amparo moral ao próximo é das nossas mais preciosas oportunidades de comunhão com Jesus, Nosso Mestre e Senhor, porque, comumente, uma boa conversação extingue o incêndio da angústia.

Um simples entendimento pode ajudar muitas vidas.

No reino da compreensão e da amizade, uma prece, uma frase, um pensamento, conseguem fazer muito.

Quem ora, auxilia além do corpo físico.

Ao poder da oração, entra o homem na faixa de amor dos anjos.

Mas, se em nome do Espiritismo relegamos ao mundo espiritual qualquer petição que aparece, somos servidores inconscientes, barateando o patrimônio sagrado, transformando-nos em instrumentos da sombra, quando somente à luz nos cabe reverenciar e servir.

Também fui médium, embriagado nas surpresas do intercâmbio.

Deslumbrado, nem sempre estive desperto para o justo entendimento.

Por esse motivo, ainda sofro o assédio dos problemas que deixei insolúveis nas mãos dos companheiros que me buscavam, solícitos.

Ajudemos a consciência que nos procura, na procura do Cristo.

Só Jesus é bastante amoroso e bastante sábio para solucionar os nossos enigmas.

Formemos, assim, pequenas equipes de boa-vontade em nossos templos de serviço, amparando-nos uns aos outros e esclarecendo-nos mutuamente.

Assim como nos preocupamos no auxílio às crianças e aos velhos, aos famintos e aos nus, não nos esqueçamos do irmão desorientado que a guerra da treva expia.

Doemos, em nome do Espiritismo, a esmola de coração e do cérebro, no socorro à mente enfermiça, porque se é grande a caridade que satisfaz aos requisitos do corpo, em trânsito ligeiro, divina é a caridade que socorre o Espírito, infatigável romeiro da Vida Eterna.




pelo Espírito Pascoal Comanducci - Do livro: Instruções Psicofônicas, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Fonte:Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

O Natal pelo mundo!



Inglaterra:

Diz-se que o Natal em Inglaterra se celebra há mais de mil anos, e 
que já o rei Artur o celebrava, em 521.
Hoje, é uma festa muito importante que envolve toda a gente: há coros que vão cantar de casa em casa, ouve-se música, os sinos tocam e representam-se cenas da Natividade.


A árvore de Natal não pode faltar e começou a ser colocada em todas as casas por volta do século XIX, juntamente com os ramos de azevinho e outras plantas verdes. Tudo fica decorado e iluminado.
Uma das árvores de Natal mais populares encontra-se em Trafalgar Square, em Londres. É uma oferta anual do povo da Noruega.


O rei Haakon teve de se exilar em Inglaterra quando a Alemanha ocupou o seu país, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Em todos os anos que lá esteve, o exército norueguês corria risco de vida para fazer passar uma árvore para o rei poder celebrar o Natal com uma árvore do seu país natal.


Desde aí, a Noruega agradece a Inglaterra com esta oferta.
Os ingleses, por gostarem tanto do Natal, têm imensos livros, músicas e histórias, que se lêem, cantam, contam e ouvem nesta altura.


A troca de prendas fica a cargo do Pai Natal (Santa Claus - de Saint Nicholas / São Nicolau - ou Father Christmas), que conta com ajudantes (que trabalham todo o ano para preparar as prendas todas para os meninos que se portaram bem) e as distribui num trenó puxado por oito renas, chamadas: Comet, Cupid, Vixen, Dancer, Prancer, Blitzen, Dasher e Donder.


O Pai Natal vive no Pólo Norte, e na Noite de Natal, à meia-noite, desce pela chaminé das casas e coloca os presentes nos sapatinhos.
Nunca ninguém o vê, mas deixam-lhe bolinhos e um copo de leite sobre a lareira para ele recuperar forças.





Estados Unidos

Por serem um país recente e uma antiga colónia inglesa, os EUA receberam todas as tradições desse povo, juntamente com as de todos os outros imigrantes que aí vivem.

Mas as tradições vindas de Inglaterra são as mais populares e que se observam mais. Come-se peru e dão-se presentes. É a festa da família.


Têm um Natal semelhante ao inglês, mas com tudo em grande: árvores de Natal enormes por todo o lado, iluminações dentro e fora das casas e nas ruas, o "seu" Pai Natal.


Como é um país cheio de gente vinda de países diferente, cada um celebra (ou não) o Natal à maneira das suas origens.





Itália:

 Tal como em Portugal, retoma-se a tradição de anunciar o Natal. Tocadores de gaita de foles, os zampognari, vêem-se a oferecer a sua música em vários locais durante o Advento, em Roma e tradicionalmente no sul do país.

Na véspera de Natal, acendem-se velas e junta-se a família para a Ceia de Natal, que normalmente é peixe (que simboliza o jejum), e podem variar entre 10 e 20 pratos de peixe, todos eles diferentes.
Em Roma, o prato tradicional do Natal é o capitone, que é enguia grelhada, assada ou frita.


Mas também há os doces: o pannetone (que tem a massa tipo bolo-rei, mas maior e mais alto, sem buraco), o torrone (nougat) e o panforte (pão de gengibre feito com avelãs, mel e amêndoas).
As amêndoas e as nozes são quase obrigatórias, pois diz-se que trazem fertilidade à terra, às pessoas e aos animais.


Em Roma, dantes, oferecia-se mel para que o novo ano fosse doce.
Durante muitas gerações era La Befana, quem trazia as prendas, no Dia de Reis, quando a quadra termina. Mas também há regiões em que é Santa Lúcia ou o Menino Jesus (Gesù Bambino).


Hoje, como em quase todo o lado, o Pai Natal (Babbo Natale) passou a ter esse encargo.





França:

 Em França, o Dia de Natal celebra-se com toda a família reunida.
Na véspera de Natal, as crianças colocam os seus sapatos (dantes eram os tamancos: "sabots") em frente à lareira para que o "Père Noël" (Pai Natal) os encontre e deixe os presentes.


O Pai Natal vai acompanhado do "Père Fouettard" (Pai Espancador) que bateria nas crianças que se portaram mal.
À missa da meia-noite segue-se uma refeição chamada o "Réveillon", que também se pode tomar em muitos cafés e restaurantes. Simboliza o acordar, o nascimento de Cristo.


Comem-se ostras, salsichas (e outros enchidos), vinho, fiambre, galo assado recheado, saladas, frutas e doces, especialmente o Tronco de Natal ("Bûche de Noël").


Fazem-se bolos que se decoram com açúcar, para ficarem parecidos com o Menino Jesus.
No sul de França há um pão de Natal (Pain Calendeau) que se corta em quartos e só se come depois de uma das partes ter sido dada a uma pessoa pobre.


Na Alsácia come-se ganso; na Bretanha há bolos de trigo com natas azedas; na Borgonha come-se peru com castanhas.
No final do "Réveillon" é costume deixar uma vela acesa, caso Nossa Senhora passe por ali.


No norte de França as crianças recebem as prendas no dia 6 de Dezembro, que é o Dia de S. Nicolau.
Os franceses também fazem o Presépio ("Crèche), tal como muitos países latinos.





Espanha:

 Para além das tradições mais comuns no Natal, os espanhóis também acendem hogueras (fogueiras) e saltam sobre elas (dizem que protege de doenças). É um costume que já vem do tempo das festas do solstício do Inverno.

Faz-se o Presépio; criam-se cenas da Natividade (representações teatrais); enfeitam-se árvores de Natal e acendem-se lamparinas e velas.
Na véspera de Natal, à meia-noite, vai-se à Misa del Gallo (Missa do Galo), anunciada pelo tocar dos sinos.


A Ceia de Natal tem lugar depois da meia-noite. É uma festa de família em que se come o Pavo Trufado de Navidad (peru de Natal com trufas. A trufa é uma espécie de cogumelo).
Depois canta-se junto à árvore de Natal até de madrugada, balouçando o corpo ao ritmo dos cânticos.


Quem traz os presentes são os Três Reis Magos, no dia 6 de Janeiro (Dia de Reis). Na véspera as crianças colocam os sapatos nos degraus da entrada de casa para receber as prendas.
Eles aparecem em todo o lado, em vez do Pai Natal, e Baltazar é o Rei Mago preferido.






Portugal:

 A tradição diz que, no Natal, o Menino Jesus traz presentes aos meninos que se portaram bem, mas cada vez mais o Pai Natal tem vindo a ganhar importância.
Isto tem acontecido sobretudo pela força do comércio, que até parece fazer esquecer o que se celebra no Natal: o nascimento de Jesus.


Das tradições mais antigas, antes de se começar a ouvir falar tanto no Pai Natal, ficaram muitas coisas, como por exemplo:

- Põe-se o sapatinho de cada criança da casa em frente à lareira (e não uma meia pendurada, como é tradição de outros países) e, à meia-noite do Dia de Natal, uma ou várias prendas e doces aparecem.
- O presépio é muito importante, e há bastantes casos em que é enriquecido com muitos elementos para além de Nossa Senhora, São José e o Menino Jesus.Não podem faltar os pastores, a vaca e o burrinho (que aqueceram Jesus com o seu bafo), a estrela do Natal (que guiou os pastores), e todo o restante cenário.Pode haver camelos, arbustos e palmeiras, pontes, outros animais e outras coisas que as pessoas achem que ficam bem.Também há casos em que se finge haver neve.

A casa decora-se com grinaldas e decorações natalícias, e, hoje em dia há também uma árvore de Natal para além do presépio em praticamente todas as casas.

As ruas e lojas são também decoradas e, cada vez mais se vêem decorações no exterior das casas e em alguns edifícios e igrejas.
O Natal português tem muitas variantes e ligeiras diferenças nas tradições dos vários pontos do País, mas em todo o lado se festeja com decorações, prendas, com a união da família e refeições em comum.

A ceia de Natal, respeitando o jejum da quadra, inclui bacalhau cozido com batatas e verduras, tudo bem regado com azeite.
No norte do País também se come polvo assado e outros pratos e doces da época.
Ao aproximar-se a meia-noite, muitas famílias vão à Missa do Galo. No final da missa é costume beijar o Menino, como prova de devoção.

No regresso a casa, se tudo acontecer como esperado, o Menino Jesus (ou o Pai Natal) já deixou prendas para todos.
Em algumas aldeias faz-se uma fogueira perto do largo da terra (e do adro da igreja) para aquecer o Menino e, depois da Missa do Galo as pessoas ficam um pouco a confraternizar.

No dia de Natal come-se peru assado (ou outra carne) e muitos doces deliciosos, como filhoses, azevias, sonhos, coscorões, broas (de milho, de mel e outras), rabanadas, e o bolo-rei.

É uma altura em que se está com a família e se trocam lembranças entre todos. Para os que estão mais longe, ou não, também existe o costume de enviar cartões de Boas Festas, como sinal de lembrança e amizade.

Fonte: http://cartilhadasabelhinhas.blogspot.com.br

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A Mesa Branca


 
 
 
  Por:Elizeu Lamosa Prado 
 
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso normalmente é motivado por dois motivos básicos: 


1º A semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo, a comunicação mediúnica com os espíritos, os passes magnéticos e a crença na reencarnação; 

2º Porque a Mesa Branca, em especial as de linhas cristãs, adotam a Ciência Espírita como fonte de conhecimento e prática mediúnica. 

Neste caso, pode-se dizer que todos os adeptos da Mesa Branca são espíritas ou que praticam também o Espiritismo. 

Mas não segue daí que todo espírita seja um praticante da Mesa Branca.




 A Mesa Branca, embora utilize as práticas espíritas em suas sessões, é um seguimento livre que adota também ensinos e procedimentos de outras correntes religiosas segundo a linha que segue e as orientações dos seus guias.

 A Mesa Branca é o produto aprimorado das sessões mediúnicas do moderno espiritualismo, cuja raízes surgiram muito antes de Allan Kardec e que até então era conhecida por "telegrafia espiritual", e depois, por "mesa girante" ou "mesa falante". 

 


Essa prática mediúnica foi a responsável por chamar a atenção de vários pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.

Esta obra é um guia muito útil e prático para você aprender tudo sobre a prática dos médiuns e o desenvolvimento da mediunidade, e também poder tirar as dúvidas sobre questões importantes como a reencarnação, a comunicação com os espíritos e a vida após a morte.


Fonte: http://coisasdeiarinha.blogspot.com.br

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A Lenda do Gerânio



Conta-se que, um dia, Maomé foi para a montanha rezar e que, no regresso ao acampamento, pousou a camisa molhada de suor em cima de um gerânio que crescia ao lada da sua tenda.

 Então – ó milagre – a flor elevou os ramos para o céu e conservou-os assim até que a camisa estivesse completamente seca.

Segundo reza ainda a lenda, na época em que isto se passou a flor do gerânio era um pouco diferente da que conhecemos hoje, pois foi Maomé que a cobriu de belas flores escarlates e aveludadas que enchem o ar com a sua doce fragância.





 O profeta ficou de tal modo contente com o serviço que a planta lhe prestou ao segurar a sua camisa para a fazer secar, que quis acordar-lhe esta benção.

O nome desta planta, gerânio, vem da palavra grega "geranos" – que mais tarde deu "geranium" em latim – e que significa grou, por causa da forma dos seus frutos que fazem lembrar um bico de grou. 




Os Europeus só começaram a cultivar esta planta no século XV quando os navios dos navegadores portugueses a trouxeram da sua terra natal, a África do Sul.

O gerânio é uma planta bastante útil no jardim, especialmente durante o tempo quente, pois afasta os indesejáveis mosquitos e moscas, verdadeiras pragas dos belos dias de Verão. Dizem também que os gerânios brancos mantêm as cobras a distância.

 Em países com clima ameno como Portugal, os gerânios são vivazes; mas em países com climas mais frios, estas flores morrem no Inverno.

Existe todo um simbolismo variado relativamente ao gerânio : amizade verdadeira, estupidez, loucura, encontro... 

© Dulce Rodrigues
Fonte: dulcerodrigues.info


As Ondinas




As Ondinas são os elementares da Água.

Elas estão presentes nas águas salgadas e doces, dificilmente conseguirá encontrar as Ondinas em águas sujas – a menos que tenha alguma espécie de Ondina que goste, mas nunca ouvi falar. Sejam água profundas, sejam rasas, frias ou quentes, lá estão elas trabalhando na manutenção da Água.

 Podemos vê-las em vapores próximos da fonte de água, aqueles vapores úmidos. Precisa entrar em contato com as Ondinas? Um copo de água já é possível ao menos convidar uma para perto de você. Normalmente na bruxaria usamos o cálice.




Não preciso mencionar onde podemos encontrar água na natureza, certo? Mas é necessário avisar que as ondinas podem estar presentes até mesmo na chuva ou enchentes. Ah, sim, na neve também, pois a neve nada mais é do que água  em estado sólido, portanto podemos dizer que a estação favorita das ondinas é o inverno.

As Ondinas também influenciam, regem nossas emoções, nossos sentimentos. Assim como as salamandras estão para o calor humano, a paixão e a violência quando descontroladas, as ondinas estão para a delicadeza, as emoções e sentimentos e a arte e a capacidade criativa.




e sonhos eróticos também são facilmente provocados pelas ondinas. Descontroladas as ondinas podem trazem um excesso de melancolia, amor platônico, sensação de vazio e até mesmo vontade de suicídio.

Uma curiosidade: as ondinas são frequentemente confundidas com sereias e ninfas. Alguns autores dizem que são todas elementares da água – sendo cada uma de uma espécie e locais diferentes, outros dizem que são apenas variações de nomes. Dizem ser o tritões a forma masculina das ondinas.

Fonte: http://oficinadasbruxas.com
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